Arquivo da tag: escolha

Quais seus planos de carreira para 2014???

Para muitos alunos, esta pergunta pode não preocupar pois devem pensar “nossa, falta tanto para eu iniciar minha carreira, estou apenas no início do meu curso…”, mas isso é um grande engano!

Você começou a traçar sua carreira muito antes do que imagina. Você começou quando tomou a iniciativa de ser o responsável pela excursão do colégio, quando se candidatou a ser representante de turma, quando fez parte do grupo de escoteiros, quando fez trabalhos voluntários, quando resolveu fazer um intercâmbio fora do país para melhorar algum idioma e aprender sobre novas culturas, quando resolveu sair de casa para fazer a faculdade em outra cidade, enfim, você começou há muito tempo! O que talvez você não soubesse, é que essas decisões teriam um impacto na sua carreira, mas elas têm, e hoje você pode pensar nelas e em outras atitudes, desafios e aspirações para fazer um PLANEJAMENTO DE CARREIRA.

Se você está hoje na faculdade, este planejamento envolve, entre outras coisas:

–       Se dedicar aos estudos para que tenha um bom histórico acadêmico;

–       Iniciar ou continuar algum idioma – no Brasil os mais relevantes na busca de oportunidades são o inglês e espanhol;

–       Procurar desenvolver bons trabalhos em grupo, pensando não só na nota, mas no aprendizado que terá ao trabalhar com outras pessoas;

–       Preparar seu CV, para que ele esteja pronto, atualizado e revisado caso apareça uma oportunidade;

–       Preparar-se para entrevistas, dinâmicas, feiras de carreira, etc;

–       Participar de eventos relacionados a sua área de interesse, sempre lembrando de fazer networking!;

–       Tomar iniciativa em projetos dentro ou fora da escola, participar, envolver-se;

–      Busque um coach e/ou um mentor;

–       Procurar fazer estágio e/ou trabalhar em empresas juniores, órgãos estudantis e outros que possam te trazer experiências e contato com profissionais.

Se você criar o hábito de planejar, pensar e questionar o que precisa fazer para chegar onde quer, você verá que a lista acima vai se transformar muito ao longo de sua carreira, mas sempre vai existir.

Aproveite que a Trevisan tem o Conexão Mercado, uma area dedicada a te ajudar nesta caminhada.  Veja o calendário, eventos, treinamentos e oportunidades de 2014!

Comece agora!

Boa sorte!

6 dicas para atingir seus objetivos em 2014

Então, 2014 está aí e, uma das belezas de um ano novo é o planejamento e vontade de fazer coisas novas acontecerem. Enquanto esta é uma ótima época para buscar energias para realizar novos planos, muitas vezes pode ser difícil manter e seguir estes planos por muitos meses, por 12 meses…

Além de minhas metas profissionais, tenho uma meta pessoal este ano: correr a São Silvestre (o que não é uma tarefa fácil para uma pessoa pouco adepta a exercícios, como eu).  Comecei resolvendo caminhar por uma longa praia, que liga duas cidades do Rio de Janeiro, em um total de 12 km. Embora na São Silvestre sejam 15km, e em tese estarei correndo, confesso que caminhar 12km em areia fofa de praia já foi uma boa conquista para a 1a semana do ano! Reuni algumas dicas para que eu consiga realizar esta prova e acredito que cada um possa usá-las para suas prórprias metas.

Dica # 1: Criar rotina e automatizar

Mudar hábitos é uma das coisas mais difíceis de se fazer. É fácil adquirir um mau hábito, mas complicado se livrar dele depois de algum tempo.

Uma das coisas que você pode fazer para se livrar de tentações é criar rotinas e/ou automatizar atividades. Por exemplo, você está tentando economizar mais dinheiro? Se nos últimos meses você gastou seu salário todo, não confie tanto que irá se lembrar de depositar R$ 50,00 na poupança todo mês (ou talvez se lembre mas pode acabar se convencendo de que começar mês que vem está ok…!). Para evitar que isso aconteça, configure uma transferência automática de sua conta corrente para sua conta poupança para ocorrer no dia ou um dia depois do dia de pagamento . Se for uma quantidade pequena, você não vai nem dar falta, mas verá a diferença no fim do ano.

No  meu caso, relacionado a atividades físicas, terei uma rotina de exercícios 3 vezes por semana, que será levada a sério como meu trabalho.

