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Por que fazer uma pós-graduação?

HALDENAs exigências do mercado de trabalho, que demanda profissionais com alta qualificação, têm levado a um aumento espetacular no número de programas e cursos de pós-graduação no Brasil. Os cursos lato sensu – especializações e MBA – somam mais de 10 mil, nas mais diversas áreas.

 Na modalidade stricto sensu, a oferta praticamente dobrou entre 2003 e 2013. Em setembro de 2013, época do fechamento desta edição, eram quase 5 400 cursos, entre mestrados acadêmicos, mestrados profissionais e doutorados. A perspectiva para os próximos anos é continuar nesse ritmo.

A meta do plano Nacional de Pós-Graduação (PNPG), de 2011, é duplicar as vagas e a titulação de pós-graduados até 2020. A demanda pelos programas também aumenta. Em 2010, 922 mil brasileiros estavam matriculados em cursos de pós-graduação.

Salto na carreira

Já virou um senso comum: para avançar na carreira, é fundamental se manter atualizado. É claro que simpósios e congressos são ferramentas importantes para isso. Mas uma pós-graduação enriquece o currículo com uma experiência de peso.

No entanto, a pós-graduação, por si só, não garante a ascensão profissional. As empresas levam em conta outras qualificações, como o relacionamento interpessoal, a capacidade de liderança, a experiência no mercado, a vivência no exterior e o domínio de outras línguas.

Segundo dados da Pesquisa Salarial e de Benefícios da Catho, de agosto de 2012, quem faz uma especialização, MBA, doutorado ou mestrado chega a ganhar até 70% mais que alguém que cursou apenas uma graduação, dependendo do nível hierárquico. Um curso desse tipo muitas vezes é um grande diferencial no currículo de um candidato, pois é uma fonte eficaz de qualificação e atualização, além, é claro, de ser um excelente canal para desenvolvimento de networking.

Ampliar conhecimentos

Essa demanda por conhecimentos é uma tendência na carreira de um profissional em ascensão. Conforme avança em uma empresa, por exemplo, é natural que passe a desempenhar funções que demandam mais de seus conhecimentos. Surgem desafios relacionados a áreas como gestão de pessoas, finanças ou tecnologia.

Geralmente, o alerta para a necessidade de uma pós-graduação soa em meio à rotina de trabalho. Um dia, o profissional depara com novos desafios e sente que é hora de voltar aos estudos, adquirir competências novas ou se atualizar. Para recorrer a uma pós-graduação, é preciso ter metas muito claras.

Novos horizontes

Cursar uma pós-graduação também é um modo de corrigir a rota profissional. Para quem está prestes a assumir uma nova função em uma empresa, os cursos de especialização são ideais.

Essa modalidade de estudo oferece, em pouco tempo, um apanhado geral de uma área do conhecimento, capacitando o profissional a dominar determinado assunto com segurança.

Rede de contatos

Uma das consequências de fazer uma pós-graduação é conviver com pessoas de mesmos interesses e campo de atuação e, assim, ampliar a rede de contatos profissionais – ou seja, o networking.

Ao mesmo tempo que se engorda a agenda de telefones, essa exposição e esses encontros constituem um modo de se fazer conhecido no mercado.

 

Entre mais de 13 mil cursos de pós-graduação no Brasil, o Guia do MBA do Estadão avaliou mil cursos em 2016, desses a Trevisan teve 17 cursos avaliados e todos com destaque em:

  • Conhecimento: qualifica o conteúdo dos cursos e os docentes.
  • Networking: qualifica as chances do aluno aumentar sua rede de relacionamento.
  • Processo Seletivo: critérios de seleção para ingressar no curso.

Veja as opções e escolha o que mais combina com você. 

 

Fonte: Pós Graduando.

 

 

Dicas para ter o melhor aproveitamento acadêmico no mercado de trabalho

aproveitamento_fbO mercado de trabalho está bem complicado no momento atual, não é nenhuma novidade, devido ao cenário econômico e principalmente político. Mas a grande pergunta é: como se destacar nesse momento?

