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Negócios com resultados: como você administra seu dinheiro?

 

“Você está no vermelho? Como você administra seu dinheiro?” Estes foram alguns dos questionamentos levantados na palestra “Negócios com resultados” realizada no campos de Ribeirão Bonito da Trevisan Escola de Negócios.

 

A coach Lúcia Quintino indagou sobre a situação financeira dos mais de 40 presentes na ocasião e indicou soluções para corrigir os problemas econômicos de natureza física e jurídica. Foram destacados os aspectos como avaliação de concorrência, preços, mercado regional e qualidade de produtos.

 

Além disso, os participantes puderam entender mais sobre as ferramentas do método SWOT – instrumento utilizado em gestão e planejamento estratégico, que conta com quatro pilares: oportunidades, fortalezas, fraquezas e ameaças.

 

A ideia é fortalecer a veia empreendedora e estratégica dos investidores e fomentar suas bases teóricas, para uma vida financeira mais saudável e estruturada. Você pode conferir a apresentação utilizada pela professora no link abaixo.

A importância de uma pós-graduação na vida profissional

Em entrevista ao Portal Administradores, a psicóloga e administradora de RH Márcia Luz indica por que o profissional deve cursar uma pós-graduação para se destacar no mercado

A experiência e o aprendizado obtidos nos bancos das universidades já estão longe de ser suficientes para garantir o posicionamento dos profissionais no mercado de trabalho. As instituições públicas de ensino por vezes voltam os seus programas para o desenvolvimento acadêmico e produção de conhecimento científico, sem calejar os alunos para a carreira na iniciativa privada.

Com isso, um curso de pós-graduação pode ser uma alternativa essencial. Nos últimos anos, têm surgido no Brasil não apenas novas – e credenciadas – escolas de MBA e especialização, mas também novas alternativas e modalidades de cursos. O objetivo é atender a uma demanda de profissionais que já atuam no mercado, e não têm tempo nem tanta disposição para enfrentar as fileiras da sala de aula.

Em entrevista ao Portal Administradores, Márcia Luz, especialista em RH e autora do livro “Agora é pra valer: a verdadeira história de quem passou de chefe dos outros para líder de si mesmo”, dá as dicas para quem vai buscar a primeira pós. “A primeira providência a tomar é decidir quais são seus planos profissionais”, sugere. É bom selecionar bem os critérios e lembrar que o objetivo do aprendizado é buscar conhecimento em primeiro lugar, e não simplesmente um título.

 

Qual o impacto de uma especialização na carreira de um profissional?
Estamos na Era do Conhecimento. Não existe mais data para encerrar os estudos, como fizeram nossos pais e avós. Você será um estudante até os últimos dias de sua vida. Se fará isso através dos caminhos acadêmicos ou será um autodidata, a opção é sua, mas parar de estudar, definitivamente não é uma escolha inteligente para quem quer ter espaço nas Organizações do século 21. Neste sentido, cursos de especialização são uma excelente opção.

Quais são os critérios que um profissional deve levar em conta ao escolher uma pós graduação?

A primeira providência a tomar é decidir quais são seus planos profissionais, pois de acordo com a resposta, o tipo de pós graduação que você fará será diferente. Se sua intenção é conquistar um cargo de comando numa companhia, pense na possibilidade de fazer um MBA. Se o seu objetivo é aprofundar conhecimentos e melhorar o desempenho profissional, procure uma especialização específica. Agora se você pretende seguir a carreira acadêmica é indispensável cursar um mestrado e doutorado.

Agora para saber em qual instituição de ensino realizar o curso pesquise o mercado, converse com pessoas que já participaram, avalie a ementa das disciplinas. Você tem inclusive possibilidades de bons cursos à distância, caso seus horários não permitam voltar a frequentar bancos escolares.

O profissional deve fazer uma pós apenas para incrementar o currículo, ou porque é “uma exigência do mercado”?

