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Você pratica o Networking?

Screen Shot 2015-02-10 at 11.09.10 AMVocê sabia que uma das melhores forma de conseguir trabalho é através de networking? Em tempos de crise é especialmente importante, mas você nunca deve perder a oportunidade de aumentar sua rede de contatos.

Veja abaixo 7 dicas par ate ajudar no networking:

  1. Crie coragem e aproxime-se das pessoas.

Sim, pode ser um pouco estressante se aproximar de alguém que você não conhece e iniciar uma conversa, mas isso é o que as pessoas fazem em eventos de networking e você pode fazer em qualquer lugar! Além disso, não tenha medo de procurar e se conectar a alguém no LinkedIn. Essa é uma ferramenta de networking profissional, ou seja, ela é feita para isso.

  1. Quando for pedir ajuda, tenha um propósito.

Não basta chegar a alguém sem uma boa razão. Tenha um motivo, saiba o que quer daquela pessoa. Você acha que esta pessoa pode compartilhar algumas informações valiosas sobre sua indústria, sua trajetória? Você quer saber mais sobre a empresa que esta pessoa está trabalhando? Seja qual for seu objetivo, tenha sua lista de perguntas, mostre interesse e sempre agradeça.

  1. Seja sempre entusiasmado e respeitoso.

Quando você está falando com alguém, realmente ouça o que ele ou ela está dizendo. Essa não é hora de atender seu telefone, checar a mensagem no What’sUp, etc. Lembre-se, eles estão dedicando seu tempo para falar com você e o mínimo que você pode fazer é mostrar entusiasmo e respeito.

  1. Seja você mesmo.

Ser profissional não significa que você deve esquecer a sua personalidade. Sua personalidade é o que faz você se destacar. As pessoas se lembram de personalidade – Seja você mesmo!

  1. Pergunte sobre seus objetivos.

O que eles querem realizar? Quais são seus objetivos? Todo mundo adora falar sobre si mesmo – é um tema fácil e você pode aprender bastante com os casos de uma pessoa mais experiente!

  1. Ofereça algo.

Você deve se perguntar: “O que eu posso fazer por essa pessoa?”. Muito provavelmente tem algo que você sabe ou tem acesso que pode interessar à outra pessoa. Compartilhe um artigo relevante, convide-os a aderir a um grupo específico da indústria. Pergunte se você pode ajudá-los em algo específico, e mesmo que não haja nada naquele momento, fique atento a oportunidades de retribuir.

  1. Mantenha contato.

Não basta deixar seus contatos e desaparecer. Faça contato de vez em quando, veja como estão, faça um follow up quando vir que mudaram de empresa, foram promovidos, fizeram aniversário. É importante alimentar sua rede para que aquele contato deixe de ser pontual e seja duradouro.

 

Espero que as dicas ajudem.

Bom trabalho e boa sorte!

Quais seus planos de carreira para 2014???

Para muitos alunos, esta pergunta pode não preocupar pois devem pensar “nossa, falta tanto para eu iniciar minha carreira, estou apenas no início do meu curso…”, mas isso é um grande engano!

Você começou a traçar sua carreira muito antes do que imagina. Você começou quando tomou a iniciativa de ser o responsável pela excursão do colégio, quando se candidatou a ser representante de turma, quando fez parte do grupo de escoteiros, quando fez trabalhos voluntários, quando resolveu fazer um intercâmbio fora do país para melhorar algum idioma e aprender sobre novas culturas, quando resolveu sair de casa para fazer a faculdade em outra cidade, enfim, você começou há muito tempo! O que talvez você não soubesse, é que essas decisões teriam um impacto na sua carreira, mas elas têm, e hoje você pode pensar nelas e em outras atitudes, desafios e aspirações para fazer um PLANEJAMENTO DE CARREIRA.

Se você está hoje na faculdade, este planejamento envolve, entre outras coisas:

–       Se dedicar aos estudos para que tenha um bom histórico acadêmico;

–       Iniciar ou continuar algum idioma – no Brasil os mais relevantes na busca de oportunidades são o inglês e espanhol;

–       Procurar desenvolver bons trabalhos em grupo, pensando não só na nota, mas no aprendizado que terá ao trabalhar com outras pessoas;

–       Preparar seu CV, para que ele esteja pronto, atualizado e revisado caso apareça uma oportunidade;

–       Preparar-se para entrevistas, dinâmicas, feiras de carreira, etc;

–       Participar de eventos relacionados a sua área de interesse, sempre lembrando de fazer networking!;

–       Tomar iniciativa em projetos dentro ou fora da escola, participar, envolver-se;

–      Busque um coach e/ou um mentor;

–       Procurar fazer estágio e/ou trabalhar em empresas juniores, órgãos estudantis e outros que possam te trazer experiências e contato com profissionais.