Confira abaixo algumas dicas que vão te ajudar a aproveitar ao máximo sua faculdade, te preparando a enfrentar os desafios contínuos e te destacando no mercado:

Atividades Complementares: Há um bom tempo o jovem que tem bom desempenho acadêmico, ou seja, notas boas, é bem visto ao mercado. E não há muito tempo, as empresas tem se perguntado o que foi feito além das suas atividades acadêmicas do dia a dia. Uma atividade complementar relevante como a participação em uma ONG, que realmente desenvolva o jovem, é considerado um plus pelo mercado.

Idiomas: O conhecimento em inglês “fluente” no fim da faculdade, através de uma participação ativa em curso de idiomas, ou uma experiência internacional como um intercâmbio com a realização de algum projeto, por exemplo, é olhado por lupa pelos entrevistadores.

Habilidades e comportamentos: Fazer exercícios de autoconhecimento é essencial para descobrir o direcionamento e adequação de comportamentos nos ambientes corporativos e, consequentemente, aperfeiçoar suas habilidades.

Network: Criar network também faz toda diferença na caminhada ao sucesso. Alguns empregadores preferem buscar pessoas por indicação, pois confiança é algo que se demora a adquirir e hoje, mais do que nunca, assuntos relacionados a compliance, controles internos, governança corporativa, ética, entre outros, estão chamando a atenção nas companhias sérias. Ou seja, uma contratação confiável é mais rápida e, teoricamente, mais “segura” para o empregador.

Orientação e direcionamento: Além dessas atividades é importante, desde o início da faculdade, buscar orientações de carreira com professores e outros profissionais para ter um direcionamento específico para um estágio, pois a graduação oferece muitos ramos de atividades.

Marcos Robson Vieira é aluno do curso Ciências Contábeis da Trevisan, palestrante e educador financeiro pela DSOP Educação Financeira. Atua como gerente de contas na AIESEC no INSPER e também como líder do programa de Mentoring do IBEF Jovem em SP.

Você pratica o Networking?

Screen Shot 2015-02-10 at 11.09.10 AMVocê sabia que uma das melhores forma de conseguir trabalho é através de networking? Em tempos de crise é especialmente importante, mas você nunca deve perder a oportunidade de aumentar sua rede de contatos.

Veja abaixo 7 dicas par ate ajudar no networking:

  1. Crie coragem e aproxime-se das pessoas.

Sim, pode ser um pouco estressante se aproximar de alguém que você não conhece e iniciar uma conversa, mas isso é o que as pessoas fazem em eventos de networking e você pode fazer em qualquer lugar! Além disso, não tenha medo de procurar e se conectar a alguém no LinkedIn. Essa é uma ferramenta de networking profissional, ou seja, ela é feita para isso.

  1. Quando for pedir ajuda, tenha um propósito.

Não basta chegar a alguém sem uma boa razão. Tenha um motivo, saiba o que quer daquela pessoa. Você acha que esta pessoa pode compartilhar algumas informações valiosas sobre sua indústria, sua trajetória? Você quer saber mais sobre a empresa que esta pessoa está trabalhando? Seja qual for seu objetivo, tenha sua lista de perguntas, mostre interesse e sempre agradeça.

  1. Seja sempre entusiasmado e respeitoso.

Quando você está falando com alguém, realmente ouça o que ele ou ela está dizendo. Essa não é hora de atender seu telefone, checar a mensagem no What’sUp, etc. Lembre-se, eles estão dedicando seu tempo para falar com você e o mínimo que você pode fazer é mostrar entusiasmo e respeito.

  1. Seja você mesmo.

Ser profissional não significa que você deve esquecer a sua personalidade. Sua personalidade é o que faz você se destacar. As pessoas se lembram de personalidade – Seja você mesmo!

  1. Pergunte sobre seus objetivos.

O que eles querem realizar? Quais são seus objetivos? Todo mundo adora falar sobre si mesmo – é um tema fácil e você pode aprender bastante com os casos de uma pessoa mais experiente!