Pelos dois motivos. Como eu já disse, não existe mais a possibilidade abandonar o caminho do aperfeiçoamento profissional e acreditar que será possível conquistar boas posições no mercado de trabalho.

Qual o momento mais adequado na carreira para o profissional optar pela pós? Assim que termina o curso, ou um pouco mais de experiência é indicado?

Uma vez que o profissional estará se reciclando continuamente ao longo de toda a sua vida, não existe mais uma data específica para realizar sua primeira pós-graduação. Sugiro, porém que ele já esteja no mercado de trabalho, pois assim aumentarão suas chances de escolher um caminho que complemente o que ele já faz profissionalmente.

Como os departamentos, consultorias de Recursos Humanos e headhunters enxergam esse diferencial?

Pós-graduação não é mais diferencial, é quase que o mínimo esperado. O que os selecionadores observarão é se existe no candidato a atitude de buscar aprender mais e mais, seja através dos caminhos escolares ou sendo um assíduo leitor de livros.

O que o mercado espera de um profissional com especialização?

O que o mercado espera é poder contar com profissionais que busquem o auto-desenvolvimento o tempo todo, pois o mundo assumiu uma trajetória acelerada de mudanças. Os paradigmas do passado não servem mais e as Organizações de sucesso serão aquelas capazes de se reinventar constantemente.

 

 

Fonte: Administradores.com.br

 

Mercado de trabalho promissor para quem possui MBA.

YOU ARE SIMPLY THEO mercado de trabalho para graduados da escola de negócios pode ficar melhor? Aparentemente, ele pode.

As empresas que trabalham diretamente com escolas de negócios planejam contratar mais MBAs este ano do que eles contrataram em 2015, de acordo com um relatório de pesquisa mundial publicada em 20 de Junho pela admissão Conselho Graduate Management (GMAC). Cerca de 88% dos recrutadores corporativos que trabalham diretamente com escolas de negócios pós-graduação pretende contratar graduados do MBA em 2016, um aumento de 8 pontos percentuais do ano passado e 33 pontos percentuais superior ao de 2010, o ponto mais baixo da Grande Recessão.

A demanda por MBAs subiu em todas as categorias da indústria medido pelo GMAC. Em consultoria, a percentagem de empresas que contratam MBAs em todo o mundo subiu para 92% de 83%. Em finanças e contabilidade, passou para 84% de 76%, enquanto que em produtos e serviços, a demanda aumentou 10 pontos percentuais, para 86% de 76%. Tecnologia viu o menor aumento, um ganho de 2 pontos percentuais, para 84% de 82%.

Nos últimos seis anos tem visto ganhos extraordinários no emprego MBA, resultando em salários recorde e os resultados de colocação em muitas das principais escolas de negócios. “O que está se destacando é continuou o mercado de contratação robusta”, diz Gregg Schoenfeld, diretor de pesquisa da GMAC. “Este é um dos mais altos anos de empresas dizendo que eles vão contratar MBAs. Mesmo antes da recessão, em 2007, apenas 64% das empresas estavam planejando contratar MBAs no ano seguinte. Estes números mais recentes são ainda mais otimistas do que quando fizemos o levantamento de volta em dezembro, quando três quartos das empresas disseram que vão contratar MBAs “.

Já, há indicações de que a forte recuperação vai se estendem para um sétimo ano. GMAC descobriu que quase 9 em cada 10 (89%) empresas plano para realizar o recrutamento no campus em 2016, acima dos 85% em 2015. empresas norte-americanas, além disso, pretende oferecer recente graduados do MBA um salário-base médio inicial de US $ 105.000 em 2016, a partir de uma média de US $ 100.000 em 2015.