Se você criar o hábito de planejar, pensar e questionar o que precisa fazer para chegar onde quer, você verá que a lista acima vai se transformar muito ao longo de sua carreira, mas sempre vai existir.

Aproveite que a Trevisan tem o Conexão Mercado, uma area dedicada a te ajudar nesta caminhada.  Veja o calendário, eventos, treinamentos e oportunidades de 2014!

Comece agora!

Boa sorte!

Somos os ONdivíduos

Escrevo esse texto no dia 29 de maio de 2013. A chance desse meu texto ficar obsoleto daqui a alguns poucos meses é enorme. Aliás, esse é um risco que pessoas como eu correm. Pessoas que se interessam em pesquisar a cultura digital e tentam entender como se dão essas novas lógicas sociais e de consumo. Mais que isso, minha principal inquietação hoje é entender como se dá a apropriação social de dispositivos, tecnologia e marcas nesse ecossistema que habitamos. Eu assumo esse risco. Não me importo. Vamos lá!Nesse universo hiperconectado que nós todos estamos inseridos, a tecnologia se torna uma mais metáforas mais sedutoras para entender a construção das subjetividades das pessoas hoje em dia. As pessoas com os quais vivemos e interagimos, fundamentalmente os jovens, percebem e assumem as relações com os outros como uma experiência norteada pelos afetos e pela sensibilidade. E dentro desse mundo difuso, não-linear e de relações complexas, repousa um indivíduo cada vez mais conectado. Muito conectado. São os ONdivíduos. Ao mesmo tempo que as pessoas estão cada vez mais conectadas, elas estão cada vez mais individuais. Individuais mas cada vez mais conectadas e digitando furiosamente em telas sensíveis ao toque o tempo todo. O fato de eu estar conectado não significa que eu estou interagindo. Muito pelo contrário. Conectividade é hoje estar simplesmente logado. Mais que isso, a partir do momento em que faço um simples login em um site de rede social, estou fazendo parte da intimidade de pessoas, sabendo o que eles pensam, dizem, ou como pretendem se apresentar e obter alheias validações de seus afetos. Aliás, o que há de social nos sites de redes sociais? Pra mim, muito pouco. O Facebook nada mais é que uma arena virtual onde mais de 1 bilhão de terráqueos tentam construir jogos discursivos e narrativas envolventes a fim de que outros usuários tomem conhecimento e validem a bel-prazer aquele manancial de conteúdos emocionais.Ao mesmo tempo que esse mundo conectado é sedutor, ele é assustador. Ao mesmo que essa nova cena digital é magnética, ela nos afasta uns dos outros. Há autores que dizem que a arena online é tão atrativa e convidativa pelo fato dela não ter as exigências do mundo real, do mundo offline, da nossa vida aqui e agora. Sou obrigado a concordar um pouco com isso. A vida hoje em dia nos impõe muitas exigências e obrigações sociais que não necessariamente estamos afim de cumpri-las naquele momento, naquela hora, naquele instante. Dar parabéns para amigos aniversariantes implica em termos que ligar para pessoas, gastarmos dinheiro e tempo com ligações telefônicas e, às vezes, conversarmos com pessoas que não estamos necessariamente com vontade de falar naquele dia. No Facebook, por exemplo, escrevemos aquelas mensagens (supostamente sinceras e profundas) e em frações de segundos todos já estão devidamente parabenizados. Pronto. Simples. Rápido. Afinal, somos ONdivúduos.Internet das Coisas, Big Data, Cultura da Convergência são apenas exemplos de felizes expressões criadas para rotular essas transformações que impactam nosso dia-a-dia. E quando analisamos a fundo as potenciais transformações que estão por vir, eu fico um tanto quando apreensivo, mas meio assustado. Fico animado mas um pouco perturbado. Do que a tecnologia é capaz de fazer? Tudo? Fala-se que, num futuro próximo, quando estivermos nos aproximando de nossa Starbucks favorita, eles já saberão que estamos chegando perto e o nosso café (do jeito que gostamos) já começará a ser preparado antes mesmo da gente entrar na loja. Quartos de hotéis em Las Vegas já personalizam as luzes, o som e a claridade da janela em função das preferências do hóspede, antes mesmo dele chegar no andar. E olha que o Wi-Fi, um dos mais potentes amálgamas que unem todas as essas coisas, tem apenas 10 anos de vida. Muito em breve, nosso smartphone irá sabiamente nos alertar que corremos o “risco” nos deparar com uma ex-namorada que está vindo na rua em nossa direção, e poderemos sagazmente desviar daquele caminho. Muito prazer. O mundo está interligado e nós somos os ONdivíduos.