Dica # 2 : Seja realista.

Sejamos realistas. A maioria das pessoas não consegue passar de sedentário a atleta do dia para a noite. Se você normalmente não treina, é melhor começar devagar e não desistir, do que ter uma meta muita audaciosa que você só vai conseguir  bater por 5 dias. Que tal começar com um plano para se exercitar de 1 a 3 dias por semana?

Se o seu objetivo é escrever ou ler mais, coloque um alerta de telefone ou de calendário todos os dias que diga ” hora de ler/escrever! ” Procure não ignorar o alerta. Pare e execute sua tarefa nem que seja por um período curto e, em breve, você criará o hábito de ler/escrever/ fazer o que quer.

Dica # 3: Aproveite suas tarefas diárias para criar novos hábitos.

 Você já tem uma tarefa que deve fazer todos os dias, como ir para a faculdade, ir para o trabalho,  ou levar as crianças para a escola? Pense no que você pode adicionar a essa tarefa diária.

Por exemplo, você pode ir a uma academia por 30min no caminho do trabalho para a faculdade, ou pode aproveitar o tempo de locomoção entre os lugares para ouvir aulas de inglês, outros idiomas, ler (ou ouvir) um livro, entre outras coisas.

Dica # 4 : Mude seu ambiente, sua rotina

 Seu desejo de agradar a si mesmo pode ser seu pior inimigo.  Quando você chega em casa do trabalho/ aula, tudo o que quer é assitir um pouco da sua série favorita, e ir dormir, certo? Lamentamos, mas como diz a velha frase, se você continuar fazendo o que sempre fez, vai continuar obtendo os mesmos resultados que sempre obteve.

Se você vai levar a sério seus objetivos , fique longe de suas fraquezas.

No caso do exercício, uma boa ideia pode ser colocar seu tênis, pesos, o que tiver que te lembre de se exercitar ao lado de sua maior tentação (talvez a TV!).

Dica # 5: Assuma uma nova identidade

 Mais uma vez, se você tem um objetivo, ele não vai exigir de você só uma mudança física, mas mental também.

Por exemplo, é comum alunos ficarem 2 meses nos EUA para aprender inglês e uns aprendem bastante outros nem tanto. Ambos fizeram a mudança física, mas só alguns fazem também a mudança mental. Se você está em um novo país com o objetivo de aprender o idioma local, não ajuda ir com os amigos e falar português o tempo todo, ou ir sozinho e encontrar brasileiros ou latinos por lá. Você precisa ir, se possível ficar em uma casa de família onde as pessoas falem inglês, fazer amigos que falem inglês, ou seja, precisa fazer a mudançxa mental para conseguir maximizar seus resultados.

Dica # 6: FAZER

 Como diz Nuno Cobra (treinador do Ayrton Senna), para realizar um objetivo você só precisa de 5 letrinhas:   F  A  Z  E  R

Escolha seu principal objetivo para este ano e comece a FAZER o que for necessário para atingí-lo. Quando este estiver conquistado ou bem encaminhado, comece a executar outro. Passo a passo você tem uma grande chance de onquistar todos eles. Basta FAZER.

 UM 2014 DE MUITO SUCESSO!

Fernanda

10 frases de Nelson Mandela para reflexão.

Faleceu ontem, na Africa do Sul, um dos maiores líderes que o mundo já conheceu – Nelson Mandela. Além de ter conseguido mover todo um povo em busca do seu ideal de libertação, conseguiu pacificamente, humildemente, inspirando as pessoas  e ensinando que, mesmo que sofressem injustiça, não deveriam devolver na mesma moeda.

Temos muito o que aprender com Mandela e reuni hoje algumas frases ditas por ele que devem nos inspirar e fazer pensar sempre. São frases provocadoras que podem nos fazer refletir sobre como levamos nossa vida, desenvolvemos nossa carreira, fazemos nossas escolhas, como cuidamos uns dos outros. Que cada um faça sua própria reflexão.

1- “Nascemos para manifestar a glória do Universo que está dentro de nós. Não está apenas em um de nós: está em todos nós. E conforme deixamos nossa própria luz brilhar, inconscientemente damos às outras pessoas permissão para fazer o mesmo. E conforme nos libertamos do nosso medo, nossa presença, automaticamente, liberta os outros. ”

2- “Ninguém nasce odiando outra pessoa pela cor de sua pele, por sua origem ,ou ainda por sua religião. Para odiar, as pessoas precisam aprender, e se podem aprender a odiar, podem ser ensinadas a amar. “

3- “O bravo não é quem não sente medo, mas quem vence esse medo.”