  1. Ofereça algo.

Você deve se perguntar: “O que eu posso fazer por essa pessoa?”. Muito provavelmente tem algo que você sabe ou tem acesso que pode interessar à outra pessoa. Compartilhe um artigo relevante, convide-os a aderir a um grupo específico da indústria. Pergunte se você pode ajudá-los em algo específico, e mesmo que não haja nada naquele momento, fique atento a oportunidades de retribuir.

  1. Mantenha contato.

Não basta deixar seus contatos e desaparecer. Faça contato de vez em quando, veja como estão, faça um follow up quando vir que mudaram de empresa, foram promovidos, fizeram aniversário. É importante alimentar sua rede para que aquele contato deixe de ser pontual e seja duradouro.

 

Espero que as dicas ajudem.

Bom trabalho e boa sorte!

3 razões que não dependem de você e podem te atrapalhar na busca por uma nova oportunidade de trabalho

Há quanto tempo você (ou um ente querido) está a procura de um novo emprego? Você é qualificado e, mesmo assim, às vezes parece que isso não vai acabar nunca!

Veja abaixo 3 razões que acontecem com frequência:

 

1. Concorrendo com candidatos internos

Você pode ser a pessoa perfeita para o trabalho e ter feito uma entrevista fantástica então, de repente, alguém que já trabalha na empresa ABC está interessado e aparentemente qualificado … boom! É o fim.

O que você pode fazer: Meu conselho aqui, por mais clichê que possa ser, é nunca colocar todos os ovos na mesma cesta. Mantenha a rede, continue pesquisando, trabalhando, fazendo suas ligações. Como boa mineira que sou, sugiro que só conte com os ovos quando já estiverem na cesta!

 

2. Turnover provoca tumulto

O recrutador com quem você está conversando deixa a empresa. O gerente de contratação que você conhece é promovido e se muda. Há um novo VP que está reestruturando todo o departamento. A troca da guarda pode causar mudanças não previstas nas suas chances.

O que você pode fazer: Mudanças durante seu processo seletivo podem provocar atraso ou até mesmo acabar com suas chances. Considere o uso do LinkedIn para identificar quem mais você poderia conhecer na empresa,  ou para ver se você conhece alguém que conhece alguém”, e comece o trabalho de networking novamente.

 

3. Você não pode controlar o incontrolável

Fusões, atualizações tecnológicas, congelamento de contratações, documentos perdidos, o mau desempenho financeiro, as pessoas estão fora da cidade, as aposentadorias e os desastres naturais – todas essas são razões que podem te atrapalhar no processo de contratação.

O que você pode fazer: Nós não podemos controlar a natureza ou outras pessoas. Só podemos controlar nossas próprias ações. Por mais difícil que possa ser, às vezes você apenas tem que respirar fundo e seguir em frente.

 

Do início ao fim, há muitas coisas que podem dar terrivelmente errado com a procura de emprego, mas no final esperamos que outras muitas coisas deem certo. O importante é ter a conciência de que  toda entrevista que você faz é uma chance de brilhar, e qualquer oferta é o resultado de muito trabalho duro, paciência e um pouco de sorte.

 

Boa sorte!

 

10 frases de Nelson Mandela para reflexão.

Faleceu ontem, na Africa do Sul, um dos maiores líderes que o mundo já conheceu – Nelson Mandela. Além de ter conseguido mover todo um povo em busca do seu ideal de libertação, conseguiu pacificamente, humildemente, inspirando as pessoas  e ensinando que, mesmo que sofressem injustiça, não deveriam devolver na mesma moeda.

Temos muito o que aprender com Mandela e reuni hoje algumas frases ditas por ele que devem nos inspirar e fazer pensar sempre. São frases provocadoras que podem nos fazer refletir sobre como levamos nossa vida, desenvolvemos nossa carreira, fazemos nossas escolhas, como cuidamos uns dos outros. Que cada um faça sua própria reflexão.