Desintoxicação digital? Ainda não!

Por que temos que estar em todas as redes sociais? Por que desconfiamos de alguém que não está no Facebook? Por que, ao chegar uma notificação em nosso smartphone que fomos marcados em uma foto, temos que parar tudo naquele exato instante para conferir? Por que nos intoxicamos com essas novas redes digitais e ficamos online praticamente o dia inteiro? Pra mim, todas essas são perguntas ainda sem respostas claras. O fato é que essas chamadas redes sociais fazem parte de uma nova revolução digital que impacta nossas relações com as pessoas e com as marcas. Sim, há pensadores contemporâneos que classificam esse cenário que vivemos hoje como uma verdadeira revolução. A exemplo do que foi a revolução do surgimento da escrita, a revolução industrial, a revolução gutemberguiana da imprensa ou a revolução francesa séculos atrás, enxerga-se esse fenômeno da web e seus desdobramentos digitais como uma verdadeira revolução. Eu sou obrigado a concordar.

Podemos dar um zoom out e analisar as redes sociais sob diversos aspectos. Desde uma ideia que surgiu dentro de um dormitório de Harvard, onde o judeu neoliberal Mark Zuckerberg criou uma das empresas mais inovadoras do mundo, e que recentemente contratou o multipremiado arquiteto Frank Gehry – responsável pelo emblemático edifício do Museu Guggenheim de Bilbao – para desenvolver o projeto de expansão da sede de sua empresa em Palo Alto (foto ao lado). Ao mesmo tempo que as ações da empresa sofrem uma certa turbulência, Zuckerberg encomendou um conjunto que ocupará um terreno de 90 mil m², na área conhecida como Menlo Park, onde está o quartel-general da gigante das redes sociais. Zuckerberg concebeu o Facebook para conectar as pessoas entre si? Eu prefiro acreditar que não.

Podemos também analisar as redes sociais como meras plataformas mercadológicas onde as marcas criam, nada mais nada menos, do que mais um ponto de contato com seus consumidores e demais públicos de interesse. A partir do momento que uma empresa decide criar um fanpage ou um perfil no Twitter ela precisa estar ciente e preparada que está abrindo a guarda, pois ela acaba de deixar escancarada uma porta “digital”, ou seja, um porta mais online, mais nefrálgica, mais exposta e mais mensurável. Ela acaba de criar um “touch-point” tão importante quanto o seu 0800, tão importante quanto ao balcão de sua loja ou um anúncio publicitário, e até mesmo tão importante como a forma que se relaciona com um fornecedor, afinal tudo comunica a marca. Quer expor sua marca nas redes sociais? A receita de bolo é: prepare-se, capacite-se, planeje-se, crie um processo, atue de forma relevante e muito, mas muito criteriosa. E contrate um nerd.

Por fim, pode-se analisar as redes sociais como esses novos ambientes digitais onde se constroem jogos discursivos e narrativas envolventes. O magnetismo criado pelas redes sociais é intenso pois no mundo online não há todas as exigências do mundo real, certo? Ligar para dar parabéns a cada um dos meus 7 aniversariantes custa dinheiro, custa tempo e custa ter que ficar pendurado do celular ouvindo histórias dele que não estou afim de ouvir naquele momento. Prefiro escrever um “parabéns e tudo de bom” e viva o Ctrl+C e Ctrl+V. A quem prefira nem ligar e nem dar parabéns via Facebook, e simplesmente “curte” a mensagem de parabéns de um terceiro. Assunto resolvido!

Nesse novo ecossistema digital, todos tendem a criar um discurso narcísico, afinal a troco de quê eu deveria expor nesses espaços que eu estou triste, ou que terminei meu namoro, ou então dizer que aquele novo emprego que consegui não vai nada bem. Muito pelo contrário, nesses novos espaços digitais minha vida é bela, estou sempre jantando em lugares transados, as minhas piadas e frases clichês são as mais originais e a minha filha vestida de caipirinha é mais bonitinha do bairro. Todos estão fazendo vigília sobre tudo que posto, publico e compartilho.

