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Guia da Carreira: Gestão Financeira

Atualmente, a área de Finanças está em evidência no mercado de trabalho. Além das inúmeras oportunidades de emprego, a variedade de caminhos que um profissional pode seguir também é grande vantagem.

Muitas vezes vemos profissionais e até mesmo estudantes com dúvidas sobre qual a melhor opção e qual tem o maior número de oportunidades. Para saciar essas dúvidas, é bom compreender muito bem os cenários da profissão e quais se encaixam melhor de acordo com suas habilidades.

Em um mercado financeiro cada vez mais complexo e competitivo, onde as empresas estão inseridas de maneira peculiar, o gestor financeiro tem um papel cada vez mais importante dentro de uma empresa, principalmente em empresas de pequeno e médio porte.

Esta área está intimamente relacionada a todo capital monetário da organização, ou seja, a maior preocupação da área é o valor patrimonial, e trabalha para que o saldo sempre positivo. Por isso, analisa minuciosamente todos os procedimentos administrativos, os investimentos e as transições financeiras da empresa, para então criar uma estratégia sólida que traga resultados monetários para a organização.

Resumidamente, o profissional dessa área organiza todos os departamentos a fim de gerar riquezas para o negócio. Além de lidar com estatísticas e números, ele trabalha também com o gerenciamento de pessoas e processos.

No mundo mercadológico de hoje, os saberes em administração, contabilidade e economia devem estar em poder do gestor para que as decisões por ele tomadas sejam as mais eficientes e eficazes possíveis. A sincronia entre o setor de compras, comercial, contas a pagar e a receber e o controle da produção é de suma importância para o desenvolvimento e controle financeiro da empresa.

Sua função deve ser estratégica dentro da área financeira. Por causa disso, esse profissional atua lado a lado com os diretores e CEO’s de uma organização.

Se você tem um espírito de liderança nato, visão analítica, disciplina e ambição, o curso em Gestão Financeira é ideal para você.

Guia de Carreiras – Administração

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O curso e a carreira em Administração são um dos mais populares no Brasil, e isso não é mais novidade pra ninguém. No Sistema de Seleção Unificada (Sisu), o curso se encontra com frequência no topo da lista dos mais concorridos. Existem algumas razões para tal, mas a que mais chama a atenção é, com certeza, a amplitude que o mercado de trabalho oferece aos formados administradores.

Além do enorme leque de opções para quem escolhe seguir a profissão, há também grande possibilidade e capacitação de se tornar um empreendedor e abrir seu próprio negócio, sonho de muita gente.

Mas afinal, o que é a Administração?

Bem, administração é o ramo das ciências sociais que agrupa diversos conhecimentos a respeito das organizações e o processo de administra-las, e o gerenciando dos recursos financeiros e humanos para atingir os objetivos da empresa.

O profissional desta área é responsável pela criação e execução de estratégias para melhorar o desempenho da organização, e se torna indispensável em qualquer setor, pois possui capacidade de gerenciar todos os processos, desde finanças, contabilidade, gestão de produtos e de pessoas. Um bom administrador conhece as relações de planejamento, organização, controle, operação, custos, lucros e resultados da empresa.

Como citado anteriormente, o principal atrativo dessa profissão é a possibilidade de atuação em diversas áreas, seja em empresas privadas, organizações públicas, bancos e instituições financeiras, mercado de capitais, organizações sem fins lucrativos ou autônomo.

O curso de Administração é uma ótima opção para quem possui interesse em conhecer o funcionamento de uma organização como um todo, saber como cada setor funciona e como interfere nos demais. O profissional formado pela Trevisan recebe os conhecimentos da área financeira, Contabilidade, Logística, Marketing, Legislação, Gestão de produtos e pessoas, e muito mais.

No início da carreira a personalidade, como o profissional age, o que já fez (um trabalho voluntário, por exemplo), o rendimento na universidade, ou se participa de algum clube são as principais características da vida pessoal que serão levadas para o mercado de trabalho. As empresas exigem dinâmica, e uma pessoa que se mantém parada não se adequa muito bem, por isso é importante estar sempre atualizado.

Se esses pontos o convenceram a escolher o curso, venha para a Trevisan e garanta seu futuro!

Remuneração de Executivos: Vamos falar de Incentivos?