1- “Nascemos para manifestar a glória do Universo que está dentro de nós. Não está apenas em um de nós: está em todos nós. E conforme deixamos nossa própria luz brilhar, inconscientemente damos às outras pessoas permissão para fazer o mesmo. E conforme nos libertamos do nosso medo, nossa presença, automaticamente, liberta os outros. ”

2- “Ninguém nasce odiando outra pessoa pela cor de sua pele, por sua origem ,ou ainda por sua religião. Para odiar, as pessoas precisam aprender, e se podem aprender a odiar, podem ser ensinadas a amar. “

3- “O bravo não é quem não sente medo, mas quem vence esse medo.”

4- “Se você falar com um homem numa linguagem que ele compreende, isso entra na cabeça dele. Se você falar com ele em sua própria liguagem, você atinge seu coração.”

5- “Não há nada como regressar a um lugar que está igual para descobrir o quanto a gente mudou.”

6- “Sonho com o dia em que todos levantar-se-ão e compreenderão que foram feitos para viverem como irmãos.”

7- “Uma boa cabeça e um bom coração formam sempre uma combinação formidável.”

8- “Perdoem. Mas não esqueçam!”

9- “Há vitórias que são importantes apenas para aqueles que as conseguem.”

10- E, como estamos em uma faculdade, “A educação é a arma mais poderosa que você pode usar para mudar o mundo.”

 

RIP Nelson Mandela.

Quatro pontos que a maioria dos empreendedores têm em comum.

Infográfico empreendedorismoEstá se aproximando a Semana do Empreendedorismo na Trevisan e este tema é simplesmente fascinante e tem sido cada vez mais explorado e pesquisado. Acredito que um dos motivos seja o grande número de jovens que têm se interessado por esta opção de carreira e seus desafios.

Uma recente pesquisa da Score (vejam infográfico ao lado e fontes) indicou quatro pontos que a maioria dos empreendedores têm em comum.

São eles:

Experiência Profissional

Experiência profissional dá aos empresários a vantagem que precisam para tomar decisões sábias. Empreendedores com um histórico de sucesso têm duas vezes e meia mais chances de levantar mais dinheiro, estão 3,6 vezes mais propensos a ter um aumento de usuários, e têm 52% menos chances de crescer prematuramente.

 

Um Plano de Negócios

Investir tempo para escrever um plano de negócios não só dá  sentido ao seu negócio, ele também melhora suas chances. As empresas que possuem um plano de negócios atingem quase o dobro do sucesso comparadas com aquelas que não o possuem.

 

Personalidade positiva

Você acha que pode ter sucesso como empreendedor apenas por ser charmoso? Se você é excessivamente agressivo e inacessível, pense melhor. Os empreendedores mais bem sucedidos possuem características positivas, como a acessibilidade e agradabilidade. As características menos desejadas ​​incluem narcisismo, não assumir a responsabilidade de seus atos (dar desculpas), e instabilidade emocional.

 

Um Mentor

Você não precisa descobrir tudo sozinho só porque vai começar um novo negócio. Os empreendedores mais bem sucedidos têm contado com algum tipo de apoio para receber orientação e mantê-los no caminho certo. Empreendedores que têm mentores estão três vezes mais propensos a iniciar um negócio, têm sete vezes mais chances de levantar o dinheiro do investimento, e têm três vezes e meia mais chances de aumentar a demanda por seus produtos.

 

Se você quer ser um empreendedor de sucesso, participle das iniciativas que a Trevisan oferece, entre elas as palestras de empreendedorismo (dias 23 e 24 de outubro), Orientação de Carreira, Coaching e Mentoring.

 

Boa sorte!

 

Perguntas frequentes sobre Programas de Trainee.

Começou o segundo semestre, e com ele a maioria dos processos seletivos para Programas de Trainee 2014. Como sei que vários de vocês estão entre os candidatos que irão concorrer a estas vagas, selecionei algumas perguntas que já me fizeram e suas respostas. Vejam:

 

1  – Quais são as principais competências avaliadas em um processo seletivo de trainee?