A quem tenha adotado recentemente o chamado “detox digital” ou processo de desintoxicação digital, afinal essas coisas viciam e ceifam nossa atenção durante boa parte do dia, certo? Uma conhecida minha me relatou recentemente que saiu do Facebook. Logicamente, ela me disse que eu suspeitava: quando você pede para sair, a rede social não mata sua conta e te dá a opção de deixar sua conta adormecida. Você pode voltar quando bem entender e como se nada tivesse acontecido. Problema é que se você sair do Facebook e ninguém perceber, como um colega de sala meu sabiamente ponderou.

Todo mundo está no Facebook hoje, certo? Errado! Cerca de apenas 30% de nossa população brasileira usa a rede. Recentemente em uma rápida sondagem que fiz em uma sala de aula que eu leciono, perguntei a todos: “Quem não usa Facebook, levante a mão!”. Cerca de uns 10 estudantes levantaram a mão e as justificativas que ouvi foram: o Facebook é muito chique (parei para pensar depois, e eles tem total razão, o “look-and-feel” do Facebook é azul, e na teoria das cores azul é nobreza; o próprio nome “Facebook” é um rebuscado nome gringo); já outra parcela disse que preferia a fazendinha do velho e bom Orkut.

Detox digital? Obrigado, mas ainda não. Afinal, como é que eu iria divulgar esse texto sem o meu Facebook?

Você gosta do que faz? Ou sabe o que quer fazer?

Essa é uma pergunta recorrente e poucas pessoas falam com total convicção que amam o que fazem.

Muitas vezes gostamos de culpar a economia e os nossos problemas de dinheiro, mas há outras razões para se sentir desconectado do que você faz para ganhar a vida. Milhões de pessoas trabalham em empregos e carreiras que odeiam e não são capazes de descobrir o que realmente gostariam de estar fazendo.

Descobrir esta resposta nem sempre é fácil, na verdade, geralmente é difícil, mas vamos falar de alguns passos que podem te ajudar:

1) Saia desta pequena caixa onde você está preso.
Todas as pessoas que estão presas sentem-se desta forma porque fizeram algumas suposições erradas e/ou rígidas sobre o que precisam para serem felizes, ou o que eles são capazes de criar. Estes pressupostos (muitas vezes inconscientes) irão mantê-lo preso em uma caixa apertada, com uma tampa que não vai ceder.
Algumas dessas suposições limitantes são:
– Eu preciso de ganhar R$ XXXXXX para viver a vida que eu quero;
– Meu casamento ou a família não vai sobreviver se eu tomar tal decisão;
– Estou muito velho para fazer esta mudança;
– Eu não tenho o que é preciso para me reinventar ou até mesmo redirecionar o que eu faço;
– Eu sou um perdedor e um fracasso;

– Eu não posso competir;
– Eu não tenho nada importante para oferecer;
– Nada mais vai ser melhor.

Pensando assim, fica realmente difícil pensar fora da caixa, quanto mais sair totalmente dela. Como fazer então?
Provavelmente você precisará de ajuda para identificar seus talentos especiais, capacidades e potenciais. Você tem que envolver outra pessoa na discussão sobre a sua vida, alguém que respeite, que é experiente, bem sucedido no que faz, e que não tenha interesses pessoais na decisão que você irá ou não tomar. Encontre hoje alguém que possa te aconselhar ou orientá-lo sobre o que é possível, e que possa ajudá-lo a ver o que está impedindo você de identificar a solução. Se você está tentando fazer tudo isso por si mesmo o processo será bem mais difícil.

2) Olhe o que está funcionando e o que não está.

Muitas pessoas acordam na meia-idade e percebem que suas carreiras são lamentáveis e sem sucesso, e ficam tão aborrecidas com isso que querem esquecer e jogar toda aquela experiência fora. Não cometa esse erro. Faça uma avaliação completa do que você gostaria de preservar e manter em sua carreira atual, e se livre apenas das partes que fazem você se sentir com raiva, triste, frustrado e contrariado. Afinal, se você fez uma mesma coisa por algum tempo, isso não pode ser tão ruim assim.