A Lei das S/A evidencia que, cabe ao acionista, em assembleia, fixar a remuneração dos administradores. Todos os acionistas têm, portanto, a responsabilidade de definir essa questão fundamental para a cultura de uma empresa. Tal definição sedimentará as bases de conduta em todos os níveis da organização – se agressiva, de curto prazo, fixa, variável, de acordo com a performance financeira, de acordo com a performance operacional
e financeira, se alinhada ao planejamento estratégico etc.

No Encontro de Conselheiros do Instituto Brasileiro de Governança Corporativa (IBGC), realizado em 21 de maio, aventou-se a possibilidade de que se submeta o planejamento estratégico e as metas ao crivo do compliance. Ou, até mesmo, que o compliance seja um dos gatilhos para a remuneração.
O fato é que só sairemos da inércia se houver motivação para isso.
Motivação, essa, suficiente para que o indivíduo se sinta extremamente recompensado. O que ninguém deve questionar é o fato de que deve haver total transparência na maneira como as pessoas são motivadas a buscar o melhor resultado. Sobretudo, deve ficar claro na posição dos acionistas que tipo de resultado eles esperam. Aqui, me cabe defender a opção de divulgação da remuneração global dos órgãos da administração e não por indivíduo.
Na quarta edição do estudo Remuneração dos Administradores, feita também pelo IBGC, referente ao período de 2012, constatou-se que ainda é alto o número de companhias que apresentam informações inconsistentes, apesar dos esforços dos reguladores, autorreguladores e entidades de mercado no aprimoramento de procedimentos e recomendações.
Apontou-se que 22,4% das empresas da pesquisa pagaram a seus conselheiros uma remuneração variável e/ou por ações, além da parcela fixa. Entre essas empresas, a composição da remuneração média dos conselheiros é 63,0% de parcela fixa, 25,1% de parcela variável e 11,9% de remuneração por ações. Quanto à homogeneidade, na remuneração dos conselheiros de administração,
24,3% das empresas da amostra pagaram valor igual para todos os seus conselheiros. Nas demais, há diferença entre a remuneração dos conselheiros. Tal prática pode estar relacionada, entre outras questões, a uma remuneração maior para o presidente do conselho, que possui mais atribuições e responsabilidades, ou a um possível adicional por participação em comitês.
Quanto à postura diante da liminar para a não divulgação do item 13.11 do Formulário de Referência, as empresas que se apoiam nisso apresentam a maior mediana de remuneração dos conselheiros, 77,9% acima da mediana da amostra total.
Em um bom pacote de incentivos deve haver uma relação equilibrada e precisa dos componentes variável versus fixo. Ao se definir esse ponto devemos olhar para a missão, visão e valores e questionar se a postura que estamos promovendo está adequada aos macros direcionadores da companhia. Fatores como as responsabilidades do profissional, o seu tempo de atuação, sua competência e reputação profissional, além do valor do serviço no mercado, expressos na Lei das S.A., não capturam de maneira completa a problemática. E nem deveria.
Cabe ao acionista determinar esse ritmo e fiscalizar. Desvios de conduta que causaram grandes crises de governança decorreram do fato de que havia uma cultura agressiva e desequilibrada no que diz respeito à busca pelo resultado. Individual ou coletivamente, assumimos riscos e tomamos decisões.
Que apetite para o risco os meus funcionários devem ter? Que atitudes eles devem adotar para a busca do resultado? Qual o limite? No que diz respeito ao ser humano, tudo isso é bem subjetivo e particular.
Defendo metas impossíveis e responsabilização individual e coletiva pelo resultado. Isso não significa incentivo aos desvios de conduta. Por outro lado, uma cultura menos agressiva talvez não traga a certeza de que desvios nunca irão ocorrer. Bons mecanismos de monitoramento e medição e a clara noção das consequências devem ser as regras do jogo.

RAFAEL S. MINGONE
Sócio-diretor da TMG Estratégia – Consultoria em governança corporativa,
e professor e coordenador dos cursos de MBA em Mercado de Capitais e MBA Empreendedorismo e Gestão da Trevisan Escola de Negócios

Intercâmbio. A realização de um sonho.