Cada empresa busca um grupo de competências diferentes, de acordo com sua necessidade, área onde os trainees serão alocados, cultura, entre outros, mas existem algumas que são comuns a quase todos: trabalho em equipe, liderança, boa comunicação, iniciativa (e “acabativa”), foco em resultados.

 

2 – Quais são os requisitos mais exigidos pelas grandes empresas para os candidatos a trainee?

Formação acadêmica (os cursos variam de acordo com o ramo da empresa), geralmente os candidatos não poidemter mais de 2 ou 3 anos de formado; inglês avançado ou fluente; experiências internacionais também são muito valorizadas, mas é importante lembrar que não há uma “receita de bolo”. O que vale é o conjunto que cada pessoa apresenta.

 

3 -Como um candidato deve se preparar para estes processos? Há necessidade de se preparar antes?

É comum pessoas saírem da universidade sem o preparo adequado para entrar no mercado de trabalho, raras vezes possuindo conhecimento sobre tipos de entrevistas e técnicas utilizadas pelas empresas em processos seletivos. Tais processos podem variar desde uma série de entrevistas com diferentes pessoas na organização, a outros mais complexos, envolvendo testes, e diferentes técnicas de avaliação.

Assim como nos preparamos para fazer um vestibular ou para participar de um concurso, acredito que o preparo para participar de processos seletivos seja crucial para aumentar as chances dos candidatos de receber uma ou mais ofertas de trabalho.

 

4 – Quais são as principais etapas destes processos e quais dicas você dá para o candidato ser bem sucedido.

As etapas, novamente, variam de empresa para empresa, mas geralmente segue assim: cadastro no site/ envio de CV; testes online; trabalhos em grupo, participação em jogos e comunidades que estão sendo observadas pela empresa; dinâmicas de grupo; paineis; e entrevistas individuais com RH e/ou gestores. Cada etapa é importante, pois você depende de se sair bem nas primeiras para evoluir no processo, por isso deve-se fazer cada uma com dedicação e cuidado.

 

5 – Quais os erros mais comuns cometidos pelos candidatos durante a seleção?

Alguns:

Chegar atrasado – não há desculpa! ;

Exageros (falar pouco/ muito, se vangloriar ou ser humilde demais);

Postura física – ficar relaxado demais na cadeira, ficar batendo o pé, mexendo com as mãos, etc;

Tentar parecer algo que não é, falar mentiras sobre a experiência;

Usar o português incorretamente, ou com gírias;

Falta de ética – criticar colegas de trabalho, ou do próprio grupo.

 

6 – Como o candidato pode mostrar o seu diferencial em uma seleção que tem um elevado número de concorrentes e várias etapas eliminatórias?

Para começar, o candidato precisa saber qual é seu diferencial! É comum os candidatos não saberem a resposta para a pergunta mais básica, que nem sempre é feita de forma direta: quais são suas qualidades e seus defeitos???

Quem conhece suas próprias qualidades e competências, precisa se lembrar de mostrá-las durante todo o processo seletivo. Não precisa ser arrogante, mas precisa deixar claro o que tem a oferecer – algumas coisas o recrutador não consegue adivinhar!

Além disso, nas etapas não presenciais, o melhor que você pode fazer é dedicar tempo ao preencher os formulários, fazer os testes com cuidado, pois se isso não estiver bom, não terá a chance de mostrar mais informações. Nas fases presenciais, é importante demonstrar comprometimento, interesse na vaga e na empresa, maturidade, educação a todo momento (acredite, as paredes têm olhos e ouvidos!).

 

7 -Participar destas seleções, mesmo não sendo bem sucedido, traz algum benefício para o candidato? Quais?

Sim. Mesmo que um candidato não tenha sucesso em nenhum processo, ele terá ganhado de presente ótimas aulas corporativas. Se ele não foi aprovado em nada, com certeza tem algo a ser trabalhado caso ele aspire posições com aquele perfil. O ideal é que as pessoas saiam de cada fase de cada processo seletivo e façam uma revisão do que aconteceu (o que funcionou, o que não, o que não soube responder, etc). Isso é uma ótima ferramenta de autoconhecimento, além de ser um treino para outros processos.

