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Novas normas contábeis chamam a atenção de profissionais

novas_normas_fbA contabilidade no Brasil mudou, é o que se tem comentado nos últimos dois anos no âmbito da profissão, das empresas, das universidades, da mídia e da sociedade em geral. De fato, isso em parte é verdade. A contabilidade entendida como sistema de informação das organizações empresariais, controle do patrimônio e avaliação dos desempenhos, não mudou. O que mudaram foram as práticas contábeis.

Com a Lei 11.638/2007, o Brasil passou a adotar as Normas Internacionais de Contabilidade, mais comumente conhecidas por IFRS. Essa nova lei introduziu importantes conceitos do direito societário, alinhando a normatização brasileira às legislações dos Estados Unidos e de países da Europa.

Consequentemente, estas inovações trouxeram impactos relevantes para a profissão contábil, visto que o contador passa a exercer muito mais sua capacidade de julgamento do que antes. Pode-se afirmar que as mudanças introduzidas buscam aprimorar a qualidade da informação contábil, a compreensibilidade, a relevância, a confiabilidade e a comparabilidade das informações divulgadas.

Junto com essas mudanças, surgiu também um grande interesse por especializações que pudessem agregar conhecimentos essenciais para a atuação na área. A procura por cursos especializados, voltados ao gerenciamento de pessoas e contabilidade, para a elaboração e análise de demonstrações financeiras cresceu relativamente.

Para que uma empresa tenha um desempenho financeiro sólido, o conhecimento profundo das IFRS e das novas normas contábeis é de suma importância para os atuantes da área contábil. Porém, um dos principais desafios é entender e aplicar as mesmas.

Com a publicação da obrigatoriedade da implementação da norma IFRS 9 (2014) da International Financial Reporting Standards para companhias abertas em 2018, muitas empresas terão de recolher e analisar dados adicionais e implementar mudanças nos sistemas.

Para suprir essas demandas, a Trevisan desenvolveu a Especialização em IFRS, disponível nas unidades de São Paulo e Rio de Janeiro, com o propósito de preparar os profissionais nos procedimentos contábeis.

O curioso é que este tipo de pós-graduação vem atraindo não apenas contadores, auditores e especialistas em finanças, mas também um número crescente de técnicos de outras áreas – sobretudo economistas e advogados.

Se você possui interesse em aprimorar ou iniciar estudos sobre os novos procedimentos contábeis, sem deixar de lado aspectos de gestão empresarial, conheça o curso da Trevisan e garanta seu futuro.

Brasil entre os 5 melhores para investimentos em mineração

O Brasil ocupa o 4º lugar no Ranking dos Melhores Destinos para Investimentos em Mineração, elaborado pela Consultora Mineira Internacional Behre Dolbear.
A lista de 25 países inclui em primeiro lugar a Austrália, com 57 pontos; seguido de Canadá com 52, Chile com 51, Brasil com 45, México com 43 e Estados Unidos com 41. Colômbia é o sétimo com 39 e Peru é o nono com 36 pontos.
A Consultoria levou em consideração a avaliação dos riscos políticos na industria de exploração  de recursos não renováveis em cada pais.
Também considerou aspectos como as políticas governamentais, as condições econômicas e sociais e os níveis de corrupção dos países mineiros.
Austrália é o pais com maior atrativo para investir em mineração apesar do novo imposto sobre o setor, aprovado na semana passada. Na avaliação anual, sobre os riscos políticos na industria de exploração de recursos não renováveis, a Consultoria Behre Dolbear reafirmou a liderança da Austrália, apesar do imposto de 30% dos ganhos extraordinários pela exploração do carvão e ferro, que entrará em vigor em julho.
O Diretor Executivo da Behre Dolbear, Karr McCurdy, expressou que os temores dos investidores frente a este imposto, têm sido minimizados em função da qualidade dos recursos da Austrália e a facilidade e transparência nos diversos tramites para investir no citado pais.
A pesar deste polemico imposto “no acredito que o sector corra perigo”, apontou McCurdy.

Até breve.

