Arquivo da tag: estágio

Você pratica o Networking?

Screen Shot 2015-02-10 at 11.09.10 AMVocê sabia que uma das melhores forma de conseguir trabalho é através de networking? Em tempos de crise é especialmente importante, mas você nunca deve perder a oportunidade de aumentar sua rede de contatos.

Veja abaixo 7 dicas par ate ajudar no networking:

  1. Crie coragem e aproxime-se das pessoas.

Sim, pode ser um pouco estressante se aproximar de alguém que você não conhece e iniciar uma conversa, mas isso é o que as pessoas fazem em eventos de networking e você pode fazer em qualquer lugar! Além disso, não tenha medo de procurar e se conectar a alguém no LinkedIn. Essa é uma ferramenta de networking profissional, ou seja, ela é feita para isso.

  1. Quando for pedir ajuda, tenha um propósito.

Não basta chegar a alguém sem uma boa razão. Tenha um motivo, saiba o que quer daquela pessoa. Você acha que esta pessoa pode compartilhar algumas informações valiosas sobre sua indústria, sua trajetória? Você quer saber mais sobre a empresa que esta pessoa está trabalhando? Seja qual for seu objetivo, tenha sua lista de perguntas, mostre interesse e sempre agradeça.

  1. Seja sempre entusiasmado e respeitoso.

Quando você está falando com alguém, realmente ouça o que ele ou ela está dizendo. Essa não é hora de atender seu telefone, checar a mensagem no What’sUp, etc. Lembre-se, eles estão dedicando seu tempo para falar com você e o mínimo que você pode fazer é mostrar entusiasmo e respeito.

  1. Seja você mesmo.

Ser profissional não significa que você deve esquecer a sua personalidade. Sua personalidade é o que faz você se destacar. As pessoas se lembram de personalidade – Seja você mesmo!

  1. Pergunte sobre seus objetivos.

O que eles querem realizar? Quais são seus objetivos? Todo mundo adora falar sobre si mesmo – é um tema fácil e você pode aprender bastante com os casos de uma pessoa mais experiente!

  1. Ofereça algo.

Você deve se perguntar: “O que eu posso fazer por essa pessoa?”. Muito provavelmente tem algo que você sabe ou tem acesso que pode interessar à outra pessoa. Compartilhe um artigo relevante, convide-os a aderir a um grupo específico da indústria. Pergunte se você pode ajudá-los em algo específico, e mesmo que não haja nada naquele momento, fique atento a oportunidades de retribuir.

  1. Mantenha contato.

Não basta deixar seus contatos e desaparecer. Faça contato de vez em quando, veja como estão, faça um follow up quando vir que mudaram de empresa, foram promovidos, fizeram aniversário. É importante alimentar sua rede para que aquele contato deixe de ser pontual e seja duradouro.

 

Espero que as dicas ajudem.

Bom trabalho e boa sorte!

Você tem um bom Currículo?

Embora hoje em dia existam várias formas de um profissional conhecer você, o currículo (ou CV) continua tendo uma enorme importância. Muitas pessoas que estão na faculdade têm seu perfil no Facebook, Instagram, Twitter e muitos outros, mas estes são sites de relacionamento pessoal – embora, CUIDADO! – muitas empresas pesquisem sobre você também nestas redes. Nesta fase é muito importante que você comece a olhar para o “Você Profissional”: o que você está estudando, para onde quer ir, quais são seus sonhos profissionais, o que você precisa fazer para chegar lá?!? Estas são perguntas que talvez ainda não tenham respostas, mas você precisa começar a construir este caminho, e junto com ele seu CV.

– Qual a função de um currículo ?

Em geral a função do currículo é despertar a atenção do empregador sobre você. Ou seja, no currículo você apresenta de maneira resumida sua formação, experiências profissionais e habilidades, com o objetivo de criar interesse no entrevistador e que, consequentemente, você seja convidado para uma entrevista.

– Tipos de currículo

Na verdade existe uma infinidade de formatos de currículo, o importante é você moldar o seu de acordo com as oportunidades que você está buscando, dando mais ênfase a informações relevantes naquele momento (ver quais experiências profissionais são mais relevantes para o cargo que você esta concorrendo, que cursos são mais valorizados, etc) ou ainda de acordo com as experiências que você já teve (por exemplo um estudante que nunca trabalhou deve enfatizar os cursos que fez, palestras….). Se você busca uma oportunidade na área financeira, não é necessário contar detalhes dos dois últimos trabalhos que você teve em marketing. Deixe espaço para falar de trabalhos, cursos, palestras, e outras atividades mais relacionadas ao que você está buscando.