4- “Se você falar com um homem numa linguagem que ele compreende, isso entra na cabeça dele. Se você falar com ele em sua própria liguagem, você atinge seu coração.”

5- “Não há nada como regressar a um lugar que está igual para descobrir o quanto a gente mudou.”

6- “Sonho com o dia em que todos levantar-se-ão e compreenderão que foram feitos para viverem como irmãos.”

7- “Uma boa cabeça e um bom coração formam sempre uma combinação formidável.”

8- “Perdoem. Mas não esqueçam!”

9- “Há vitórias que são importantes apenas para aqueles que as conseguem.”

10- E, como estamos em uma faculdade, “A educação é a arma mais poderosa que você pode usar para mudar o mundo.”

 

RIP Nelson Mandela.

10 dicas para mandar bem na entrevista de emprego.

Dei recentemente uma entrevista para a jornalista Fernanda Bottoni sobre dicas para se sair bem em uma entrevista de empregos. A matéria ficou bem bacana e vou dividir algumas partes com vocês.

“Se você foi convidado para uma entrevista presencial com um recrutador ou com seu potencial gestor, é sinal de que já passou por um funil e tanto no processo seletivo. Você pode — e deve — ficar animado, mas de jeito algum pode achar que já venceu o jogo. Para se sair bem nesta etapa, além de respirar fundo, é claro, você precisa pensar no que vai dizer, na forma como vai organizar sua fala e se preparar para as mais variadas perguntas.

Confira a seguir 10 dicas para aumentar as suas chances com o entrevistador:

Preparando a memória Dias antes da entrevista, pare para pensar nas situações mais importantes da sua vida profissional. O ideal é que você selecione de 5 a 10 situações e avalie o papel que você desempenhou em cada uma, o que você aprendeu, quais foram os desafios etc. “Essa dica é muito importante para quem vai passar por uma entrevista por competência, aquela em que o entrevistador pergunta sobre situações passadas em que o candidato precisou trabalhar sob pressão ou teve de liderar um grupo, por exemplo”, explica Fernanda Thees, sócia-diretora da Loite, empresa de orientação de jovens para carreira e para processos seletivos. Isso porque, na hora do vamos ver, você pode estar nervoso e não se lembrar dos melhores exemplos para contar. Quando selecionar essas situações, observe que cada uma pode se encaixar em diversas competências — liderança, trabalho em equipe, comunicação, resiliência etc. “É a melhor forma de você se preparar já que nunca vai saber ao certo que pergunta terá de responder na hora.”

Para quem não tem experiência profissional
 Se você nunca trabalhou, pode pensar nas principais situações da sua vida escolar ou em família, por exemplo. “O importante é explorar as experiências por que você já passou”, ressalta Caroline Cobiak, consultora interna da área de Jovens Profissionais da Across, especializada em recrutamento de programas de estágio e trainee. E aqui valem os trabalhos em grupo da faculdade, a viagem com os amigos, o intercâmbio que fez sozinho, a festa que organizou etc.

Com chave de ouro
 O ideal, segundo Fernanda, da Loite, é que você sempre termine as suas falas com alguma coisa positiva. Por exemplo, você pode finalizar uma história contando que, quando concluiu determinado projeto, foi promovido. “Provavelmente o entrevistador vai pegar um gancho no que você diz por último e, se o gancho vier de alguma coisa positiva, ele tenderá a continuar o assunto”, explica ela. Por outro lado, se você terminar a fala com alguma coisa negativa, como uma demissão, ele tende a perguntar, por exemplo, por que você foi demitido etc. A dica é especialmente válida quando a entrevista for baseada nas informações do seu currículo.