Dia do Consumidor deveria ser os 365 dias do ano

Minha máquina de lavar pifou. Liguei em uma assistência técnica aqui na minha rua. Prometeram que viria um técnico aqui em casa olhar o problema. É o terceiro dia consecutivo que ligo e ninguém aparece aqui em casa. Eu quero dar serviço para eles, quero dar dinheiro para eles. E simplesmente ninguém liga no meu interfone.
Minha mulher foi ontem no espaço Van Gogh de uma agência do Santander. Espaço que originalmente seria de clientes exclusivos. Ela ficou uma hora e meia (isso mesmo que você leu_ 1 hora e meia) esperando para ser atendida, e quando apareceu o seu “novo gerente”, ele simplesmente não tinha noção de como explicar o funcionamento de migração de contas salários de um banco para o outro, e ninguém ao seu redor sabia informar. Final da história: ela preferiu continuar no Bradesco Prime.
O dia do consumidor deveria ser um dia de celebração. Mas esses dois exemplos, e outros inúmeros que poderíamos contar, comprovam que hoje, na verdade, é um dia de reflexão, um dia de consolação. Todos nós (sem exceção) iremos passar por algum tipo de aborrecimento na condição de consumidor no dia de hoje, seja no banco, na cafeteria, na padaria, no aeroporto, no cartório, na lavanderia, etc. Legalmente falando, o consumidor pode ter inúmeros direitos e munições para se proteger, no entanto, no frigir dos ovos do dia-a-dia, o consumidor nunca é priorizado. E como causa para essa situação, eu elenco inúmeras hipóteses: falta de treinamento, falta de mão de obra, falta de investimento em capacitação de pessoas, falta de comunicação entre liderança e empregados, ou o chamado Síndrome de Gabriela: “eu nasci assim, eu cresci assim”.
Estava lendo uma pesquisa publicada recentemente na respeitada revista americana Newsweek que perguntou a consumidores o porquê eles deixam de comprar de empresas. Com 68% dos votos venceu, disparado, o quesito “falta de atendimento adequado”. E demais variáveis como qualidade do produto, preço, localização também apareceram logicamente, só que com índices bem menos expressivos. Tenho vontade de imprimir essa pesquisa e andar com ela no bolso mostrando em balcões de lojas, restaurantes, academias, lanchonetes que frequento. Vejo empresas do segmento de serviços fazendo lojas lindas, impecáveis, preços competitivos, produtos espetaculares, e colocam um funcionário mal treinado para o atendimento a clientes. Pegue todos esses outros atributos bem feitos e jogue na lata do lixo. Se não tem um bom atendimento, esqueça o resto. E quando falo de atendimento, não estou falando em colocar tapete vermelho para o cliente. Atendimento é ser respeitoso, é dar retorno, é um sorriso espontâneo, é fugir do script, é ser realmente atencioso.
Nem tudo está perdido. Nós consumidores temos hoje um PODER que nunca tivemos. E cabe a cada um de nós exercer esse enorme poder que temos nas mãos. Antigamente quando tínhamos um problema com alguma empresa, a gente comentava com o colega, ligava ou mandava uma cartinha reclamando. Hoje em dia, não. A gente monta um site para falar mal da empresa, publica no Facebook, Twitter, Orkut e Blogs. Faz um vídeo no YouTube e escreve algo no Reclame Aqui. Nossa voz atinge uma reverberação exponencial com essas novas plataformas digitais. Hoje podemos usar bala de canhão para exercer nossos direitos e expressar nossa indignação. Mas o segredo é saber usar, com critério, com cuidado. Sempre pratique esse poder em alto nível e de forma respeitosa. Nunca ofenda ou xingue uma marca, pois senão perdemos a razão na hora. Viva, Borelli!
Todos os empresários do Brasil deveriam fazer 1 minuto de silêncio em respeito aos seus consumidores, que estão cada vez mais desprestigiados, esquecidos, maltratados e largados. Dia do consumidor deveria ser os 365 dias do ano, mas infelizmente não é.

Até breve.