Apenas um quarto de as empresas contratariam GRADS REQUEREM DOCS LEGAL

Fonte: 2016 GMAC Inquérito recrutadores corporativos

Embora as oportunidades de trabalho variam para graduados internacionais, dependendo da região em que a sua escola de negócios reside, cerca de 52% dos recrutadores corporativos relatam que suas empresas ou têm planos de contratar (24%) ou estão dispostos a considerar a contratação (28%) escola de negócios recente graduados que necessitam de documentação legal adicionais, tais como autorizações de trabalho ou vistos H1-B. Quase um terço (30%) das empresas que pretendem contratar graduados da escola de negócios em 2016 vai colocar estes candidatos em várias regiões do mundo.

GMAC descobriu que as empresas na consultoria (33% dos inquiridos), indústria (29%), tecnologia (27%), e finanças (26%) setores são mais propensos do que outros para ter planos de contratar candidatos internacionais que exigem vistos. Embora 25% dos empregadores nos Estados Unidos têm planos específicos para contratar candidatos internacionais – uma proporção maior do que as empresas da Ásia-Pacífico e Europa – a maioria (51%) de empresas norte-americanas relatam que eles não têm planos de contratar esses candidatos, a porcentagem muito maior do que os empregadores em outras regiões.

Os resultados vêm dos 15 th recrutadores corporativos pesquisa anual em fevereiro e março em conjunto com parceiros de pesquisa EFMD e MBA Career Serviços e Employer Alliance (MBA CSEA), em associação com 109 participantes escolas de negócios pós-graduação. Os resultados da pesquisa GMAC está baseado em respostas de 842 empregadores que representem mais de 530 empresas em 40 países em todo o mundo que recrutam diretamente de participar escolas de negócios.

Teste de integridade: quando a confiança é a melhor arma contra a fraude.

shutterstock_193135946 (2)A prevenção à fraude deveria estar presente em toda empresa, mas não é isso que acontece. Entenda como direcionar seus recursos e esforços para criar um ambiente saudável e ético.

Não é nenhum segredo, a prevenção à fraude traz muitas vantagens para qualquer empresa. Esse cuidado ajuda na preservação da imagem organizacional, diminui possíveis impactos financeiros no negócio e ainda gera um ambiente mais ético e seguro para toda a empresa. Por outro lado, quando uma fraude é cometida, as consequências são extremamente negativas, podendo comprometer o desenvolvimento da empresa ou até mesmo afastar a possibilidade de sua perenidade.

É claro que nenhuma empresa deseja ser fraudada e a melhor solução para manter o negócio seguro está na prevenção. Prevenir fraudes, na sua forma mais tradicional, demanda desenho de estruturas de monitoramento e de controle das atividades dos colaboradores nas transações organizacionais de acordo com o seu grau de sensibilidade.

É a partir dessa estrutura que decorrem os custos de operação. Para grandes empresas, os recursos não são uma dor tão grande quando se trata de prevenção, mas a pergunta é:

COMO FAZER UMA GESTÃO CONTRA FRAUDES QUANDO TENHO RECURSOS LIMITADOS?

Em meio a crise, essa questão é relevante para qualquer tipo de empresa, seja qual for sua atividade. E, por mais que esse desafio atinja a empresa como um todo, quem mais sofre com as dúvidas de como proceder são os empreendedores. Afinal, são eles quem têm que dividir os recursos do negócio em ações de marketing, comercial, administrativo, desenvolvimento de produtos e pessoas, entre outras tantas pautas na sua conturbada e exigente agenda.

O empreendedor acaba colocando todo o peso da decisão sobre seus ombros, porque, na maioria das vezes, ele tende a acreditar que está no controle de toda a operação e é o único que conhece as intenções de cada colaborador. O problema é que, com uma agenda atarefada e cheia de compromissos que parecem mais importantes do que criar um mecanismo para prevenir aquela-fraude-que-nunca-vai-acontecer, os empreendedores acabam não buscando os mecanismos e ferramentas para evitar ações nocivas em sua empresa.

Então qual seria a solução?

