Arquivo da tag: Trevisan

Cursos de férias destacam o profissional no mercado de trabalho

EVERYTHING (1). Por conta disso, o período de férias é sempre interessante para os empreendedores investirem em suas carreiras, realizando cursos de curta e média duração.

Os cursos de férias podem ser uma boa oportunidade para um primeiro contato com algum assunto antes de investir em uma pós-graduação, e conhecer melhor o tema e a instituição. Outra vantagem é criar um networking, conhecer outros profissionais da mesma área e entender como outras empresas trabalham a partir do contato com outros profissionais em sala.

Pensando nisso, a Trevisan disponibiliza diferentes opções de aulas para quem está querendo transitar sob novos campos do conhecimento.

Os cursos integram teoria e prática, para uma melhor absorção dos temas. Atendendo auxiliares e gerentes, o programa desenvolve treinamentos em diversas áreas do conhecimento, capacitando profissionais para o mundo corporativo.

Segundo Priscila Xavier, coordenadora da área de Educação Executiva, 30% dos alunos que realizam os cursos de férias procuram a instituição para participar de outro curso no ano seguinte.

Os programas oferecidos pela Educação Executiva da Trevisan são:

Seminário e Workshop: Traz discussões atuais sobre diversos segmentos do mercado para troca de informações específicas e network;

Programa Intensivo: São cursos de curta duração oferecidos ao mercado corporativo com objetivo de qualificar e desenvolver os profissionais por meio de atividades práticas e teóricas, para facilitar a tomada de decisão e desenvolvimento de estratégias.

Programa Extensivo: São cursos de longa duração com o objetivo de atender às necessidades específicas de profissionais que buscam aprimorar seus conhecimentos em determinada área.

Cursos de Férias:  Desenvolver atividades práticas e teóricas em datas mais flexíveis na agenda do profissional, essa divisão traz a oportunidade de atualização especializada para formação e atualização do profissional multidisciplinar.

A oportunidade é perfeita para aqueles que não podem se ausentar por muito tempo, mas querem agregar valor ao currículo, se aperfeiçoar ou aprender algum assunto novo, e para todos aqueles que desejam ser o diferencial que o mercado de trabalho busca.

Para mais informações:

E-mail: [email protected]

SP – Telefone: 11 3138-5204

RJ – Telefone: 21 2223-0863

RB – telefone: 16 3344-3238

Novas normas contábeis chamam a atenção de profissionais

novas_normas_fbA contabilidade no Brasil mudou, é o que se tem comentado nos últimos dois anos no âmbito da profissão, das empresas, das universidades, da mídia e da sociedade em geral. De fato, isso em parte é verdade. A contabilidade entendida como sistema de informação das organizações empresariais, controle do patrimônio e avaliação dos desempenhos, não mudou. O que mudaram foram as práticas contábeis.

Com a Lei 11.638/2007, o Brasil passou a adotar as Normas Internacionais de Contabilidade, mais comumente conhecidas por IFRS. Essa nova lei introduziu importantes conceitos do direito societário, alinhando a normatização brasileira às legislações dos Estados Unidos e de países da Europa.

Consequentemente, estas inovações trouxeram impactos relevantes para a profissão contábil, visto que o contador passa a exercer muito mais sua capacidade de julgamento do que antes. Pode-se afirmar que as mudanças introduzidas buscam aprimorar a qualidade da informação contábil, a compreensibilidade, a relevância, a confiabilidade e a comparabilidade das informações divulgadas.

Junto com essas mudanças, surgiu também um grande interesse por especializações que pudessem agregar conhecimentos essenciais para a atuação na área. A procura por cursos especializados, voltados ao gerenciamento de pessoas e contabilidade, para a elaboração e análise de demonstrações financeiras cresceu relativamente.

Para que uma empresa tenha um desempenho financeiro sólido, o conhecimento profundo das IFRS e das novas normas contábeis é de suma importância para os atuantes da área contábil. Porém, um dos principais desafios é entender e aplicar as mesmas.

Com a publicação da obrigatoriedade da implementação da norma IFRS 9 (2014) da International Financial Reporting Standards para companhias abertas em 2018, muitas empresas terão de recolher e analisar dados adicionais e implementar mudanças nos sistemas.

Para suprir essas demandas, a Trevisan desenvolveu a Especialização em IFRS, disponível nas unidades de São Paulo e Rio de Janeiro, com o propósito de preparar os profissionais nos procedimentos contábeis.

O curioso é que este tipo de pós-graduação vem atraindo não apenas contadores, auditores e especialistas em finanças, mas também um número crescente de técnicos de outras áreas – sobretudo economistas e advogados.

Se você possui interesse em aprimorar ou iniciar estudos sobre os novos procedimentos contábeis, sem deixar de lado aspectos de gestão empresarial, conheça o curso da Trevisan e garanta seu futuro.

Guia de Carreiras – Administração

adm-1

O curso e a carreira em Administração são um dos mais populares no Brasil, e isso não é mais novidade pra ninguém. No Sistema de Seleção Unificada (Sisu), o curso se encontra com frequência no topo da lista dos mais concorridos. Existem algumas razões para tal, mas a que mais chama a atenção é, com certeza, a amplitude que o mercado de trabalho oferece aos formados administradores.