Tem também o networking. Já imaginou quantas pessoas interessantes estes alunos conhecem em um ano de processos seletivos? Nos próximos anos, seus relacionamentos vão definer os rumos de sua carreira e quanto você vai ganhar. Aprenda a pensar no trabalho como uma rede social”.

 

Espero que essas respostas ajudem e, se quiser saber mais, agende um horário no Conexão Mercado, através do Atendimento ao Aluno.

 

Boa sorte e bom trabalho!

Dinheiro traz felicidade?

Um tema que tem me chamado muito a atenção ultimamente é FELICIDADE, palavra que tem um significado muito parecido, mesmo em culturas diferentes: um sentimento de bem estar subjetivo – sua vida é boa?

A primeira vez vi  a palavra “Felicidade” como título de um livro fiquei bastante surpresa, pois o livro é do renomado economista Eduardo Giannetti, então fiquei pensando o que levaria um economista , professor, a escrever sobre o tema.

Desde de que vi este livro, muitos outros livros e artigos relacionados apareceram e, novamente, ainda aqui em minha temporada na Califórnia, tive a chance de assistir uma maravilhosa aula com o Prof. Kramer – “Living a happier and more meaningful life”(Vivendo uma vida mais feliz e mais significativa).

Abaixo, vejam alguns pontos das aulas que me chamaram bastante atenção. Embora alguns já sejam bastante conhecidos e falados, foi interessante ver que tem base científica que os prova:

 1- As pessoas se arrependem mais de coisas que não fizeram do que de coisas que fizeram e deram errado.

Steve Jobs fez uma pergunta em seu discurso aos formandos de Stanford que ficou famosa: O que você faria se hoje fosse o ultimo dia de sua vida? Seguindo a mesma linha, se pudesse voltar no tempo, o que faria? A grande maioria das pessoas faria algo que deixou de fazer (passar mais tempo com a família e os filhos, pedir desculpas, ir atrás de realizer seu sonho, etc).

2- 50% da sua felicidade é determinada pela genética.

Esse foi para mim o ponto mais assustador. Eu sempre me perguntei por que algumas pessoas parecem ter tudo e nunca estão satisfeitas e felizes, e outras estão sempre felizes com tão pouco. Bom, tive aí 50% da explicação. Por um lado, terei mais empatia por aqueles que nunca parecem estar felizes, talvez não seja culpa deles, mas por outro lado, isso não deve ser uma desculpa para que os infelizes de plantão. Os outros 50% ainda estão nas mãos de cada um de nós.

3- As pessoas tendem a ser mais felizes à medida que envelhecem.

Esse ponto não foi exatamente uma surpresa, mas também achei interessante. Em tese, quanto mais velho você é, melhor você navega nos altos e baixos da vida. Nem um nem outro te impactam mais com tanta intensidade e, ao contrário do que parece, isso não traz monotonia, e sim serenidade, possibilidade de transferir seus conhecimentos, e felicidade.

4- Dinheiro traz felicidade?

Por último, vamos falar diretamente do tema de nosso artigo. Existe uma pesquisa de 2010 da Princeton University que mostra que, a partir de um certo nível de renda* anual, o dinheiro já não faz mais tanta diferença no nível de felicidade das pessoas. Com esta quantidade de dinheiro, as pessoas deixam de se preocupar com necessidades básicas, e alguns superfluous, e deste valor em diante existe pouca diferença no nível de felicidade entre elas. Ao contrário do que imaginaríamos, pessoas muito ricas podem até começar a ficar infelizes, a não ser que encontrem uma forma inteligente e humana de investir seu dinheiro – como curiosidade, uma pessoa que faz isso muito bem é o Bill Gates.

Fica aqui a dica: trabalhar e ter seu dinheiro é muito importante, mas talvez você dependa de outras variáveis para ser uma pessoa feliz!