3) Desenvolva uma rede de apoio.
A realidade é que você não pode chegar onde quer na vida, com tudo funcionando perfeitamente, se não tiver ajuda. Não importa onde está em sua carreira, você precisará sempre de pessoas para ajudar a dar o próximo passo. Comece a construir uma rede poderosa de colegas leais que admiram e apreciam você e que ficariam mais do que felizes em ajudá-lo. Há muitas maneiras de desenvolver uma comunidade que irá apoiá-lo, inclusive utilizando LinkedIn, oferecendo endossos e depoimentos para pessoas que você respeita, atendendo associação e reuniões de rede de profissionais em seu campo, reencontrando ex-colegas que você admira, etc.

4) Construa sua marca pessoal e saiba contar bem a sua história.
Antes que você possa descobrir o que você realmente quer, você tem que saber quem realmente é e precisa contar uma história convincente sobre si mesmo. Apenas uma pequena fração de profissionais sabe responder a estas perguntas de forma convincente e envolvente:
– Pelo que você é mais conhecido?
– O que você tem a oferecer que é significativamente diferente do que a melhor pessoa na sua área pode oferecer?
– Que habilidades e talentos fazem você se destacar?
– Que experiências de vida lhe moldaram de maneiras especiais?
– Quais são os seus valores fundamentais?
– Quando você estiver com 90 anos olhando para trás, o que você gostaria de ver?

Se você não consegue responder a estas perguntas, você não vai descobrir o que realmente quer, pois ainda não se conhece bem o suficiente e talvez os outros não consigam ajudá-lo.

6) Agora ligue os pontos.
Se quiser, comece vendo este trecho onde Steve Jobs falou aos formandos de Stanford:

http://www.youtube.com/watch?v=C8TERnDJPFk

Em seguida, pare para responder a essas questões críticas:
Quais são as minhas paixões, e como posso transformá-las em alguma forma de trabalho?

Com base nas paixões, talentos e habilidades que eu tenho, que são as carreiras mais adequadas para mim?
Quais são todos os fatores que preciso abordar em meu planejando de carreira (dinheiro, tempo, energia, geografia, as necessidades da família, apoio, prazer, saúde, etc)?
Estou fazendo suposições errôneas sobre mim e sobre a minha vida que eu preciso repensar?
Sei o que é preciso para ser bem sucedido nesta nova direção, e estou comprometido 100%?
Eu realmente quero começar meu próprio negócio, ou estou apenas fugindo de alguma coisa?
Como vou financiar a minha mudança de carreira ou de transição?
Onde posso encontrar o suporte contínuo que preciso?

 

Se você é uma dessas pessoas que não está certa sobre sua carreira, e começou a se questionar sobre alguns ou vários destes pontos, já começou sua jornada.

Boa sorte!

É sempre época de agradecer!

Tenho feito alguns projetos com empresas do ramo imobiliário e uma máxima para eles parace ser “Localização, localização, localização”. Pensando em nossas CARREIRAS, diria “Networking, networking, networking”!

Existem muitas maneiras de manter seu network (ou “rede de contatos”) ativo, e duas delas são: se lembrar de datas importantes para aquelas pessoas, e agradecer quando ajudarem de alguma forma.

Estamos em uma ótima época para fazer as duas coisas!

Por mais que as pessoas recebam mil cartões, mensagens, e-mails de Boas Festas/ Natal/ Feliz Ano Novo, tem sempre uma mensagem especial, escrita com mais carinho. Aproveite esta oportunidade para agradecer a todos que, de alguma forma, te ajudaram durante o ano, aproveite para desejar coisas boas a amigos e colegas que você não vê com tanta frequência, mas que gostaria de manter contato, aproveite para ativar seu network!

Mas cuidado! Este não é o momento para se vender, para “aproveitar” e anexar seu CV. Você pode sim pedir ajuda, sempre pode e deve, mas faça isso em um outro momento.

Citando um trecho do post de uma colega, Waleska Farias, “Networking é a poupança que você, previdentemente, faz em tempos de bonança antes mesmo que a necessidade bata à sua porta. Todos sabem da importância de manter uma boa rede de relacionamento, mas muito poucos sabem que essa construção deve ser iniciada desde cedo e de forma estratégica. O processo de construção de uma rede de relacionamento eficaz tem como ponto de partida o núcleo familiar, estendendo-se ao circulo de amigos, depois família de amigos e daí por diante, possibilitando a construção de uma teia onde cada fio oferece múltiplas possibilidades de conexões.”