Veja exemplo abaixo:

Screen Shot 2014-12-17 at 7.16.04 PM

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

– Erros comuns e que devem ser evitados:

  1. Erros de português .

Um currículo com erros de ortografia e concordância é rapidamente descartado. Dominar o idioma é pré-requisito para qualquer vaga. Revise seu CV e peça para que outras pessoas leiam também.

  1. Mentir .

Mentir para deixar o currículo mais completo, além de antiético, pode te trazer desagradáveis surpresas, já que o entrevistador pode querer avaliar se você tem mesmo determinadas experiências e características.

  1. Ser prolixo:

Um currículo longo não significa um bom currículo. Um currículo serve para que você consiga uma entrevista, portanto ele deve apresentar o conteúdo que irá chamar a atenção do entrevistador. Deixe para desenvolver, explorar e contar detalhes durante a entrevista, dando ênfase aos assuntos de maior interesse do entrevistador. Seu currículo deve conter as informações relevantes de forma clara e objetiva.

  1. Ser superficial.

Como dito acima, o currículo não pode ser muito longo, porem também não pode ser superficial. Ele deve conter informações mínimas necessárias para que o recrutador tenha interesse em te chamar para uma entrevista.

Evite colocar foto, não é sua aparência que conta mas sim suas experiências profissionais, habilidades e formação. Se ainda assim optar pela foto, coloque uma foto formal, lembre-se que você esta querendo passar uma imagem de seriedade e credibilidade portanto nada de fotos de camiseta, bermuda, óculos escuros, muita maquiagem.

  1. Anexar documentos de comprovação.

Não há necessidade (ao menos se solicitada) de anexar no currículo documentos e certificados de cursos, etc. O entrevistador parte do pressuposto de que o candidato esteja falando a verdade. Não é necessária também a assinatura nem uma rubrica no currículo.
Mantenha seu currículo atualizado
Faça atualizações permanentes no seu currículo. Apesar de parecer um clichê, as oportunidades aparecem quando você menos espera. Por isso, tenha o seu sempre em mãos e atualizado com os novos cursos, projetos e outras experiências para enviar aos recrutadores assim que solicitado.

Imagem on-line.

Além do CV, muitos recrutadores hoje em dia buscam informações sobre você na internet, por isso, cuidado com sua imagem on-line!

– Sites profissionais: nestes sites, como o LinkedIn (se ainda não se cadastrou, vale a pena!), é imprescindível que você tenha um perfil sério, com sua escolaridade e experiências.

– Sites informais: os sites também de relacionamento, mas informais, como o Facebook, permitem que você seja o que quiser, mas saiba que você poderá ser procurado por empresas lá também. Se está no seu momento de buscar uma posição no mercado, evite que sua foto principal seja você de sunga ou biquíni, ou fazendo careta, etc. Também não convém você fazer parte de uma comunidade tipo “detesto trabalhar” ou outras que possam causar uma má impressão sobre você.

– “They may google you”: algumas pessoas vão colocar seu nome no Google para ver o que aparece. Neste caso podem aparecer muitas coisas, como um blog seu, ou do qual participa; respostas que você deu a perguntas em diferentes sites, de diferentes áreas; artigos que você tenha escrito, ou com os quais tenha contribuído, etc. Procure participar de sites de discussão, principalmente nas áreas de seu maior interesse e, é claro, cuidado ao escrever suas respostas!

– E-mail: se ainda não tem, crie um e-mail profissional (por exemplo, primeironome.sobrenome@yaz.com.br) ou algo parecido. Você pode também criar uma assinatura padrão no fim do seu e-mail, com seu nome completo e telefones para contato. Faça tudo o que puder para facilitar a vida do recrutador e para que ele te ache mais rápido. Isso pode fazer toda a diferença!

 

Prepare seu CV, faça uma boa revisão, peça ajuda a quem tem mais experiência ou a um profissional da área. Uma boa oportunidade por aparecer e é melhor você estar preparado, ou ela vai passar e você pode nem perceber!

 

Aproveito para desejar a todos um Feliz Natal, um 2015 de muita paz, determinação e sucesso.

Bom trabalho!

Fernanda Lopes de Macedo Thees

Consultora de Carreiras

3 razões que não dependem de você e podem te atrapalhar na busca por uma nova oportunidade de trabalho

Há quanto tempo você (ou um ente querido) está a procura de um novo emprego? Você é qualificado e, mesmo assim, às vezes parece que isso não vai acabar nunca!

Veja abaixo 3 razões que acontecem com frequência:

 

1. Concorrendo com candidatos internos

Você pode ser a pessoa perfeita para o trabalho e ter feito uma entrevista fantástica então, de repente, alguém que já trabalha na empresa ABC está interessado e aparentemente qualificado … boom! É o fim.