Perguntas absurdas
 Algumas empresas fazem, sim, perguntas bem esquisitas na hora da entrevista. Já ouvimos falar em “quanto pesa uma girafa”, “quantas bolas de gude cabem num avião” ou até “quantos McDonald’s existem em São Paulo”. Essas questões — aparentemente engraçadinhas — podem parecer só uma pegadinha, mas, em grande parte dos casos, são feitas para testar o seu raciocínio lógico. O mais comum é que elas sejam aplicadas em bancos de investimento e consultorias, além de empresas modernas como o Google, que é muito adepto desse tipo de questionamento para todas as posições. Se você se deparar com uma pergunta desse tipo, demonstre como você é capaz de estruturar seu raciocínio para chegar a uma resposta lógica, que não necessariamente precisa estar correta. “No caso da pergunta do McDonald’s, por exemplo, conheço uma pessoa que fez uma regrinha de três e foi aprovada no processo seletivo”, conta Fernanda, da Loite. O candidato respondeu mais ou menos assim: na minha cidade, que tem x habitantes, há x McDonald’s. Em São Paulo, há mil vezes os habitantes da minha cidade, logo, deve haver mil vezes a quantidade de McDonald’s que existem lá. Simples assim.  “O importante é usar a lógica e o repertório que você tem para demonstrar que entendeu a pergunta e estruturou bem seu pensamento.”

Fazendo a lição de casa
 Outra questão que frequentemente aparece nas entrevistas é “Por que você quer trabalhar aqui?”. Pode parecer uma perguntinha à toa, mas por trás dela existe a vontade de a empresa encontrar profissionais com valores alinhados aos seus. Pode acreditar que não existe resposta pronta para essa questão. Para respondê-la, você tem, sim, de fazer a lição de casa e pesquisar tudo o que puder sobre a empresa – desde o setor em que ela atua, suas características de gestão, seus dados financeiros, seus desafios, seus concorrentes etc. “Muita gente confunde a empresa com a marca e responde que é consumidor da marca desde criança e sempre sonhou em trabalhar na empresa”, explica Caroline, da Across. Segundo ela, não é isso que o entrevistador quer saber. Ele quer ver se você acha bacana o horário flexível que a empresa oferece, por exemplo, ou a sua informalidade entre chefes e subordinados.

Perguntas são bem-vindas (e bem vistas) 
Não é apenas respondendo as perguntas do entrevistador da melhor forma que você pode ganhar pontos com ele. Sabia? Outra estratégia bem interessante é a de fazer perguntas que demonstrem primeiramente que você pesquisou informações sobre a empresa e, em seguida, que tem interesse pela empresa e pela vaga em questão. Para começar, tome o cuidado de não perguntar coisas que você poderia saber dando uma simples busca pela internet. Se a entrevista for para uma oportunidade de trainee, por exemplo, você pode perguntar como é a retenção dos talentos na empresa. “Pergunte, por exemplo, quantos trainees a empresa teve no programa anterior, quantos permanecem lá, quantos viraram gestores”, recomenda Caroline, da Across.

Totalmente Big Brother
 Fique também atento a todos os seus gestos desde o momento em que chegar à empresa. “Você pode estar sendo analisado já na recepção, na forma como trata o atendente”, alerta José Roberto, do Instituto Brasileiro de Coaching. Gentileza e educação nunca fazem mal.

Nem pense em mentir 
Contar uma mentira, aumentar uma coisinha aqui e outra ali é muito arriscado em qualquer tipo de entrevista. O recrutador — lembre-se disso — é uma pessoa treinada para perceber esses deslizes. Ele faz isso o dia inteiro e tem experiência no assunto…

Cuidados essenciais 
Na hora de escolher o que vestir, procure algo que combine com sua área de atuação. O ideal é usar uma roupa bem cuidada, mas com que você se sinta confortável (e não como se estivesse usando uma fantasia). Na dúvida, prefira cores neutras e formas simples.

Seja você
 Por fim, mesmo que você esteja sob pressão, nervoso, ansioso, tente ser você mesmo na conversa com o entrevistador. “Somente se você se colocar de forma genuína, autêntica e verdadeira é que será lembrado pela sua individualidade”, afirma Denise, da GNext.”

Se quiser saber mais, agende um horário no Conexão Mercado, serviço gratuito e disponível para todos os alunos e ex-alunos da Trevisan.

Boa sorte!

Veja na íntegra:  http://vagas.com.br/profissoes/dicas/13-dicas-mandar-entrevista-emprego/#sthash.YIINc5vd.dpuf

Dinheiro traz felicidade?

Um tema que tem me chamado muito a atenção ultimamente é FELICIDADE, palavra que tem um significado muito parecido, mesmo em culturas diferentes: um sentimento de bem estar subjetivo – sua vida é boa?