Vou aproveitar o último post do ano para também agradecer a todos os colegas da Trevisan, professors, alunos e todas as pessoas com quem tive contato este ano. Para mim é um grande presente fazer parte da Trevsian e ter a oportunidade de auxiliar e orientar alunos, seja em nossas Orientações Individuais, no Coaching com a Aline Freitas, no Mentoring formando pares, ou em vários outros serviços.

Vejam nossa mensagem da Loite para vocês!

Desejamos um ótimo 2013 e nos vemos em breve!

Conexão Mercado – 10 dicas para o seu Planejamento de Carreira

O fim do ano se aproxima e, para aqueles que não fizeram o exercício de pensar e planejar os próximos passos de sua carreira durante o ano, seguem agora algumas dicas para você começar o ano comprometido com seu presente e futuro profissional.

 

Plano de carreira em 10 lições

1. Faça duas perguntas essenciais

Quais os meus talentos? O que me dá prazer?

Quanto mais você aproximar uma coisa da outra, maiores as chances de realização.

 

2. Siga a sua vontade e não a dos outros

Pense no que você gostaria realmente de ser, e não no que os outros gostariam que você fosse. Planeje um futuro que combine com as suas aspirações e talentos.

 

3. Seja realista

Não liste um número exagerado de objetivos, impossíveis de serem realizados no tempo estipulado.

 

4. Estabeleça prioridades

Em vez de planejar o aprendizado de dois idiomas nos próximos cinco anos e fracassar em ambos (afinal, a sua vida não se limitará a estudar línguas!), concentre-se naquele que é mais importante para os seus objetivos.

 

5. Orientação, Coaching e Mentoring – Desenvolvimento e autocrítica

Só quem conhece bem as próprias necessidades de aprendizado e desenvolvimento consegue ir direto ao ponto para se aprimorar. Se ainda não pensou nisso e em outras questões de sua carreira, procure uma orientação, um mentor, ou faça um programa de coaching!


6. Lembre-se que o futuro começa agora

O planejamento não pode ser dissociado de sua situação atual. Informe-se sobre os planos da empresa em que você trabalha e analise os rumos da sua área de atuação.

 

7. Seja flexível

Esteja sempre pronto para reavaliar seus planos a partir de um acontecimento significativo que não estava no script.

 

8. Amplie suas perspectivas

Já que estamos falando do futuro, não esqueça que há muitas formas de trabalho além da vida corporativa. Você pode ser consultor, professor, empreendedor, e por aí vai.

 

9. Jogue conversa fora

Compartilhe seus planos pessoais com o marido ou a esposa, um parente ou um amigo. Troque idéias sobre o futuro da carreira com pessoas que conheçam a sua área de atuação e tenham mais experiência. Cultive e amplie sua rede de relacionamentos.

 

10. Revisite seus planos anualmente

Faça uma revisão anual e transfira o que for preciso para a sua agenda. Um exemplo: se uma das decisões é ter uma vida mais saudável, anote em todas as segundas-feiras o lembrete ‘fazer exercícios três vezes nesta semana’.

 

Para mais dicas e orientações, agende um horário  no Conexão Mercado, área de Carreiras da Trevisan Escola de Negócios.