O que você pode fazer: Meu conselho aqui, por mais clichê que possa ser, é nunca colocar todos os ovos na mesma cesta. Mantenha a rede, continue pesquisando, trabalhando, fazendo suas ligações. Como boa mineira que sou, sugiro que só conte com os ovos quando já estiverem na cesta!

 

2. Turnover provoca tumulto

O recrutador com quem você está conversando deixa a empresa. O gerente de contratação que você conhece é promovido e se muda. Há um novo VP que está reestruturando todo o departamento. A troca da guarda pode causar mudanças não previstas nas suas chances.

O que você pode fazer: Mudanças durante seu processo seletivo podem provocar atraso ou até mesmo acabar com suas chances. Considere o uso do LinkedIn para identificar quem mais você poderia conhecer na empresa,  ou para ver se você conhece alguém que conhece alguém”, e comece o trabalho de networking novamente.

 

3. Você não pode controlar o incontrolável

Fusões, atualizações tecnológicas, congelamento de contratações, documentos perdidos, o mau desempenho financeiro, as pessoas estão fora da cidade, as aposentadorias e os desastres naturais – todas essas são razões que podem te atrapalhar no processo de contratação.

O que você pode fazer: Nós não podemos controlar a natureza ou outras pessoas. Só podemos controlar nossas próprias ações. Por mais difícil que possa ser, às vezes você apenas tem que respirar fundo e seguir em frente.

 

Do início ao fim, há muitas coisas que podem dar terrivelmente errado com a procura de emprego, mas no final esperamos que outras muitas coisas deem certo. O importante é ter a conciência de que  toda entrevista que você faz é uma chance de brilhar, e qualquer oferta é o resultado de muito trabalho duro, paciência e um pouco de sorte.

 

Boa sorte!

 

Pergunta #1 – Você tem experiência em XYZ?

Existem centenas de perguntas que os entrevistadores podem fazer a seus candidatos, mas há uma que provavelmente irá aparecer e na qual você não pode falhar.

Esta pergunta é diferente para cada pessoa e cada posição, mas uma coisa sobre esta questão é a mesma … ela geralmente começa assim: “Você tem experiência em … (qualquer que seja a responsabilidade, atividade, etc que o empregador está procurando)? ”

O primeiro passo para responder bem a esta pergunta é, sempre que possível, saber quais as principais atividades e responsabilidades daquela vaga que você está buscando, desta forma poderá se preparer melhor para a questão acima. Os empregadores querem saber se você tem a experiência e a capacidade para desempenhar as funções essenciais do trabalho.

Então, como você vai responder a esta pergunta importantíssima da melhor maneira possível?

Plano A: Conte uma EXPERIÊNCIA já vivida.

A primeira forma de responder a pergunta sobre “experiência” é usar um exemplo do passado de um momento em que você fez XYZ e, é claro, conte também sobre o resultado final (escolha uma situação com resultado positivo!). Este é o cenário mais favorável para responder a pergunta sobre experiência: já ter passado por ela, com sucesso. Mas o que fazer se você não tem aquela experiência?

Plano B: Diga-lhes que você é CAPAZ.

Só porque você nunca fez algo não significa que não pode fazer. E isso certamente não significa que você não pode se destacar no que faz hoje. Se perguntarem sobre uma experiência que você ainda não teve, a melhor forma de responder é dizer “…embora eu não tenha tido experiência direta em XYZ , eu sou capaz de aprender rapidamente, e estou confiante de que eu poderia fazer XYZ com sucesso e superar suas expectativas.” Melhor ainda se puder dar um exemplo de uma situação que talvez não seja a mesma, mas seja similar. Mas cuidado, não vá responder simplesmente “Não, nunca fiz isso”, ou “Não tenho nenhuma experiência nesta área”. Isso será verdade em vários casos, e não é recomendado que você minta, mas procure responder com uma atitute positiva.

Um potencial empregador vai se sentir muito melhor em saber que você está confiante em suas habilidades e talentos – e também é uma alternativa muito melhor do que apenas dizer: “Não, eu não sei como fazer isso “, possivelmente excluindo você do processo. Como mencionei antes, só porque você não fez algo ainda, não significa que não pode fazer. Se quiser e tiver interesse, poderá aprender e em pouco tempo realizar algo novo e muito bem!

Boa sorte!

Quais seus planos de carreira para 2014???

Para muitos alunos, esta pergunta pode não preocupar pois devem pensar “nossa, falta tanto para eu iniciar minha carreira, estou apenas no início do meu curso…”, mas isso é um grande engano!