Em primeiro lugar, não estamos falando para o empreendedor delegar toda a tarefa para um outro setor. Essa preocupação genuína com a ética da empresa cria um ambiente de confiança entre os colaboradores, afinal, eles estão vendo o exemplo de um líder que realmente se preocupa com um assunto que afeta diretamente o seu dia a dia e a saúde do negócio.

NO CASO DE EMPRESAS QUE NÃO CONSEGUEM DISPONIBILIZAR RECURSOS PARA A PREVENÇÃO DE FRAUDES, A SAÍDA ESTÁ NA CONFIANÇA.

Isso mesmo, confiar em seus colaboradores é o oxigênio de qualquer empreendedor. Saber que seu time está agindo de forma ética é melhor do que qualquer calmante. Mas, claro, é importante lembrar que essa confiança não precisa e não pode ser cega!

Parafraseando Peter Schutz, ex-presidente da Porsche, o empreendedor deve “contratar o caráter e treinar as habilidades” de seus colaboradores e candidatos por meio de Testes de Integridade. Essa importante ferramenta não deve ser utilizada na tentativa de colocar o profissional em uma caixinha de “ético” ou “não ético”, tentar fazer isso é brincar de semideus.

Por outro lado, as empresas têm uma grande necessidade de buscar meios para analisar não apenas a capacidade técnica e intelectual dos seus colaboradores, tanto os atuais quanto dos futuros, como também a capacidade de discernimento e resiliência diante de dilemas éticos que eles podem sofrer ao longo de seu dia a dia profissional.
Diversas empresas no Brasil já têm empregado a prática de, no processo seletivo, aplicar um teste que diz muito sobre o potencial que o profissional possui para resistir às provações que são expostos em suas atividades. Para facilitar, vamos imaginar que você seja dono de um banco e esteja contratando um novo vendedor de seguros.

A pergunta para o candidato poderia ser: “Imagine que você foi contratado e está abaixo da meta de vendas do mês. Eis que entra uma nova cliente no banco e pergunta sobre sua indicação em relação a uma determinado seguro. Neste momento, você tem a oportunidade de fazer uma venda casada, bater a meta e ajudar a empresa a lucrar ou ser honesto com o consumidor e oferecer a proposta correta, correndo o risco de não alcançar seus objetivos. O que você faria?”. 

Esse tipo de pergunta é importante porque, com ela, você faz o candidato sair da sua zona de conforto e provocar um raciocínio que talvez não fosse testado em um processo simples de contratação.

SABER QUE A SUA EMPRESA ESTÁ RECRUTANDO PESSOAS RESILIENTES A DILEMAS ÉTICOS E ENGAJADOS COM A SUA EMPRESA AJUDA, E MUITO, NA PREVENÇÃO DE UMA FRAUDE.

E se após a aplicação do teste de integridade o empreendedor descobrir que o profissional não está alinhado com os valores da empresa?

Isso provavelmente ocorrerá! Talvez mais até do que você imagine, cada profissional tem seus valores pessoais e um histórico diferente de vida. E, uma vez identificando essas divergências, é possível alinhar o que se espera em diversas situações expostas no teste, possibilitando assim desenvolver uma confiança responsável.

Muitos empreendedores olham para os programas de prevenção de fraude como algo grandioso e de difícil execução, mas nem sempre é assim. Claro que isso varia de acordo com o tamanho e estrutura da empresa, mas há sempre uma saída para aqueles que desejam se prevenir. Grande ou pequena, uma coisa é certa: confiar em seus colaboradores é o que vai te ajudar a dormir bem todas as noites.

Se você quiser saber mais sobre integridade, fraudes e prevenção, conheça nosso curso de Compliance.