A mais nova simbiose do mundo digital: Facebook & Instagram

Nos primeiro dias de vida, o Instagram era apenas quatro funcionários, incluindo seus dois co-fundadores, e que trabalhavam amontoados nos primeiros escritórios do Twitter no bairro de South Park de San Francisco. E o Instagram, mais uma start-up da California e que não tem receita, fez brilhar os olhos do judeu liberal Mark Zuckerberg, que desembolsou um bilhão de dólares, e muito em breve vai saber como capitalizar muito bem em cima dessa fascinante rede social de fotos.
No veloz e ansioso mundo contemporâneo que vivemos, comprar o vizinho é a mais rápida estratégia para crescer. Não necessariamente é a decisão mais barata, mas é a mais rápida. Crescer de forma orgânica pode ser mais louvável, mas nem sempre responde à ambição de crescimento de acionistas. Assim como o Google, há alguns anos, comprou o YouTube, e o transformou no segundo maior site de buscas do mundo. E por trás dessa aquisição do Instagram percebe-se uma visível intenção do Facebook em se tornar ainda mais forte nos dispositivos móveis, e deixar promissores aplicativos longe das garras do Google. O Instagram é uma criação concebida puramente para o universo mobile.
Quem usa o Instagram entende o magnetismo que essa rede social gera. O conceito realmente é simples e genial ao mesmo tempo, pois faz com pessoas se comuniquem por meio de imagens. A psicologia cogninitiva talvez nos ajude a entender o fascínio por esse rede social, pois ela prega que seres humanos gostam mais de imagens do que de textos. Por esse motivo que praticamente todas as marcas do mundo sempre adotam um símbolo ou uma mascote para acentuar sua aproximação aos consumidores. E o conceito é simples. O Instagram é fundamentalmente uma rede social concebida em torno da fotografia, e disponibilizado apenas para uso em celulares (apenas para iPhone da Apple até a semana passada, e agora já disponível também para o “patinho nada feio” Android, o sistema operacional da Google), onde as pessoas adicionam belíssimos efeitos as suas fotos produzidas com a (cada vez menos limitada) câmera do celular e compartilham com os amigos. O Instagram já tem dezenas de concorrentes, mas nenhum outro aplicativo teve uma ascensão tão rápida.
Ninguém perde com a compra do Instagram pelo Facebook. No entanto, alguns fãs do Instagram torcem para que o Facebook mantenha a originalidade e o conceito do aplicativo devidamente preservado. Pelo menos nesse início de simbiose, tudo deve continuar como sempre foi. Mas logo após o anúncio da notícia, os usuários mais assíduos do Instagram começaram a expressar descontentamento com a novidade nas redes sociais. Só o tempo nos dirá como serão tratados os mais de 30 milhões de usuários que fazem uploads de mais de 5 milhões de fotos ao dia.

“Problemas? Oba!”

Realizamos no ano passado, em julho, o CareerAcademy 2, e uma das participantes foi a Jéssica (veja o vídeo). Ela veio para aprender mais sobre desenvolvimento de carreira e para se conhecer melhor e, durante o programa descobrimos que ela tem um grande interesse por redes socias e internet. Com isso, no fim de 2011, combinamos que ela seria “blogueira da Loite” por 3 meses. Gostei muito do assunto que ela escolheu para este post e por isso, hoje, vou compartilhar com vocês o texto da Jéssica. Espero que gostem!

“Escrito por Roberto Shinyashiki “Problemas? Oba!“ é  um bestseller sobre carreira que tem como objetivo ajudar os profissionais a desenvolver sua forma de pensar em relação aos problemas que encontram no ambiente corporativo.

Um livro curto e de fácil leitura, escrito para todas as áreas, idades e hierarquias de uma empresa, que motiva seus leitores e desperta a capacidade de enxergar oportunidades onde antes era só problema.

Para facilitar o entendimento do leitor o autor conta como orientou um antigo mentorado a superar um momento difícil na carreira e a buscar uma nova visão profissional.

Segundo Roberto, as empresas precisam de pessoas capazes de resolver problemas, pois sempre vamos tê-los, mas devemos encará-los como grandes oportunidades para um crescimento pessoal e profissional. Resolver um problema que aparece é aproveitar a chance de se destacar, mostrar sua competência, seu valor e também o seu comprometimento com a empresa. A maioria dos funcionários, principalmente das grandes empresas, tende a não se empenhar para resolver problemas, alegando que não está em suas mãos o poder de solucionar o problema em questão.

O autor aponta que a maioria dos produtos e serviços nada mais é que algo criado para resolver algum problema do cliente. Por isso o profissional que quer fazer sucesso tem de adorar resolver os problemas dos outros, sejam seus clientes, seus superiores ou seus colaboradores, e as empresas que quiserem crescer têm de resolver os problemas de seus clientes melhor do que os seus concorrentes.

Os ensinamentos de “Problemas? Oba!” podem ser aplicados não só no seu trabalho, mas de uma forma geral em todos os aspectos da vida. É um excelente livro que pode e dever ser lido por todos.”

By Jéh_Diene

Redes Sociais e Gerenciamento de Carreira

Com a criação das redes sociais eletrônicas, gerenciar os relacionamentos de forma virtual se tornou um hábito para a maioria das pessoas, no entanto, é preciso tomar alguns cuidados para que isso não se torne um problema.

O foco deste artigo é a forma como sua imagem será vista e como ela poderá refletir em sua carreira, porém ainda é válido lembrar que nada substitui a relevância de manter os relacionamentos ativos presencialmente – pois isso também pode fazer a diferença para sua carreira.