Você começou a traçar sua carreira muito antes do que imagina. Você começou quando tomou a iniciativa de ser o responsável pela excursão do colégio, quando se candidatou a ser representante de turma, quando fez parte do grupo de escoteiros, quando fez trabalhos voluntários, quando resolveu fazer um intercâmbio fora do país para melhorar algum idioma e aprender sobre novas culturas, quando resolveu sair de casa para fazer a faculdade em outra cidade, enfim, você começou há muito tempo! O que talvez você não soubesse, é que essas decisões teriam um impacto na sua carreira, mas elas têm, e hoje você pode pensar nelas e em outras atitudes, desafios e aspirações para fazer um PLANEJAMENTO DE CARREIRA.

Se você está hoje na faculdade, este planejamento envolve, entre outras coisas:

–       Se dedicar aos estudos para que tenha um bom histórico acadêmico;

–       Iniciar ou continuar algum idioma – no Brasil os mais relevantes na busca de oportunidades são o inglês e espanhol;

–       Procurar desenvolver bons trabalhos em grupo, pensando não só na nota, mas no aprendizado que terá ao trabalhar com outras pessoas;

–       Preparar seu CV, para que ele esteja pronto, atualizado e revisado caso apareça uma oportunidade;

–       Preparar-se para entrevistas, dinâmicas, feiras de carreira, etc;

–       Participar de eventos relacionados a sua área de interesse, sempre lembrando de fazer networking!;

–       Tomar iniciativa em projetos dentro ou fora da escola, participar, envolver-se;

–      Busque um coach e/ou um mentor;

–       Procurar fazer estágio e/ou trabalhar em empresas juniores, órgãos estudantis e outros que possam te trazer experiências e contato com profissionais.

Se você criar o hábito de planejar, pensar e questionar o que precisa fazer para chegar onde quer, você verá que a lista acima vai se transformar muito ao longo de sua carreira, mas sempre vai existir.

Aproveite que a Trevisan tem o Conexão Mercado, uma area dedicada a te ajudar nesta caminhada.  Veja o calendário, eventos, treinamentos e oportunidades de 2014!

Comece agora!

Boa sorte!

10 dicas para mandar bem na entrevista de emprego.

Dei recentemente uma entrevista para a jornalista Fernanda Bottoni sobre dicas para se sair bem em uma entrevista de empregos. A matéria ficou bem bacana e vou dividir algumas partes com vocês.

“Se você foi convidado para uma entrevista presencial com um recrutador ou com seu potencial gestor, é sinal de que já passou por um funil e tanto no processo seletivo. Você pode — e deve — ficar animado, mas de jeito algum pode achar que já venceu o jogo. Para se sair bem nesta etapa, além de respirar fundo, é claro, você precisa pensar no que vai dizer, na forma como vai organizar sua fala e se preparar para as mais variadas perguntas.

Confira a seguir 10 dicas para aumentar as suas chances com o entrevistador:

Preparando a memória Dias antes da entrevista, pare para pensar nas situações mais importantes da sua vida profissional. O ideal é que você selecione de 5 a 10 situações e avalie o papel que você desempenhou em cada uma, o que você aprendeu, quais foram os desafios etc. “Essa dica é muito importante para quem vai passar por uma entrevista por competência, aquela em que o entrevistador pergunta sobre situações passadas em que o candidato precisou trabalhar sob pressão ou teve de liderar um grupo, por exemplo”, explica Fernanda Thees, sócia-diretora da Loite, empresa de orientação de jovens para carreira e para processos seletivos. Isso porque, na hora do vamos ver, você pode estar nervoso e não se lembrar dos melhores exemplos para contar. Quando selecionar essas situações, observe que cada uma pode se encaixar em diversas competências — liderança, trabalho em equipe, comunicação, resiliência etc. “É a melhor forma de você se preparar já que nunca vai saber ao certo que pergunta terá de responder na hora.”

Para quem não tem experiência profissional
 Se você nunca trabalhou, pode pensar nas principais situações da sua vida escolar ou em família, por exemplo. “O importante é explorar as experiências por que você já passou”, ressalta Caroline Cobiak, consultora interna da área de Jovens Profissionais da Across, especializada em recrutamento de programas de estágio e trainee. E aqui valem os trabalhos em grupo da faculdade, a viagem com os amigos, o intercâmbio que fez sozinho, a festa que organizou etc.

Com chave de ouro
 O ideal, segundo Fernanda, da Loite, é que você sempre termine as suas falas com alguma coisa positiva. Por exemplo, você pode finalizar uma história contando que, quando concluiu determinado projeto, foi promovido. “Provavelmente o entrevistador vai pegar um gancho no que você diz por último e, se o gancho vier de alguma coisa positiva, ele tenderá a continuar o assunto”, explica ela. Por outro lado, se você terminar a fala com alguma coisa negativa, como uma demissão, ele tende a perguntar, por exemplo, por que você foi demitido etc. A dica é especialmente válida quando a entrevista for baseada nas informações do seu currículo.