 

 

* Este valor nos EUA é US$ 75.000, o que não significa que o valor equivalente no Brasil seja aproximadamente R$ 160.000,00, pois talvez tenha que se levar em consideração poder de compra e outras variáveis.

Você gosta do que faz? Ou sabe o que quer fazer?

Essa é uma pergunta recorrente e poucas pessoas falam com total convicção que amam o que fazem.

Muitas vezes gostamos de culpar a economia e os nossos problemas de dinheiro, mas há outras razões para se sentir desconectado do que você faz para ganhar a vida. Milhões de pessoas trabalham em empregos e carreiras que odeiam e não são capazes de descobrir o que realmente gostariam de estar fazendo.

Descobrir esta resposta nem sempre é fácil, na verdade, geralmente é difícil, mas vamos falar de alguns passos que podem te ajudar:

1) Saia desta pequena caixa onde você está preso.
Todas as pessoas que estão presas sentem-se desta forma porque fizeram algumas suposições erradas e/ou rígidas sobre o que precisam para serem felizes, ou o que eles são capazes de criar. Estes pressupostos (muitas vezes inconscientes) irão mantê-lo preso em uma caixa apertada, com uma tampa que não vai ceder.
Algumas dessas suposições limitantes são:
– Eu preciso de ganhar R$ XXXXXX para viver a vida que eu quero;
– Meu casamento ou a família não vai sobreviver se eu tomar tal decisão;
– Estou muito velho para fazer esta mudança;
– Eu não tenho o que é preciso para me reinventar ou até mesmo redirecionar o que eu faço;
– Eu sou um perdedor e um fracasso;

– Eu não posso competir;
– Eu não tenho nada importante para oferecer;
– Nada mais vai ser melhor.

Pensando assim, fica realmente difícil pensar fora da caixa, quanto mais sair totalmente dela. Como fazer então?
Provavelmente você precisará de ajuda para identificar seus talentos especiais, capacidades e potenciais. Você tem que envolver outra pessoa na discussão sobre a sua vida, alguém que respeite, que é experiente, bem sucedido no que faz, e que não tenha interesses pessoais na decisão que você irá ou não tomar. Encontre hoje alguém que possa te aconselhar ou orientá-lo sobre o que é possível, e que possa ajudá-lo a ver o que está impedindo você de identificar a solução. Se você está tentando fazer tudo isso por si mesmo o processo será bem mais difícil.

2) Olhe o que está funcionando e o que não está.

Muitas pessoas acordam na meia-idade e percebem que suas carreiras são lamentáveis e sem sucesso, e ficam tão aborrecidas com isso que querem esquecer e jogar toda aquela experiência fora. Não cometa esse erro. Faça uma avaliação completa do que você gostaria de preservar e manter em sua carreira atual, e se livre apenas das partes que fazem você se sentir com raiva, triste, frustrado e contrariado. Afinal, se você fez uma mesma coisa por algum tempo, isso não pode ser tão ruim assim.

3) Desenvolva uma rede de apoio.
A realidade é que você não pode chegar onde quer na vida, com tudo funcionando perfeitamente, se não tiver ajuda. Não importa onde está em sua carreira, você precisará sempre de pessoas para ajudar a dar o próximo passo. Comece a construir uma rede poderosa de colegas leais que admiram e apreciam você e que ficariam mais do que felizes em ajudá-lo. Há muitas maneiras de desenvolver uma comunidade que irá apoiá-lo, inclusive utilizando LinkedIn, oferecendo endossos e depoimentos para pessoas que você respeita, atendendo associação e reuniões de rede de profissionais em seu campo, reencontrando ex-colegas que você admira, etc.