Intercâmbio. A realização de um sonho ou o inicio de um pesado. Após a notícia de fechamento da agência de intercâmbio: Viagens Intercâmbio BFA – que deixou brasileiros sem assistência em Dublin, na Irlanda, muitos brasileiros viram o sonho se tornar pesadelo e isso não é a primeira vez. Caso de operadoras que fecharam e deixaram as pessoas na mão, como a Tia Augusta e Trip And Fun que nem davam sinais de que estavam com dificuldades e acabaram fechando de um dia para o outro e vieram a público para dizer que não teriam como cumprir contrato. Muitas pessoas foram penalizadas, o que inclui a maioria de jovens e de suas famílias, que muitas vezes investiram uma quantia bem significativa do orçamento para disponibilizar uma oportunidade para os filhos que talvez nunca tiveram. O sonho que vira pesadelo.
Hoje especialmente, com as possibilidades de parcelamento, esse movimento de cursos de extensão ou de especialização no exterior, tem ser tornado bem comum nos últimos anos, devido a relevância que uma experiência internacional tem se mostrado para os jovens ao ingressarem no mercado de trabalho, além de ser uma experiência pessoal muito significativa de liberdade, independência e autonomia.
Dados levantados da Belta, mostram que no ano passado, 175 mil brasileiros fizeram intercâmbio no exterior por meio das agências associadas. Em 2003, esse número era de 34 mil estudantes. Segundo Tiba, a Irlanda tornou-se um destino muito procurado por brasileiros porque o país permite que os intercambistas conciliem os estudos com trabalho.
No caso revelado agora, a agência BFA não integra a Associação Brasileira de Organizadores de Viagens Educacionais e Culturais, a Belta, que reúne 50 agências de intercâmbio, cerca de 90% do país. O diretor financeiro da instituição, Fred Tiba, diz que antes de fechar qualquer programa de intercâmbio o interessado precisa visitar e orçar as despesas em mais de uma agência, tirar dúvidas, pedir indicações e questionar sempre.
Vale a pena fazer um programa de intercâmbio? Na minha opinião sim, sempre vale. Há riscos, e por isso a necessidade de buscar referências e informações mais seguras possíveis. O melhor momento para participar de um programa de intercâmbio é quando é possível conciliar a vivência internacional com o aprendizado do idioma e o conhecimento da cultura local, por isso programas de extensão educacional tanto na graduação como na pós, são vistos como enriquecimento educacional, profissional e principalmente pessoal.
Invista nisso. Realize esse sonho do intercâmbio, sem medo de ser feliz.

Como escolher uma carreira?

Como escolher uma carreira? Essa é a pergunta mais comum entre os adolescentes que estão no Ensino Médio e têm um leque imenso de opções e perspectivas. Como conciliar uma escolha que desfrute de prestígio e boa remuneração com algo que se goste de fazer?
Fazer a escolha da profissão requer alguns princípios básicos:
• Autoconhecimento: quais são meus pontos fortes/fracos?
• Conhecimento das profissões: rotina, remuneração e oportunidades.

Para alguns, essas perguntas são mais facilmente respondidas, para outros, a indecisão os persegue até o primeiro momento na faculdade.
O que é uma escolha afinal? Deixar coisas para trás. No meu ponto de vista, é isso exatamente que mais incomoda porque queremos ter tudo, abraçar o mundo e não perder “nadinha”…
Renunciar uma parte da vida que ainda nem conhecemos, é muito difícil, porque na adolescência não queremos abrir mão de nada mesmo.
Algumas dicas que podem ajudar no momento da escolha:
1- Faça uma lista dos cursos que mais atraem você.
2- Confira as faculdades que oferecem esse curso e que são reconhecidas pelo mercado de trabalho.
3- Converse com profissionais das áreas que você tem interesse.
4- Visite organizações que atuem no setor, mesmo que seja um trabalho voluntário, é sempre possível adquirir uma experiência de vida e abrir os horizontes.

Somos seres complexos, e não existe uma possibilidade única de desenvolvimento ou de carreira. A decisão de hoje representa o primeiro passo – o início de uma jornada na vida adulta e profissional, cheia de expectativas, vitórias e frustrações.
Após o início das aulas na faculdade, serão nossas emoções que nos dirão se fizemos a escolha certa. O ajuste é natural e o desajuste também. Pode vir a sensação de estar adorando e é isso mesmo que eu queria; ou ainda de descobrir que não tem nada a ver com o que você imaginava.
Seguimos nossa vida escolhendo e aprendendo. O que não é bom hoje pode ser daqui a algum tempo.
Aproveite cada uma das suas escolhas. Experimente e decida fazer. Toda a experiência é um grande aprendizado.