Perguntas absurdas
 Algumas empresas fazem, sim, perguntas bem esquisitas na hora da entrevista. Já ouvimos falar em “quanto pesa uma girafa”, “quantas bolas de gude cabem num avião” ou até “quantos McDonald’s existem em São Paulo”. Essas questões — aparentemente engraçadinhas — podem parecer só uma pegadinha, mas, em grande parte dos casos, são feitas para testar o seu raciocínio lógico. O mais comum é que elas sejam aplicadas em bancos de investimento e consultorias, além de empresas modernas como o Google, que é muito adepto desse tipo de questionamento para todas as posições. Se você se deparar com uma pergunta desse tipo, demonstre como você é capaz de estruturar seu raciocínio para chegar a uma resposta lógica, que não necessariamente precisa estar correta. “No caso da pergunta do McDonald’s, por exemplo, conheço uma pessoa que fez uma regrinha de três e foi aprovada no processo seletivo”, conta Fernanda, da Loite. O candidato respondeu mais ou menos assim: na minha cidade, que tem x habitantes, há x McDonald’s. Em São Paulo, há mil vezes os habitantes da minha cidade, logo, deve haver mil vezes a quantidade de McDonald’s que existem lá. Simples assim.  “O importante é usar a lógica e o repertório que você tem para demonstrar que entendeu a pergunta e estruturou bem seu pensamento.”

Fazendo a lição de casa
 Outra questão que frequentemente aparece nas entrevistas é “Por que você quer trabalhar aqui?”. Pode parecer uma perguntinha à toa, mas por trás dela existe a vontade de a empresa encontrar profissionais com valores alinhados aos seus. Pode acreditar que não existe resposta pronta para essa questão. Para respondê-la, você tem, sim, de fazer a lição de casa e pesquisar tudo o que puder sobre a empresa – desde o setor em que ela atua, suas características de gestão, seus dados financeiros, seus desafios, seus concorrentes etc. “Muita gente confunde a empresa com a marca e responde que é consumidor da marca desde criança e sempre sonhou em trabalhar na empresa”, explica Caroline, da Across. Segundo ela, não é isso que o entrevistador quer saber. Ele quer ver se você acha bacana o horário flexível que a empresa oferece, por exemplo, ou a sua informalidade entre chefes e subordinados.

Perguntas são bem-vindas (e bem vistas) 
Não é apenas respondendo as perguntas do entrevistador da melhor forma que você pode ganhar pontos com ele. Sabia? Outra estratégia bem interessante é a de fazer perguntas que demonstrem primeiramente que você pesquisou informações sobre a empresa e, em seguida, que tem interesse pela empresa e pela vaga em questão. Para começar, tome o cuidado de não perguntar coisas que você poderia saber dando uma simples busca pela internet. Se a entrevista for para uma oportunidade de trainee, por exemplo, você pode perguntar como é a retenção dos talentos na empresa. “Pergunte, por exemplo, quantos trainees a empresa teve no programa anterior, quantos permanecem lá, quantos viraram gestores”, recomenda Caroline, da Across.

Totalmente Big Brother
 Fique também atento a todos os seus gestos desde o momento em que chegar à empresa. “Você pode estar sendo analisado já na recepção, na forma como trata o atendente”, alerta José Roberto, do Instituto Brasileiro de Coaching. Gentileza e educação nunca fazem mal.

Nem pense em mentir 
Contar uma mentira, aumentar uma coisinha aqui e outra ali é muito arriscado em qualquer tipo de entrevista. O recrutador — lembre-se disso — é uma pessoa treinada para perceber esses deslizes. Ele faz isso o dia inteiro e tem experiência no assunto…

Cuidados essenciais 
Na hora de escolher o que vestir, procure algo que combine com sua área de atuação. O ideal é usar uma roupa bem cuidada, mas com que você se sinta confortável (e não como se estivesse usando uma fantasia). Na dúvida, prefira cores neutras e formas simples.

Seja você
 Por fim, mesmo que você esteja sob pressão, nervoso, ansioso, tente ser você mesmo na conversa com o entrevistador. “Somente se você se colocar de forma genuína, autêntica e verdadeira é que será lembrado pela sua individualidade”, afirma Denise, da GNext.”

Se quiser saber mais, agende um horário no Conexão Mercado, serviço gratuito e disponível para todos os alunos e ex-alunos da Trevisan.

Boa sorte!

Veja na íntegra:  http://vagas.com.br/profissoes/dicas/13-dicas-mandar-entrevista-emprego/#sthash.YIINc5vd.dpuf

O 2o semestre chegou, e com ele muitos processos seletivos!

Julho, mês de férias, mas para quem vai participar de processos seletivos para trainee, a maratona esta só começando!