A primeira vez vi  a palavra “Felicidade” como título de um livro fiquei bastante surpresa, pois o livro é do renomado economista Eduardo Giannetti, então fiquei pensando o que levaria um economista , professor, a escrever sobre o tema.

Desde de que vi este livro, muitos outros livros e artigos relacionados apareceram e, novamente, ainda aqui em minha temporada na Califórnia, tive a chance de assistir uma maravilhosa aula com o Prof. Kramer – “Living a happier and more meaningful life”(Vivendo uma vida mais feliz e mais significativa).

Abaixo, vejam alguns pontos das aulas que me chamaram bastante atenção. Embora alguns já sejam bastante conhecidos e falados, foi interessante ver que tem base científica que os prova:

 1- As pessoas se arrependem mais de coisas que não fizeram do que de coisas que fizeram e deram errado.

Steve Jobs fez uma pergunta em seu discurso aos formandos de Stanford que ficou famosa: O que você faria se hoje fosse o ultimo dia de sua vida? Seguindo a mesma linha, se pudesse voltar no tempo, o que faria? A grande maioria das pessoas faria algo que deixou de fazer (passar mais tempo com a família e os filhos, pedir desculpas, ir atrás de realizer seu sonho, etc).

2- 50% da sua felicidade é determinada pela genética.

Esse foi para mim o ponto mais assustador. Eu sempre me perguntei por que algumas pessoas parecem ter tudo e nunca estão satisfeitas e felizes, e outras estão sempre felizes com tão pouco. Bom, tive aí 50% da explicação. Por um lado, terei mais empatia por aqueles que nunca parecem estar felizes, talvez não seja culpa deles, mas por outro lado, isso não deve ser uma desculpa para que os infelizes de plantão. Os outros 50% ainda estão nas mãos de cada um de nós.

3- As pessoas tendem a ser mais felizes à medida que envelhecem.

Esse ponto não foi exatamente uma surpresa, mas também achei interessante. Em tese, quanto mais velho você é, melhor você navega nos altos e baixos da vida. Nem um nem outro te impactam mais com tanta intensidade e, ao contrário do que parece, isso não traz monotonia, e sim serenidade, possibilidade de transferir seus conhecimentos, e felicidade.

4- Dinheiro traz felicidade?

Por último, vamos falar diretamente do tema de nosso artigo. Existe uma pesquisa de 2010 da Princeton University que mostra que, a partir de um certo nível de renda* anual, o dinheiro já não faz mais tanta diferença no nível de felicidade das pessoas. Com esta quantidade de dinheiro, as pessoas deixam de se preocupar com necessidades básicas, e alguns superfluous, e deste valor em diante existe pouca diferença no nível de felicidade entre elas. Ao contrário do que imaginaríamos, pessoas muito ricas podem até começar a ficar infelizes, a não ser que encontrem uma forma inteligente e humana de investir seu dinheiro – como curiosidade, uma pessoa que faz isso muito bem é o Bill Gates.

Fica aqui a dica: trabalhar e ter seu dinheiro é muito importante, mas talvez você dependa de outras variáveis para ser uma pessoa feliz!

 

 

* Este valor nos EUA é US$ 75.000, o que não significa que o valor equivalente no Brasil seja aproximadamente R$ 160.000,00, pois talvez tenha que se levar em consideração poder de compra e outras variáveis.

O 2o semestre chegou, e com ele muitos processos seletivos!

Julho, mês de férias, mas para quem vai participar de processos seletivos para trainee, a maratona esta só começando!

Estou aqui na Califórnia e, embora o tempo aqui seja tão maravilhoso quanto o que vemos nos filmes, tenho outros objetivos alem de olhar o céu azul: Visitar empresas como Google e Facebook, aprender tudo sobre carreira em Stanford, uma das melhores universidades do pais, e aprender novas técnicas para auxiliar vocês, alunos, na orientação de carreira.

Cheguei agora e não tenho grandes novidades ainda, por isso vou hoje responder duas perguntas que sempre me fazem:

1 – Qual é o perfil de candidato que as grandes empresas com os programas de trainee mais concorridos do mercado procuram?

Vamos lá!