Ao se pensar em fazer parte de uma Rede Social é fundamental estar ciente que você estará de certa forma exposto. Por isso, cabe a você refletir sobre o que você está buscando em uma rede social; se estará disposto a compartilhar suas informações, e se você quer/precisa separar sua vida pessoal da sua profissional.  De acordo com o que você decidir, identifique uma rede social que faça sentido para você.

De forma simples, podemos agrupar as redes sociais em dois tipos objetivos:

– Relacionamentos Profissionais, como o Linkedin, onde é permitido inserir dados profissionais e alguns dados pessoais de contato, sem espaço para entretimento e com enfoque corporativo. A Trevisan tem três grupos no LinkedIn: Trevisan Escola de Negócios, Trevisan Conexão Mercado e Trevisan Corpo Docente. Verifique se você pode fazer parte de um deles, ou de todos eles.

– Relacionamentos Pessoais/Profissionais, como Facebook, Orkut e etc. Isto porque é permitida a inclusão de dados pessoais, mas também de dados profissionais. Existe espaço para entretenimento como os jogos online, criação de álbuns de fotos e etc; como também existe espaço para relacionamento com empresas e grupos.

Por exemplo, se você refletiu que faz sentido para você apenas manter os contatos profissionais, o Linkedin seria a rede mais indicada.
Atualmente muitas empresas e consultorias utilizam o Linkedin para buscar profissionais ou até suas referências. É comum ouvir falar de profissionais que conseguiram uma oportunidade profissional com a ferramenta. Outra atividade importante no LinkedIn é o gerenciamento dos contatos, ou seja, seu networking!
É interessante que conecte-se com profissionais da sua área ou que possam agregar algo para sua carreira, assim como trocar informações e experiências e futuramente até gerar negócios e oportunidades. O Linkedin também permite que você participe de grupos de discussões ou fontes de informações. Esses grupos são uma boa forma de fazer networking, pois você tem a chance de conversar de verdade com outros profissionais.

Algumas dicas para o uso desta ferramenta:
– Deixe seu perfil o mais completo possível . É importante atualizar o perfil com frequência, ainda que a pessoa não esteja procurando oportunidades ou não tenha mudado de cargo. Você pode incluir atividades recentes ou artigos interessantes.

– Não minta, uma hora vão descobrir.

– Construa uma imagem de experiência, em suas atividades não deixe de falar sobre projetos realizados e resultados alcançados.

Também há momentos que a vida pessoal e a vida profissional poderão se cruzar e você precisa estar preparado para isso. No Facebook como no Orkut, por exemplo, você poderá incluir seus dados profissionais e assim estará automaticamente atrelando sua vida pessoal e profissional. Mas, mesmo que você não coloque o nome de sua empresa, alguém poderá lhe achar e ver como você se mostra na rede.

Algumas redes sociais, como o Facebook, permitem que você compartilhe diferentes tipos de informações com diferentes grupos, conseguindo fazer um recorte de o que você quer mostrar e para quem quer mostrar – isso se chama “Configurações de Privacidade”. Esta é uma “facilidade” um pouco complexa que permite que você disfrute mais tranquilamente. Se você quiser ficar brincando de jogos eletrônicos e não quiser expor isso aos seus contatos profissionais, mas quiser anunciar um torneio entre os amigos, isso é possível – basta dedicar um tempinho lendo o manual de ajuda da rede.

Em linhas gerais, o melhor conselho é bom senso – como você se comporta geralmente em sua rede social presencial é como você precisa se comportar na rede social eletrônica. Os vexames podem ser os mesmos ou mais graves, pois como tudo fica registrado seja como foto ou como comentários postados, como diria o pessoal de Direito: “contra provas não há argumentos”…

Também podemos pensar da ótica do Marketing, com os conceitos de Marketing Pessoal e fazer uma analogia com Marca. Você leva anos para construir uma boa imagem, que em minutos pode vir abaixo por conta de um escândalo e recuperá-la pode ser muito difícil.

Resumidamente:

1- Pense bem antes de entrar em uma rede social, reflita sobre seus objetivos, analise os prós e contras de cada rede de acordo com o que você procura.

2- Tente selecionar o que faz sentido expor e para quem expor aproveitando as facilidades das configurações de privacidade das redes.

3- Também reflita sobre o seu comportamento social no dia-a-dia, se ele estiver alinhado aos bons hábitos e costumes, não há o que temer!

Por Debora Miceli e Pâmela Campos, consultoras da Loite