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Por que fazer uma pós-graduação?

HALDENAs exigências do mercado de trabalho, que demanda profissionais com alta qualificação, têm levado a um aumento espetacular no número de programas e cursos de pós-graduação no Brasil. Os cursos lato sensu – especializações e MBA – somam mais de 10 mil, nas mais diversas áreas.

 Na modalidade stricto sensu, a oferta praticamente dobrou entre 2003 e 2013. Em setembro de 2013, época do fechamento desta edição, eram quase 5 400 cursos, entre mestrados acadêmicos, mestrados profissionais e doutorados. A perspectiva para os próximos anos é continuar nesse ritmo.

A meta do plano Nacional de Pós-Graduação (PNPG), de 2011, é duplicar as vagas e a titulação de pós-graduados até 2020. A demanda pelos programas também aumenta. Em 2010, 922 mil brasileiros estavam matriculados em cursos de pós-graduação.

Salto na carreira

Já virou um senso comum: para avançar na carreira, é fundamental se manter atualizado. É claro que simpósios e congressos são ferramentas importantes para isso. Mas uma pós-graduação enriquece o currículo com uma experiência de peso.

No entanto, a pós-graduação, por si só, não garante a ascensão profissional. As empresas levam em conta outras qualificações, como o relacionamento interpessoal, a capacidade de liderança, a experiência no mercado, a vivência no exterior e o domínio de outras línguas.

Segundo dados da Pesquisa Salarial e de Benefícios da Catho, de agosto de 2012, quem faz uma especialização, MBA, doutorado ou mestrado chega a ganhar até 70% mais que alguém que cursou apenas uma graduação, dependendo do nível hierárquico. Um curso desse tipo muitas vezes é um grande diferencial no currículo de um candidato, pois é uma fonte eficaz de qualificação e atualização, além, é claro, de ser um excelente canal para desenvolvimento de networking.

Ampliar conhecimentos

Essa demanda por conhecimentos é uma tendência na carreira de um profissional em ascensão. Conforme avança em uma empresa, por exemplo, é natural que passe a desempenhar funções que demandam mais de seus conhecimentos. Surgem desafios relacionados a áreas como gestão de pessoas, finanças ou tecnologia.

Geralmente, o alerta para a necessidade de uma pós-graduação soa em meio à rotina de trabalho. Um dia, o profissional depara com novos desafios e sente que é hora de voltar aos estudos, adquirir competências novas ou se atualizar. Para recorrer a uma pós-graduação, é preciso ter metas muito claras.

Novos horizontes

Cursar uma pós-graduação também é um modo de corrigir a rota profissional. Para quem está prestes a assumir uma nova função em uma empresa, os cursos de especialização são ideais.

Essa modalidade de estudo oferece, em pouco tempo, um apanhado geral de uma área do conhecimento, capacitando o profissional a dominar determinado assunto com segurança.

Rede de contatos

Uma das consequências de fazer uma pós-graduação é conviver com pessoas de mesmos interesses e campo de atuação e, assim, ampliar a rede de contatos profissionais – ou seja, o networking.

Ao mesmo tempo que se engorda a agenda de telefones, essa exposição e esses encontros constituem um modo de se fazer conhecido no mercado.

 

Entre mais de 13 mil cursos de pós-graduação no Brasil, o Guia do MBA do Estadão avaliou mil cursos em 2016, desses a Trevisan teve 17 cursos avaliados e todos com destaque em:

  • Conhecimento: qualifica o conteúdo dos cursos e os docentes.
  • Networking: qualifica as chances do aluno aumentar sua rede de relacionamento.
  • Processo Seletivo: critérios de seleção para ingressar no curso.

Veja as opções e escolha o que mais combina com você. 

 

Fonte: Pós Graduando.

 

 

10 erros comuns e fáceis de evitar em processos seletivos!

Como em quase toda entrevista, li no artigo abaixo uma frase que não foi o que falei, e vou aproveitar para “corrigir” aqui.
De qualquer forma, gostei muito do texto produzido pela equipe do Terra e reproduzo abaixo para vocês.
Espero que curtam!
“Quem nunca teve um comportamento equivocado, uma fala indevida, ou disse mais do que devia em uma entrevista de emprego que atire a primeira pedra. Apesar de comuns, as gafes não são facilmente perdoadas pelos recrutadores. Para evitar problemas na hora da seleção – e impedir que a vaga dos sonhos caia nas mão de outro candidato – a consultora de carreiras Fernanda Thees, sócia da empresa Loite, citou o que não deve ser feito por quem quer a vaga dos sonhos. Confira:
1 – Não deixe de olhar no olho do entrevistador:Além de causar uma impressão ruim por gerar dúvidas sobre a capacidade de interação do candidato, o olhar desviado também pode impedir que o empregador ouça com clareza o que o candidato tem a dizer.
2- Não dê respostas muito breves:
Ser sucinto demais faz com que o recrutador fique com preguiça de pedir maiores explicações de situações vividas em empresas anteriores.*Foi neste ponto dois que fui mal interpretada… Um bom entrevistador não tem preguiça de perguntar, mas pode se cansar  e questionar o bom entendimento do candidato depois de pedir mais de 10 vezes para a pessoa “explicar melhor”, “elaborar um pouco mais” , “dar mais detalhes”. Um candidato que não ouve ou não entende o que é pedido inúmeras vezes está se colocando numa posição ruim.
3- Não fale demais:
Ninguém precisa ser muito breve – mas a hora da entrevista não é ideal para você contar a história da sua vida. Faça uma apresentação completa – com início, meio e fim – mas não exagere na medida. Antes visto como uma característica de liderança, hoje a atitude é considerada uma forma ruim de mostrar dominância.
4- Não chegue atrasado:
Pontualidade britânica é essencial em um processo seletivo. Se for chegar atrasado, avise e tenha um motivo justo. “É interessante chegar antes e observar o ambiente da empresa, analisar e entender um pouco melhor sobre aquele local de trabalho”, diz Fernanda.
5- Controle as manias:
Deixe as manias, tiques e outras características estranhas em casa. Elas só vão fazer com que o recrutador se distraia e não lembre exatamente de tudo o que o candidato falar.
6- Use o português correto, evite gírias e siglas:
Respeito à língua materna é fundamental em uma entrevista de emprego. Por ser um ambiente formal, o uso de gírias também não é bem visto. As siglas, em geral utilizadas por categorias profissionais especificas, também não costumam fazer parte do linguajar dos recrutadores e devem ser evitadas.
7- Não fale mal da antiga empresa:
Não é considerado ético falar mal de um empregador anterior. Ainda que o que você tenha para dizer seja verdadeiro, o momento da entrevista não é o mais apropriado para despejar sua insatisfação com a outra empresa.
8- Fale alguma coisa:
Mesmo quem é tímido deve fazer um esforço para falar e se mostrar durante uma dinâmica de grupo. Pessoas que não conseguem verbalizar a opinião não são bem vistas no ambiente corporativo.
9- Não crie um personagem:
Seja autêntico. Não tente apresentar um personagem – alguém que você não é. “Contar histórias que não são verdadeiras e dificilmente vão se sustentar após uma entrevista vão pesar contra o candidato”, diz Fernanda.
10- Falar de salário na hora errada:
Durante as entrevistas, tente não levantar o assunto “salário” a menos que seja perguntado. Se a empresa fizer uma proposta, o candidato analisa a questão e verifica se vale a pena aceitar.”