 

Renato Santos, S2 Consultoria
Renato Almeida dos Santos formado em Direito, MBA em Gestão de Pessoas, Mestre e Doutor em Administração pela PUC-SP. Foi executivo da área de Compliance e Prevenção a Fraudes Organizacionais em consultoria internacional de Gestão de Riscos por 12 anos. Ministrou diversos cursos e palestras no Brasil e Exterior (China). Anteriormente, trabalhou no Ministério da Defesa, como Oficial do Exército Brasileiro e na Duratex S/A, na área de Recursos Humanos. Docente de Pós-Graduação e Graduação na FECAP, FEI e SENAC. Coordenador do MBA de Gestão de Riscos e Compliance da Trevisan Escola de Negócios. Premiado pela CGU e Instituto Ethos e autor do livro “Compliance Mitigando Fraudes Corporativas”.

 

Fonte: Endeavor Brasil.

Guia da Carreira: Gestão Financeira

Atualmente, a área de Finanças está em evidência no mercado de trabalho. Além das inúmeras oportunidades de emprego, a variedade de caminhos que um profissional pode seguir também é grande vantagem.

Muitas vezes vemos profissionais e até mesmo estudantes com dúvidas sobre qual a melhor opção e qual tem o maior número de oportunidades. Para saciar essas dúvidas, é bom compreender muito bem os cenários da profissão e quais se encaixam melhor de acordo com suas habilidades.

Em um mercado financeiro cada vez mais complexo e competitivo, onde as empresas estão inseridas de maneira peculiar, o gestor financeiro tem um papel cada vez mais importante dentro de uma empresa, principalmente em empresas de pequeno e médio porte.

Esta área está intimamente relacionada a todo capital monetário da organização, ou seja, a maior preocupação da área é o valor patrimonial, e trabalha para que o saldo sempre positivo. Por isso, analisa minuciosamente todos os procedimentos administrativos, os investimentos e as transições financeiras da empresa, para então criar uma estratégia sólida que traga resultados monetários para a organização.

Resumidamente, o profissional dessa área organiza todos os departamentos a fim de gerar riquezas para o negócio. Além de lidar com estatísticas e números, ele trabalha também com o gerenciamento de pessoas e processos.

No mundo mercadológico de hoje, os saberes em administração, contabilidade e economia devem estar em poder do gestor para que as decisões por ele tomadas sejam as mais eficientes e eficazes possíveis. A sincronia entre o setor de compras, comercial, contas a pagar e a receber e o controle da produção é de suma importância para o desenvolvimento e controle financeiro da empresa.

Sua função deve ser estratégica dentro da área financeira. Por causa disso, esse profissional atua lado a lado com os diretores e CEO’s de uma organização.

Se você tem um espírito de liderança nato, visão analítica, disciplina e ambição, o curso em Gestão Financeira é ideal para você.

Novas normas contábeis chamam a atenção de profissionais

novas_normas_fbA contabilidade no Brasil mudou, é o que se tem comentado nos últimos dois anos no âmbito da profissão, das empresas, das universidades, da mídia e da sociedade em geral. De fato, isso em parte é verdade. A contabilidade entendida como sistema de informação das organizações empresariais, controle do patrimônio e avaliação dos desempenhos, não mudou. O que mudaram foram as práticas contábeis.

Com a Lei 11.638/2007, o Brasil passou a adotar as Normas Internacionais de Contabilidade, mais comumente conhecidas por IFRS. Essa nova lei introduziu importantes conceitos do direito societário, alinhando a normatização brasileira às legislações dos Estados Unidos e de países da Europa.

Consequentemente, estas inovações trouxeram impactos relevantes para a profissão contábil, visto que o contador passa a exercer muito mais sua capacidade de julgamento do que antes. Pode-se afirmar que as mudanças introduzidas buscam aprimorar a qualidade da informação contábil, a compreensibilidade, a relevância, a confiabilidade e a comparabilidade das informações divulgadas.

Junto com essas mudanças, surgiu também um grande interesse por especializações que pudessem agregar conhecimentos essenciais para a atuação na área. A procura por cursos especializados, voltados ao gerenciamento de pessoas e contabilidade, para a elaboração e análise de demonstrações financeiras cresceu relativamente.