Estou aqui na Califórnia e, embora o tempo aqui seja tão maravilhoso quanto o que vemos nos filmes, tenho outros objetivos alem de olhar o céu azul: Visitar empresas como Google e Facebook, aprender tudo sobre carreira em Stanford, uma das melhores universidades do pais, e aprender novas técnicas para auxiliar vocês, alunos, na orientação de carreira.

Cheguei agora e não tenho grandes novidades ainda, por isso vou hoje responder duas perguntas que sempre me fazem:

1 – Qual é o perfil de candidato que as grandes empresas com os programas de trainee mais concorridos do mercado procuram?

Vamos lá!

Sempre começo as orientações e treinamentos dizendo que não há um perfil específico procurado por todas as empresas pois, mesmo quando várias citam algumas características comuns como habilidades de liderança e trabalho em equipe, essas mesmas características podem ser avaliadas de maneiras diferentes em empresas diferentes, e não seria nenhuma surpresa um candidato ser aprovado em uma e não na outra. Boa parte disso ira acontecer porque as empresas tem culturas diferentes, e vão usar seus filtros de acordo com sua cultura. E muito provável, por exemplo, que  o “foco em resultado”  seja avaliado de forma diferente na Ambev e na Natura, e não há nada de errado com isso.

Levando isso em consideração, seguem algumas características/ perfil que aparecem com freqüência nos processos seletivos:

Competências: habilidade de liderança, inovação, criatividade, trabalho em equipe, curiosidade, vontade de aprender, comprometimento, foco no resultado.

Antes de poder demonstrar as competências acima, o candidato já devera ter passado por um grande filtro que geralmente busca inglês avançado a fluente, excelente capacidade numérica e analítica, tempo de formatura, experiência internacional, entre outros.

 

2 –    Por que é importante fazer algum tipo de curso de preparação para enfrentar estes processos de seleção?

Os processos seletivos estão cada vez mais concorridos, e não basta mais ser bom, mas e extremamente necessário demonstrar suas habilidades durante o processo seletivo.

Trabalho com recrutamento, seleção e treinamentos ha 10 anos. No inicio era a recrutadora e em 2007 “ mudei de lado”. Eu percebia que muitos candidatos, com excelentes CVs, não eram aprovados pois não estavam bem preparados. Ficavam muito nervosos, falavam alguma “ besteira” que muitas vezes prejudicava sua entrevista, eram imaturos. O que também me deixava muito incomodada e que os candidatos geralmente se inscrevem e participam primeiro do processo seletivo que mais querem, e por isso participam ainda sem experiência. Deveriam participar de outros antes, ou deveriam fazer “ simulados”.

Com a orientação e preparação para processos seletivos os candidatos conseguem tanto identificar e focar em empresas mais alinhadas com seu perfil, quanto se preparar melhor.  O objetivo da preparação não é contar os segredos das empresas, ou ensinar como devem se comportar em cada atividade (o que seria inclusive impossível), mas aumentar o autoconhecimento deles para que possam se destacar na hora certa.

O 2o semestre chegou !

Aproveitem tudo o que a Trevisan tem a oferecer através da área de carreira,  o Conexão Mercado.

Você tem vontade de trocar de emprego com frequência?

Se você é daquelas pessoas que tem vontade de trocar de emprego todo ano (ou a cada 6 meses…) não se preocupe, não vamos fazer julgamentos. Este artigo não é sobre colocar a culpa em alguém, é sobre entender sua motivação.  Trabalho diariamente com pessoas que têm a melhor das boas intenções, pessoas que querem muito encontrar um trabalho que amam para poder se dedicar inteiramente,  vestir a camisa da empresa. Pessoas que querem um trabalho perfeito que mantenha o seu interesse e a faça sentir realmente animada para ir ao trabalho todos os dias.

No entanto, essas mesmas pessoas encontram-se saltando de emprego em emprego, incapazes de assumir um compromisso de longo prazo. Esse “pula-pula” muitas vezes vem cercado de boas intenções, por isso torna-se frustrante quando o profissional simplesmente não consegue encontrar um trabalho que seja interessante o suficiente para ele.

Se a descrição acima parece familiar para você, pode haver várias coisas acontecendo e, ao entender o que poderia estar causando essa situação, você pode ser capaz de resolvê-la. Então dê uma olhada em três razões bastante comuns e veja se alguma é seu caso:

 

1. Autoconhecimento

Profissionais mais jovens, em especial, podem estar passando por uma jornada de auto-descoberta, saltando de emprego em emprego, como forma de explorar suas opções. Quando você não tem muita experiência, é difícil saber o que você vai gostar. Passar por vários empregos/ estágios enquanto está na faculdade, não deveria ser algo para se preocupar muito. Às vezes, a única maneira de saber o que você quer em sua carreira é tentar uma variedade de coisas para determinar o que você não quer.

