Impactos da Inteligência Artificial na Gestão de Pessoas

Em Seminário na Arena Trevisan, Alexandre Dietrich (Watson – IBM) e VanDyck Silveira (Corporate Learning Alliance – Financial Times/IE Business School) afirmam que a inteligência artificial já é um recurso disponível para aumentar a produtividade das empresas.

As novas tecnologias e plataformas chegaram para sanar necessidades nos mais diversos campos, com o desenvolvimento de produtos que saiam na frente na corrida pelo interesse dos clientes. Todo esse movimento gera informação em quantidade e qualidade maior do que qualquer ser humano seria capaz de tratar. Chamamos esses resultados de “big data”.

De acordo com o Dicionário de Cambridge, big data, ou “megadados”, quer dizer:
“Uma grande quantidade de dados que são produzidos por pessoas usando a internet, e que só podem ser armazenados, compreendidos e usados com o auxílio de ferramentas e métodos especiais”.

As possibilidades infinitas para o tratamento dessas bases de dados gerou interesse de empresas de tecnologia pelo desenvolvimento de engenharias que pudessem compreender e interpretar necessidades humanas, prevendo soluções para possíveis problemas antes que aconteçam. Surgem então plataformas cognitivas de Inteligência Artificial, como o Watson da IBM e a Sophia da Hanson Robotics.

 

 

A dinâmica veloz das inovações disruptivas, por outro lado, gera dúvidas às empresas e funcionários. Qual é o momento e a forma correta de investir em uma plataforma de inteligência artificial? Elas surgem para substituir o trabalho humano? Como garantir a operação correta e mais eficiente, à prova de danos ou erros?

Pensando nisso, os especialistas Alexandre Dietrich e VanDyck Silveira reuniram-se na Arena Trevisan para o seminário “Impactos da Inteligência Artificial na Gestão de Pessoas”, no dia 27 de novembro. A conversa, mediada por Fernando Trevisan, apresentou a lógica por trás das tendências de incorporação dessas novas tecnologias dentro das organizações. A partir de exemplos do Brasil e do mundo, Dietrich e Silveira mostraram como a análise e a adaptação à realidade, próprias da expertise humana, são capazes de extrair o trabalho mais eficiente das plataformas de Inteligência Artificial.

 

Alexandre, engenheiro-líder para a América Latina da Watson, defendeu que as empresas devem parar de esperar “o futuro”, pois a Inteligência Artificial já faz parte do hoje. A experiência de Alexandre dentro do Watson revelou a ele o universo da computação cognitiva, que utiliza algoritmos sofisticados para cruzar informações discrepantes e avançar em resultados. Assim, com a ajuda de feedbacks e monitoramento constantes, um software com a tecnologia implantada pode desenvolver habilidades de conversação e análises de comportamento para identificar sentimentos, emoções e soluções imediatas. Conheça seis casos de empresas brasileiras que incorporaram a tecnologia Watson para a agilidade de seu trabalho: abr.ai/2iA7ZqL.

 

 

Alexandre Dietrich, líder da plataforma Watson (IBM) em palestra na Arena da Trevisan Escola de Negócios.
VanDyck Silveira defendeu o uso de ferramentas de Inteligência Artificial para aumentar a produtividade nas empresas. O economista, CEO da Corporate Learning Alliance (desenvolvedora internacional de programas de ensino corporativo, ligada ao Financial Times e à IE Business School), usou dados para comprovar que a taxa de produtividade das empresas brasileiras não aumenta há 50 anos. Ao invés de “substituírem” os funcionários humanos, os softwares deverão atuar em parceria, transformando a dinâmica do trabalho e tornando a produção cada vez mais estratégica. Para dar esse “passo para o presente”, no entanto, é necessário investimento em formação que possa habituar o profissional à lógica da inovação, gradualmente encaminhando o universo corporativo para um caminho, ao mesmo tempo, dinâmico e desconhecido.
VanDyck Silveira, CEO da CLA, fala sobre a relação entre big data e produtividade.
Líderes dos segmentos em que trabalham, com o olhar voltado para a evolução digital, Alexandre e VanDyck estão na linha de frente dos times que a cada dia avançam no desenvolvimento e na difusão de programas focados no desenvolvimento das empresas. Conhecer e pensar em rede logo serão requisitos para os profissionais do mundo corporativo, mas compreender a lógica e acompanhar essa mudança hoje pode ser o diferencial para impulsionar o sucesso em sua carreira. Faça parte da turma de Inovações Disruptivas da Trevisan Escola de Negócios, esteja preparado para o desconhecido.
Conheça o curso Wake Up Talks – Inovações disruptivas: https://goo.gl/1RWH9t.

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