Para que uma empresa tenha um desempenho financeiro sólido, o conhecimento profundo das IFRS e das novas normas contábeis é de suma importância para os atuantes da área contábil. Porém, um dos principais desafios é entender e aplicar as mesmas.

Com a publicação da obrigatoriedade da implementação da norma IFRS 9 (2014) da International Financial Reporting Standards para companhias abertas em 2018, muitas empresas terão de recolher e analisar dados adicionais e implementar mudanças nos sistemas.

Para suprir essas demandas, a Trevisan desenvolveu a Especialização em IFRS, disponível nas unidades de São Paulo e Rio de Janeiro, com o propósito de preparar os profissionais nos procedimentos contábeis.

O curioso é que este tipo de pós-graduação vem atraindo não apenas contadores, auditores e especialistas em finanças, mas também um número crescente de técnicos de outras áreas – sobretudo economistas e advogados.

Se você possui interesse em aprimorar ou iniciar estudos sobre os novos procedimentos contábeis, sem deixar de lado aspectos de gestão empresarial, conheça o curso da Trevisan e garanta seu futuro.

Guia de Carreiras – Administração

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O curso e a carreira em Administração são um dos mais populares no Brasil, e isso não é mais novidade pra ninguém. No Sistema de Seleção Unificada (Sisu), o curso se encontra com frequência no topo da lista dos mais concorridos. Existem algumas razões para tal, mas a que mais chama a atenção é, com certeza, a amplitude que o mercado de trabalho oferece aos formados administradores.

Além do enorme leque de opções para quem escolhe seguir a profissão, há também grande possibilidade e capacitação de se tornar um empreendedor e abrir seu próprio negócio, sonho de muita gente.

Mas afinal, o que é a Administração?

Bem, administração é o ramo das ciências sociais que agrupa diversos conhecimentos a respeito das organizações e o processo de administra-las, e o gerenciando dos recursos financeiros e humanos para atingir os objetivos da empresa.

O profissional desta área é responsável pela criação e execução de estratégias para melhorar o desempenho da organização, e se torna indispensável em qualquer setor, pois possui capacidade de gerenciar todos os processos, desde finanças, contabilidade, gestão de produtos e de pessoas. Um bom administrador conhece as relações de planejamento, organização, controle, operação, custos, lucros e resultados da empresa.

Como citado anteriormente, o principal atrativo dessa profissão é a possibilidade de atuação em diversas áreas, seja em empresas privadas, organizações públicas, bancos e instituições financeiras, mercado de capitais, organizações sem fins lucrativos ou autônomo.

O curso de Administração é uma ótima opção para quem possui interesse em conhecer o funcionamento de uma organização como um todo, saber como cada setor funciona e como interfere nos demais. O profissional formado pela Trevisan recebe os conhecimentos da área financeira, Contabilidade, Logística, Marketing, Legislação, Gestão de produtos e pessoas, e muito mais.

No início da carreira a personalidade, como o profissional age, o que já fez (um trabalho voluntário, por exemplo), o rendimento na universidade, ou se participa de algum clube são as principais características da vida pessoal que serão levadas para o mercado de trabalho. As empresas exigem dinâmica, e uma pessoa que se mantém parada não se adequa muito bem, por isso é importante estar sempre atualizado.

Se esses pontos o convenceram a escolher o curso, venha para a Trevisan e garanta seu futuro!

Dicas para ter o melhor aproveitamento acadêmico no mercado de trabalho

aproveitamento_fbO mercado de trabalho está bem complicado no momento atual, não é nenhuma novidade, devido ao cenário econômico e principalmente político. Mas a grande pergunta é: como se destacar nesse momento?

Confira abaixo algumas dicas que vão te ajudar a aproveitar ao máximo sua faculdade, te preparando a enfrentar os desafios contínuos e te destacando no mercado:

Atividades Complementares: Há um bom tempo o jovem que tem bom desempenho acadêmico, ou seja, notas boas, é bem visto ao mercado. E não há muito tempo, as empresas tem se perguntado o que foi feito além das suas atividades acadêmicas do dia a dia. Uma atividade complementar relevante como a participação em uma ONG, que realmente desenvolva o jovem, é considerado um plus pelo mercado.