4) Construa sua marca pessoal e saiba contar bem a sua história.
Antes que você possa descobrir o que você realmente quer, você tem que saber quem realmente é e precisa contar uma história convincente sobre si mesmo. Apenas uma pequena fração de profissionais sabe responder a estas perguntas de forma convincente e envolvente:
– Pelo que você é mais conhecido?
– O que você tem a oferecer que é significativamente diferente do que a melhor pessoa na sua área pode oferecer?
– Que habilidades e talentos fazem você se destacar?
– Que experiências de vida lhe moldaram de maneiras especiais?
– Quais são os seus valores fundamentais?
– Quando você estiver com 90 anos olhando para trás, o que você gostaria de ver?

Se você não consegue responder a estas perguntas, você não vai descobrir o que realmente quer, pois ainda não se conhece bem o suficiente e talvez os outros não consigam ajudá-lo.

6) Agora ligue os pontos.
Se quiser, comece vendo este trecho onde Steve Jobs falou aos formandos de Stanford:

http://www.youtube.com/watch?v=C8TERnDJPFk

Em seguida, pare para responder a essas questões críticas:
Quais são as minhas paixões, e como posso transformá-las em alguma forma de trabalho?

Com base nas paixões, talentos e habilidades que eu tenho, que são as carreiras mais adequadas para mim?
Quais são todos os fatores que preciso abordar em meu planejando de carreira (dinheiro, tempo, energia, geografia, as necessidades da família, apoio, prazer, saúde, etc)?
Estou fazendo suposições errôneas sobre mim e sobre a minha vida que eu preciso repensar?
Sei o que é preciso para ser bem sucedido nesta nova direção, e estou comprometido 100%?
Eu realmente quero começar meu próprio negócio, ou estou apenas fugindo de alguma coisa?
Como vou financiar a minha mudança de carreira ou de transição?
Onde posso encontrar o suporte contínuo que preciso?

 

Se você é uma dessas pessoas que não está certa sobre sua carreira, e começou a se questionar sobre alguns ou vários destes pontos, já começou sua jornada.

Boa sorte!

É sempre época de agradecer!

Tenho feito alguns projetos com empresas do ramo imobiliário e uma máxima para eles parace ser “Localização, localização, localização”. Pensando em nossas CARREIRAS, diria “Networking, networking, networking”!

Existem muitas maneiras de manter seu network (ou “rede de contatos”) ativo, e duas delas são: se lembrar de datas importantes para aquelas pessoas, e agradecer quando ajudarem de alguma forma.

Estamos em uma ótima época para fazer as duas coisas!

Por mais que as pessoas recebam mil cartões, mensagens, e-mails de Boas Festas/ Natal/ Feliz Ano Novo, tem sempre uma mensagem especial, escrita com mais carinho. Aproveite esta oportunidade para agradecer a todos que, de alguma forma, te ajudaram durante o ano, aproveite para desejar coisas boas a amigos e colegas que você não vê com tanta frequência, mas que gostaria de manter contato, aproveite para ativar seu network!

Mas cuidado! Este não é o momento para se vender, para “aproveitar” e anexar seu CV. Você pode sim pedir ajuda, sempre pode e deve, mas faça isso em um outro momento.

Citando um trecho do post de uma colega, Waleska Farias, “Networking é a poupança que você, previdentemente, faz em tempos de bonança antes mesmo que a necessidade bata à sua porta. Todos sabem da importância de manter uma boa rede de relacionamento, mas muito poucos sabem que essa construção deve ser iniciada desde cedo e de forma estratégica. O processo de construção de uma rede de relacionamento eficaz tem como ponto de partida o núcleo familiar, estendendo-se ao circulo de amigos, depois família de amigos e daí por diante, possibilitando a construção de uma teia onde cada fio oferece múltiplas possibilidades de conexões.”

Vou aproveitar o último post do ano para também agradecer a todos os colegas da Trevisan, professors, alunos e todas as pessoas com quem tive contato este ano. Para mim é um grande presente fazer parte da Trevsian e ter a oportunidade de auxiliar e orientar alunos, seja em nossas Orientações Individuais, no Coaching com a Aline Freitas, no Mentoring formando pares, ou em vários outros serviços.

Vejam nossa mensagem da Loite para vocês!

Desejamos um ótimo 2013 e nos vemos em breve!