 

2. Erros na busca por uma oportunidade

Aqueles que são mais experientes e ainda encontrar-se pulando de emprego em emprego  devem avaliar o seu processo de busca. Muitas pessoas acabam em um ciclo vicioso: eles não conseguem definir exatamente o que buscam, e muitas vezes também não sabem como fazer essa busca por novas oportunidades,  e acabam aceitando o primeiro emprego que lhes é oferecido e que tenha um salário decente. Então, porque não foram cautelosos o suficiente no início do processo, eles acabam em um papel que paga as contas, mas não os satisfaz em qualquer nível mais profundo. Então, muito rapidamente, encontram-se novamente no mercado de trabalho.

Isso pode ser resolvido facilmente, bastando realizar uma busca de trabalho pró-ativa. Não seja somente escolhido. Escolha também suas empresas favoritas, converse com pessoas que trabalham lá, tome as rédeas de seu processo.

 

3. Incompatibilidade de Personalidade

Em algum momento, geralmente quando está a cerca de um ano no emprego, a realidade do trabalho vai alcançá-lo. Não importa o quão emocionante e interessante o trabalho tenha sido no primeiro dia, eventualmente torna-se apenas mais um trabalho. Isso acontece com todos, até mesmo os artistas e astronautas!

Se a empresa está disposta a pagar-lhe para fazer o trabalho, ele provavelmente não vai ser sempre como um dia de férias Algumas pessoas têm personalidades criativas que lutam profundamente com a rotina. Elas são mais propensas a sentir-se impacientes ao ponto de ficarem desesperadas. No entanto, em vez de realmente analisar o que está acontecendo e criar uma estratégia para gerenciar o estresse, muitas simplesmente saltam para o próximo trabalho, na esperança de que alguma coisa vá mudar. Infelizmente, raramente muda.

Se esta descrição se parece  com você, não se preocupe: você não está condenado a trocar de emprego e passar sempre pelo processo cansativo de buscar uma nova oportunidade.  Você tem opções que vão ajudá-lo a trabalhar com a sua personalidade, em vez de lutar contra ela.

 

Trocar de emprego não é necessariamente uma coisa “ruim”, mas a maioria das pessoas não gosta. Quando você salta de emprego em emprego, está geralmente procurando por algo, um sentimento de realização que está faltando. Além disso,  costumo dizer que procurar trabalho dá muito trabalho, é difícil! É um processo estressante e, mesmo quando você consegue, ainda tem aquele período difícil de aprender as coisas.

Pelo que tenho visto, encontrar uma carreira de longo prazo que realmente traga motivação, é o objetivo final da maioria das pessoas, e eu realmente acredito que seja possível para todos!

Por que estamos tão infelizes?

Screen Shot 2013-06-10 at 2.51.51 PM  “Mais da metade dos empregados do mundo reclama de seu trabalho”, diz a Você RH. O que está causando esse fenômeno e até que       ponto a empresa é responsivel?

Vicky Bloch, consultora e coach diz que vivemos uma crise de valores, onde “a vida não vale nada”.  Além disso, estamos aprendendo desde cedo a cobiçar o que não temos. Se não temos ambição, somos marginalizados. Outro dia me assustou muito o comentário de uma amigo, do qual gosto demais e respeito muito tanto pessoalmente quanto profissionalmente (talvez por isso tenha me assustado). Estava falando sobre a importância que vejo em levar minhas filhas para verem projetos sociais pois, apesar de pequenas, acho importante conhecerem diferentes realidades, etc. Esse amigo achou interessante, mas disse que queria saber como ensinar a filha a ter ambição. Confesso que nunca tinha pensado nisso! Fico pensando em como ensinar minhas filhas a serem felizes.

Será que é isso? Somos criados para sermos melhores que os outros e, senão o somos, nós nos cobramos, a sociedade nos cobra? Existe aquela famosa pesquisa (não me lembro mais os valores exatos – os valores eguintes são simbólicos) onde perguntaram às pessoas se elas preferiam ganhar R$ 1.000,00 onde todos ganhavam R$ 500,00, ou ganhar R$ 2.000,00 onde todos ganhavam R$ 5.000,00.

Pode parecer absurdo, mas a grande maioria preferia ganhar menos individualmente, mas ganhar mais do que os outros.

Embora eu acredite que as empresas têm sim sua responsabilidade com os funcionários, acredito mais que cada um é responsável pela própria vida e por sua felicidade. Diz Vichy Bloch novamente que “a felicidade é um estado de espírito, portanto individual. O que gera esse estado é diferente para cada um porque depende do context social, educacional e familiar em que foi criado”.