Sempre começo as orientações e treinamentos dizendo que não há um perfil específico procurado por todas as empresas pois, mesmo quando várias citam algumas características comuns como habilidades de liderança e trabalho em equipe, essas mesmas características podem ser avaliadas de maneiras diferentes em empresas diferentes, e não seria nenhuma surpresa um candidato ser aprovado em uma e não na outra. Boa parte disso ira acontecer porque as empresas tem culturas diferentes, e vão usar seus filtros de acordo com sua cultura. E muito provável, por exemplo, que  o “foco em resultado”  seja avaliado de forma diferente na Ambev e na Natura, e não há nada de errado com isso.

Levando isso em consideração, seguem algumas características/ perfil que aparecem com freqüência nos processos seletivos:

Competências: habilidade de liderança, inovação, criatividade, trabalho em equipe, curiosidade, vontade de aprender, comprometimento, foco no resultado.

Antes de poder demonstrar as competências acima, o candidato já devera ter passado por um grande filtro que geralmente busca inglês avançado a fluente, excelente capacidade numérica e analítica, tempo de formatura, experiência internacional, entre outros.

 

2 –    Por que é importante fazer algum tipo de curso de preparação para enfrentar estes processos de seleção?

Os processos seletivos estão cada vez mais concorridos, e não basta mais ser bom, mas e extremamente necessário demonstrar suas habilidades durante o processo seletivo.

Trabalho com recrutamento, seleção e treinamentos ha 10 anos. No inicio era a recrutadora e em 2007 “ mudei de lado”. Eu percebia que muitos candidatos, com excelentes CVs, não eram aprovados pois não estavam bem preparados. Ficavam muito nervosos, falavam alguma “ besteira” que muitas vezes prejudicava sua entrevista, eram imaturos. O que também me deixava muito incomodada e que os candidatos geralmente se inscrevem e participam primeiro do processo seletivo que mais querem, e por isso participam ainda sem experiência. Deveriam participar de outros antes, ou deveriam fazer “ simulados”.

Com a orientação e preparação para processos seletivos os candidatos conseguem tanto identificar e focar em empresas mais alinhadas com seu perfil, quanto se preparar melhor.  O objetivo da preparação não é contar os segredos das empresas, ou ensinar como devem se comportar em cada atividade (o que seria inclusive impossível), mas aumentar o autoconhecimento deles para que possam se destacar na hora certa.

O 2o semestre chegou !

Aproveitem tudo o que a Trevisan tem a oferecer através da área de carreira,  o Conexão Mercado.

Você tem vontade de trocar de emprego com frequência?

Se você é daquelas pessoas que tem vontade de trocar de emprego todo ano (ou a cada 6 meses…) não se preocupe, não vamos fazer julgamentos. Este artigo não é sobre colocar a culpa em alguém, é sobre entender sua motivação.  Trabalho diariamente com pessoas que têm a melhor das boas intenções, pessoas que querem muito encontrar um trabalho que amam para poder se dedicar inteiramente,  vestir a camisa da empresa. Pessoas que querem um trabalho perfeito que mantenha o seu interesse e a faça sentir realmente animada para ir ao trabalho todos os dias.

No entanto, essas mesmas pessoas encontram-se saltando de emprego em emprego, incapazes de assumir um compromisso de longo prazo. Esse “pula-pula” muitas vezes vem cercado de boas intenções, por isso torna-se frustrante quando o profissional simplesmente não consegue encontrar um trabalho que seja interessante o suficiente para ele.

Se a descrição acima parece familiar para você, pode haver várias coisas acontecendo e, ao entender o que poderia estar causando essa situação, você pode ser capaz de resolvê-la. Então dê uma olhada em três razões bastante comuns e veja se alguma é seu caso:

 

1. Autoconhecimento

Profissionais mais jovens, em especial, podem estar passando por uma jornada de auto-descoberta, saltando de emprego em emprego, como forma de explorar suas opções. Quando você não tem muita experiência, é difícil saber o que você vai gostar. Passar por vários empregos/ estágios enquanto está na faculdade, não deveria ser algo para se preocupar muito. Às vezes, a única maneira de saber o que você quer em sua carreira é tentar uma variedade de coisas para determinar o que você não quer.

 

2. Erros na busca por uma oportunidade

Aqueles que são mais experientes e ainda encontrar-se pulando de emprego em emprego  devem avaliar o seu processo de busca. Muitas pessoas acabam em um ciclo vicioso: eles não conseguem definir exatamente o que buscam, e muitas vezes também não sabem como fazer essa busca por novas oportunidades,  e acabam aceitando o primeiro emprego que lhes é oferecido e que tenha um salário decente. Então, porque não foram cautelosos o suficiente no início do processo, eles acabam em um papel que paga as contas, mas não os satisfaz em qualquer nível mais profundo. Então, muito rapidamente, encontram-se novamente no mercado de trabalho.