Idiomas: O conhecimento em inglês “fluente” no fim da faculdade, através de uma participação ativa em curso de idiomas, ou uma experiência internacional como um intercâmbio com a realização de algum projeto, por exemplo, é olhado por lupa pelos entrevistadores.

Habilidades e comportamentos: Fazer exercícios de autoconhecimento é essencial para descobrir o direcionamento e adequação de comportamentos nos ambientes corporativos e, consequentemente, aperfeiçoar suas habilidades.

Network: Criar network também faz toda diferença na caminhada ao sucesso. Alguns empregadores preferem buscar pessoas por indicação, pois confiança é algo que se demora a adquirir e hoje, mais do que nunca, assuntos relacionados a compliance, controles internos, governança corporativa, ética, entre outros, estão chamando a atenção nas companhias sérias. Ou seja, uma contratação confiável é mais rápida e, teoricamente, mais “segura” para o empregador.

Orientação e direcionamento: Além dessas atividades é importante, desde o início da faculdade, buscar orientações de carreira com professores e outros profissionais para ter um direcionamento específico para um estágio, pois a graduação oferece muitos ramos de atividades.

Marcos Robson Vieira é aluno do curso Ciências Contábeis da Trevisan, palestrante e educador financeiro pela DSOP Educação Financeira. Atua como gerente de contas na AIESEC no INSPER e também como líder do programa de Mentoring do IBEF Jovem em SP.

Como identificar líderes e inspirar colaboradores

Montar o “dream team” não é exclusividade de grandes corporações. É possível identificar os melhores líderes em qualquer empresa e, com isso, inspirar os colaboradores.

Saiba como:

A relação entre chefe e funcionários nem sempre é fácil. A gestão de pessoas é um processo que começa na busca pelo perfil ideal, que complemente os talentos já existentes e que vai ampliando, gradativamente, os desafios à medida que passa a fase de contratação e adaptação até chegar à retenção de pessoal. Por outro lado, ter uma liderança forte pode significar a sustentação e manutenção de uma equipe de sucesso, trazendo resultados positivos para a empresa.

A pergunta é: como identificar e treinar bons líderes em uma equipe, e como gerenciar e instaurar a admiração necessária a esse novo chefe?

É preciso ter em mente que a relação de admiração não pode ser uma exclusividade entre chefe e empregado. Os funcionários precisam, antes de qualquer coisa, admirar a empresa onde trabalham. Nesse sentido, os empresários à frente das corporações devem transmitir todo o DNA da companhia com clareza e intensidade para todos, do porteiro ao presidente.

Além disso, os processos internos devem ser simples e efetivos, de modo a contribuir para uma relação transparente, com gestão participativa, baseada em meritocracia com metas, controles e indicadores de desempenho claros, funções descritas de forma direta para que o funcionário saiba o que é esperado dele, feedbacks trimestrais, além de ciclos contínuos de capacitação e treinamento.

São essas ações que propiciam o surgimento do espírito de equipe, fazendo com que todos os colaboradores se sintam também donos do negócio e aflorando o sentimento de pertencimento, vindo a estabelecer o senso de responsabilidade em toda a cadeia. Uma vez que este ambiente surge, ele passa a ser o principal ativo de qualquer negócio, facilitando a identificação de novos líderes.

O segredo desta multiplicação está em saber que existem os líderes natos – aqueles que têm empatia natural com os demais e que se conectam facilmente com as pessoas, por serem mais comunicativos, flexíveis e ouvintes, como também existem aqueles que podem ser treinados para este fim, por meio de coaching ou mentoring.

Imaginação, coragem, curiosidade, compromisso com os demais e paixão pelo o que faz são as principais características de boas lideranças e, por mais que seja papel da gestão de RH identificar estes talentos, os funcionários também não podem ficar estáticos, esperando que alguém os descubram atrás de suas mesas.