Cada vez mais será necessário respeitar as vontades, ambição e interesses de cada um. Se uma pessoa quer trabalhar 12h por dia, ter um nível de preocupação gigante, pois quer ganhar mais, tudo bem. Da mesma forma, deveria estar tudo bem se alguém quer trabalhar 8h, sem estresse, e ganhar menos. Só é difícil com o nível de concorrência que temos hoje em dia querer trabalhar as 8h, sem estresse, e ganhar o tal salário alto.  Além disso, todo mundo, inclusive nós mesmos, precisamos saber que há ônus e bônus atrelados a cada decisão.

Só para terminar, diz Mario Sergio Cortella, filosofo e professor da PUC SP que “Felicidade é um estado de vibração intense. Nenhum de nós está feliz o tempo todo, nem poderia. A felicidade está apoiada na ausência: você só é feliz porque não está feliz o tempo todo”.

E você, já descobriu o que te faz feliz? E o mais importante, está disposto a ouvir?

10 erros comuns e fáceis de evitar em processos seletivos!

Como em quase toda entrevista, li no artigo abaixo uma frase que não foi o que falei, e vou aproveitar para “corrigir” aqui.
De qualquer forma, gostei muito do texto produzido pela equipe do Terra e reproduzo abaixo para vocês.
Espero que curtam!
“Quem nunca teve um comportamento equivocado, uma fala indevida, ou disse mais do que devia em uma entrevista de emprego que atire a primeira pedra. Apesar de comuns, as gafes não são facilmente perdoadas pelos recrutadores. Para evitar problemas na hora da seleção – e impedir que a vaga dos sonhos caia nas mão de outro candidato – a consultora de carreiras Fernanda Thees, sócia da empresa Loite, citou o que não deve ser feito por quem quer a vaga dos sonhos. Confira:
1 – Não deixe de olhar no olho do entrevistador:Além de causar uma impressão ruim por gerar dúvidas sobre a capacidade de interação do candidato, o olhar desviado também pode impedir que o empregador ouça com clareza o que o candidato tem a dizer.
2- Não dê respostas muito breves:
Ser sucinto demais faz com que o recrutador fique com preguiça de pedir maiores explicações de situações vividas em empresas anteriores.*Foi neste ponto dois que fui mal interpretada… Um bom entrevistador não tem preguiça de perguntar, mas pode se cansar  e questionar o bom entendimento do candidato depois de pedir mais de 10 vezes para a pessoa “explicar melhor”, “elaborar um pouco mais” , “dar mais detalhes”. Um candidato que não ouve ou não entende o que é pedido inúmeras vezes está se colocando numa posição ruim.
3- Não fale demais:
Ninguém precisa ser muito breve – mas a hora da entrevista não é ideal para você contar a história da sua vida. Faça uma apresentação completa – com início, meio e fim – mas não exagere na medida. Antes visto como uma característica de liderança, hoje a atitude é considerada uma forma ruim de mostrar dominância.
4- Não chegue atrasado:
Pontualidade britânica é essencial em um processo seletivo. Se for chegar atrasado, avise e tenha um motivo justo. “É interessante chegar antes e observar o ambiente da empresa, analisar e entender um pouco melhor sobre aquele local de trabalho”, diz Fernanda.
5- Controle as manias:
Deixe as manias, tiques e outras características estranhas em casa. Elas só vão fazer com que o recrutador se distraia e não lembre exatamente de tudo o que o candidato falar.
6- Use o português correto, evite gírias e siglas:
Respeito à língua materna é fundamental em uma entrevista de emprego. Por ser um ambiente formal, o uso de gírias também não é bem visto. As siglas, em geral utilizadas por categorias profissionais especificas, também não costumam fazer parte do linguajar dos recrutadores e devem ser evitadas.
7- Não fale mal da antiga empresa:
Não é considerado ético falar mal de um empregador anterior. Ainda que o que você tenha para dizer seja verdadeiro, o momento da entrevista não é o mais apropriado para despejar sua insatisfação com a outra empresa.
8- Fale alguma coisa:
Mesmo quem é tímido deve fazer um esforço para falar e se mostrar durante uma dinâmica de grupo. Pessoas que não conseguem verbalizar a opinião não são bem vistas no ambiente corporativo.
9- Não crie um personagem:
Seja autêntico. Não tente apresentar um personagem – alguém que você não é. “Contar histórias que não são verdadeiras e dificilmente vão se sustentar após uma entrevista vão pesar contra o candidato”, diz Fernanda.
10- Falar de salário na hora errada:
Durante as entrevistas, tente não levantar o assunto “salário” a menos que seja perguntado. Se a empresa fizer uma proposta, o candidato analisa a questão e verifica se vale a pena aceitar.”