Isso pode ser resolvido facilmente, bastando realizar uma busca de trabalho pró-ativa. Não seja somente escolhido. Escolha também suas empresas favoritas, converse com pessoas que trabalham lá, tome as rédeas de seu processo.

 

3. Incompatibilidade de Personalidade

Em algum momento, geralmente quando está a cerca de um ano no emprego, a realidade do trabalho vai alcançá-lo. Não importa o quão emocionante e interessante o trabalho tenha sido no primeiro dia, eventualmente torna-se apenas mais um trabalho. Isso acontece com todos, até mesmo os artistas e astronautas!

Se a empresa está disposta a pagar-lhe para fazer o trabalho, ele provavelmente não vai ser sempre como um dia de férias Algumas pessoas têm personalidades criativas que lutam profundamente com a rotina. Elas são mais propensas a sentir-se impacientes ao ponto de ficarem desesperadas. No entanto, em vez de realmente analisar o que está acontecendo e criar uma estratégia para gerenciar o estresse, muitas simplesmente saltam para o próximo trabalho, na esperança de que alguma coisa vá mudar. Infelizmente, raramente muda.

Se esta descrição se parece  com você, não se preocupe: você não está condenado a trocar de emprego e passar sempre pelo processo cansativo de buscar uma nova oportunidade.  Você tem opções que vão ajudá-lo a trabalhar com a sua personalidade, em vez de lutar contra ela.

 

Trocar de emprego não é necessariamente uma coisa “ruim”, mas a maioria das pessoas não gosta. Quando você salta de emprego em emprego, está geralmente procurando por algo, um sentimento de realização que está faltando. Além disso,  costumo dizer que procurar trabalho dá muito trabalho, é difícil! É um processo estressante e, mesmo quando você consegue, ainda tem aquele período difícil de aprender as coisas.

Pelo que tenho visto, encontrar uma carreira de longo prazo que realmente traga motivação, é o objetivo final da maioria das pessoas, e eu realmente acredito que seja possível para todos!

Por que protestar?

Por que protestar? Será preciso uma razão para isso?
Estamos observando essa onda de protestos que começou com o movimento Passe Livre sobre o aumento de 20 centavos na tarifa do transporte público de São Paulo. O que a princípio foi considerado apenas uma “intenção” sobre o movimento, hoje já ganhou força e atraiu pessoas para que expressem sua indignação sobre tudo.
Confira algumas frases que estão sendo utilizadas pelos manifestantes:
“Brasil, vamos acordar, o professor vale mais que o Neymar”
“Pega esses 20 centavos e enfia no SUS.”
“Ou para a roubalheira ou paramos o Brasil.”
“Desculpe o transtorno mas estamos mudando o Brasil.”
“Jogaram mentos na geração coca-cola.”
Pergunto: O que leva as pessoas a saírem de suas casas para as ruas?
No início, parecia coisa de uma geração “burguesinha” em busca de emoções… junto deles, uma turma de vândalos, depredando e destruindo. Misturado e tudo junto, entre eles mesmos percebemos os heróis e vilões, como quando assistimos as imagens do movimento no Rio de Janeiro, a intimidação feita à Polícia, que foi acuada dentro de um banco e resgatada pelos próprios manifestantes. É uma corporação a serviço da ordem e da segurança que se viu diante de pessoas totalmente descontroladas.

Ok, acredito que vale o protesto, vale a manifestação. Não vale o medo nem a intimidação.

Queremos um Brasil melhor sim, muito melhor, e as pessoas querem dizer isso, querem expressar sua opinião, mas veja bem, ao solicitar a redução de 20 centavos, essa é uma medida palpável e passível de mudança, mediante um decreto da prefeitura. Agora, pedir melhorias na educação, saúde, e outras coisas, requerem mudanças e investimentos de longo prazo.

Como medir as ações e intenções dos dirigentes? Vamos precisar melhorar os protestos então, as manifestações, as exigências e o compromisso do governo.