Vale lembrar que a principal característica de um bom líder é justamente se lançar aos desafios e quando não há uma oportunidade, em geral, ele cria. Não se acomoda, apresenta boa capacidade analítica, não teme críticas e se mantém longe da zona de conforto e, mesmo que as empresas demorem um pouco para acontecer, ele se empenha para ser notado.

De toda forma, a empresa analisará sempre todo o histórico: o que é que o possível candidato à líder já fez para a empresa, com quais soluções contribuiu e de que forma poderá trilhar o novo desafio de mãos dadas com o futuro, ou seja, que é que ele ainda pode fazer por ela, vindo a se tornar um admirado multiplicador de sucesso.

Vale lembrar que um bom líder não teme novos líderes. Ele tem em mente que com um time coeso e motivado, vai poder extrair o melhor de cada talento, o que possibilita, por exemplo, que descentralize as decisões. Enquanto as pessoas certas estão nos lugares certos, resolvendo questões mais específicas, os líderes têm mais tempo para se concentrar no macro, ter visão de médio e longo prazos, levando o negócio pelo caminho desejado: é papel fundamental deles gerenciar o presente, esquecer seletivamente o passado e dar combustível para o futuro.

(Fonte: Administração: Gestão e Inovação)

Os canais de denúncias e de ouvidoria servem ao mesmo propósito?

Atualmente temos lido muito sobre os canais de denúncias e a sua importância para receber, examinar e encaminhar comunicações a respeito de possíveis situações de desvios de conduta e cometimento de atos ilícitos por parte de colaboradores ou terceiros, sobretudo após a edição das Leis Anticorrupção (12.846/13) e de Acesso à Informação (12.527/11).

Não raramente, a finalidade e os objetivos dos canais de denúncias e de ouvidoria são confundidos, ainda que em alguns casos, sirvam ao mesmo propósito. Daí a importância de destacarmos algumas particularidades sobre os citados canais.

Os canais de denúncias de irregularidades, previstos no código de conduta da organização, devem ser abertos e amplamente divulgados a colaboradores e terceiros. Servem ao propósito de acolher relatos, reclamações e denúncias, de modo a prevenir e combater fraudes e corrupção, e para a efetividade e transparência na comunicação e no relacionamento da organização com as partes interessadas.

Vale ressaltar que os canais de denúncias devem funcionar de forma independente e imparcial, com garantia de sigilo e confidencialidade do autor da mensagem ou denunciante, para promover, de forma tempestiva, as apurações e providências necessárias. Recomenda-se que o serviço seja executado por um terceiro de reconhecida capacidade.

Com respeito às ouvidorias, cujo surgimento nos remete à Suécia do século XIX, sob a expressão formal ombudsman, também adotada por aqui por algumas organizações, entendemos pelo canal que recebe e trata as reclamações de clientes que não foram solucionadas pelo atendimento habitual ou pelos canais de atendimento competentes (serviço de atendimento ao consumidor, por exemplo).

Por meio das ouvidorias, os clientes podem, ainda, propor soluções de melhoria e registrar elogios. Ou seja, as ouvidorias são “a voz dos consumidores dentro da empresa” e podem ser consideradas como a última instância para solução de conflitos entre a empresa/fornecedor e os clientes, já que possuem autonomia para, caso necessário, acionar as diversas áreas da estrutura corporativa. Importante destacar que as ouvidorias não substituem os canais convencionais de atendimento.

Apesar dos avanços observados nas estruturas dos canais de denúncias e das ouvidorias, quer sejam públicas ou privadas, muitos são os desafios a serem enfrentados em busca da integridade corporativa e da melhoria contínua.

Prof. Emerson Siécola de Mello é Advogado, diretor da Integrity Brasil e professor no MBA Gestão de Riscos e Compliance da Trevisan Escola de Negócios.