Vamos aprender a cobrar mais, colocar os condenados nas cadeias, lutar pelos salários mais justos, por melhores serviços, por respeito e dignidade.
Enquanto isso, escute, perceba e mantenha-se antenado nas ações e reações tanto do público como do governo. Para os jovens, experiência que irão levar por toda a vida. Um momento único e é bom guardar na memória para termos o que contar e cobrar depois.

Resultado e Recomeço

Resultados e recomeço. Todo início de ano é assim. Janeiro é o começo de vários processos seletivos que vão trazendo os primeiros resultados, desde aprovação para a próxima fase, como as aprovações em instituições de ensino. Para os candidatos um momento tenso, e para a família uma grande expectativa também. Apoio nesse momento é a melhor pedida.
O sistema do SISU já está funcionando e aumenta ainda mais essas expectativas já que o processo inclui até 3 etapas.Os resultados finais serão conhecidos apenas no final de fevereiro, com as listas de 2ª, 3ª e últimas chamadas, então manter a esperança e ficar atento as listas é a primeiro ação.
O maior desafio depois do ser aprovado e matriculado no curso é a adaptação ao curso.
Esse primeiro semestre é ponto chave para esse novo universo. Muitas mudanças para quem saiu do Ensino Médio. Autonomia e disciplina são pontos chaves dessa nova etapa.
No primeiro semestre do curso de administração, me lembro do comentário de uma aluna: – “Nossa que maravilha a faculdade! Não precisa pedir permissão para sair da aula e nem para ir ao banheiro!” E é isso mesmo. Muitos alunos com 17 ou 18 anos irão encarar um ambiente em que a autonomia é levada a sério e a disciplina depende de cada aluno.
Pontos positivos dessa nova etapa: no âmbito pessoal serão novas amizades em um novo ambiente. No âmbito educacional: Diferentes professores com diferentes experiências que farão mais cobranças e mais exigirão maior autonomia dos alunos.
Essa primeira experiência na graduação será o início de novas oportunidades inclusive de aprofundar seu conhecimento naquilo que realmente é importante e faz sentido para o aluno. Enfim estudar o que gosta e aprender a gostar de outras coisas também.Essa é a melhor parte da escolha da graduação. Depois virão as experiências profissionais e a prática. Nessa descoberta, os caminhos trarão muitas opções. Fique atento. Gostar no que se faz pode ser um bom exercício, porque nem sempre faremos apenas o que gostamos.
Que 2013 seja o começo de muitas outras escolhas que virão.

Como escolher uma faculdade?

Escolher uma faculdade não é uma tarefa fácil. Sempre surge a dúvida sobre qual curso fazer, qual faculdade oferece uma boa formação e tem reconhecimento no mercado. Nesse momento é preciso um esforço extra do candidato, afinal ele vai passar os próximos anos nesse ambiente e precisa ser criterioso nessa escolha.
O primeiro passo é listar o que você considera mais importante em uma faculdade: reputação, localização, programa acadêmico, intercâmbio, laboratórios ou ainda estrutura. Após listar por ordem de importância esses critérios siga essas sugestões:
1.Procure saber em que tipo de ambiente você se sente mais confortável: em um lugar menor, como seu colégio, ou em ambientes maiores. Em seguida, liste as faculdades que lhe proporcionam este tipo de ambiente.

2.Procure saber a classificação da instituição nos principais rankings, como o Enade (Exame Nacional de Desempenhos dos Estudantes) ou guias especializados em classificações de cursos e instituições.

3.Visite a faculdade e converse com professores e alunos; se possível, assista a uma aula.

4.Conheça o plano de aula do seu curso e procure comparar os currículos das faculdades.

5.Veja localização da faculdade e trace um roteiro entre a instituição, sua residência e o seu trabalho.

6.Veja também a metodologia das avaliações e os critérios de nota de para aprovação do aluno.

Após selecionar as faculdades e cursos que interessam, anote o período de inscrições para o vestibular, valor da inscrição e período de matrículas.
Ao ser aprovado em mais de um processo seletivo, use como critério de desempate a lista por ordem de importância que você fez antes de selecionar as instituições.
O valor da mensalidade não deve ter um peso substancial no momento da escolha, porque atualmente existem diferentes possibilidades de se conseguir financiamento ou bolsa de estudos.
O importante é que se você tenha várias opções de cursos e faculdades e que faça a escolha da forma a conciliar a melhor relação custo/benefício.
Boas escolhas.