Além do enorme leque de opções para quem escolhe seguir a profissão, há também grande possibilidade e capacitação de se tornar um empreendedor e abrir seu próprio negócio, sonho de muita gente.

Mas afinal, o que é a Administração?

Bem, administração é o ramo das ciências sociais que agrupa diversos conhecimentos a respeito das organizações e o processo de administra-las, e o gerenciando dos recursos financeiros e humanos para atingir os objetivos da empresa.

O profissional desta área é responsável pela criação e execução de estratégias para melhorar o desempenho da organização, e se torna indispensável em qualquer setor, pois possui capacidade de gerenciar todos os processos, desde finanças, contabilidade, gestão de produtos e de pessoas. Um bom administrador conhece as relações de planejamento, organização, controle, operação, custos, lucros e resultados da empresa.

Como citado anteriormente, o principal atrativo dessa profissão é a possibilidade de atuação em diversas áreas, seja em empresas privadas, organizações públicas, bancos e instituições financeiras, mercado de capitais, organizações sem fins lucrativos ou autônomo.

O curso de Administração é uma ótima opção para quem possui interesse em conhecer o funcionamento de uma organização como um todo, saber como cada setor funciona e como interfere nos demais. O profissional formado pela Trevisan recebe os conhecimentos da área financeira, Contabilidade, Logística, Marketing, Legislação, Gestão de produtos e pessoas, e muito mais.

No início da carreira a personalidade, como o profissional age, o que já fez (um trabalho voluntário, por exemplo), o rendimento na universidade, ou se participa de algum clube são as principais características da vida pessoal que serão levadas para o mercado de trabalho. As empresas exigem dinâmica, e uma pessoa que se mantém parada não se adequa muito bem, por isso é importante estar sempre atualizado.

Se esses pontos o convenceram a escolher o curso, venha para a Trevisan e garanta seu futuro!

Como identificar líderes e inspirar colaboradores

Montar o “dream team” não é exclusividade de grandes corporações. É possível identificar os melhores líderes em qualquer empresa e, com isso, inspirar os colaboradores.

Saiba como:

A relação entre chefe e funcionários nem sempre é fácil. A gestão de pessoas é um processo que começa na busca pelo perfil ideal, que complemente os talentos já existentes e que vai ampliando, gradativamente, os desafios à medida que passa a fase de contratação e adaptação até chegar à retenção de pessoal. Por outro lado, ter uma liderança forte pode significar a sustentação e manutenção de uma equipe de sucesso, trazendo resultados positivos para a empresa.

A pergunta é: como identificar e treinar bons líderes em uma equipe, e como gerenciar e instaurar a admiração necessária a esse novo chefe?

É preciso ter em mente que a relação de admiração não pode ser uma exclusividade entre chefe e empregado. Os funcionários precisam, antes de qualquer coisa, admirar a empresa onde trabalham. Nesse sentido, os empresários à frente das corporações devem transmitir todo o DNA da companhia com clareza e intensidade para todos, do porteiro ao presidente.

Além disso, os processos internos devem ser simples e efetivos, de modo a contribuir para uma relação transparente, com gestão participativa, baseada em meritocracia com metas, controles e indicadores de desempenho claros, funções descritas de forma direta para que o funcionário saiba o que é esperado dele, feedbacks trimestrais, além de ciclos contínuos de capacitação e treinamento.

São essas ações que propiciam o surgimento do espírito de equipe, fazendo com que todos os colaboradores se sintam também donos do negócio e aflorando o sentimento de pertencimento, vindo a estabelecer o senso de responsabilidade em toda a cadeia. Uma vez que este ambiente surge, ele passa a ser o principal ativo de qualquer negócio, facilitando a identificação de novos líderes.

O segredo desta multiplicação está em saber que existem os líderes natos – aqueles que têm empatia natural com os demais e que se conectam facilmente com as pessoas, por serem mais comunicativos, flexíveis e ouvintes, como também existem aqueles que podem ser treinados para este fim, por meio de coaching ou mentoring.

Imaginação, coragem, curiosidade, compromisso com os demais e paixão pelo o que faz são as principais características de boas lideranças e, por mais que seja papel da gestão de RH identificar estes talentos, os funcionários também não podem ficar estáticos, esperando que alguém os descubram atrás de suas mesas.

Vale lembrar que a principal característica de um bom líder é justamente se lançar aos desafios e quando não há uma oportunidade, em geral, ele cria. Não se acomoda, apresenta boa capacidade analítica, não teme críticas e se mantém longe da zona de conforto e, mesmo que as empresas demorem um pouco para acontecer, ele se empenha para ser notado.

De toda forma, a empresa analisará sempre todo o histórico: o que é que o possível candidato à líder já fez para a empresa, com quais soluções contribuiu e de que forma poderá trilhar o novo desafio de mãos dadas com o futuro, ou seja, que é que ele ainda pode fazer por ela, vindo a se tornar um admirado multiplicador de sucesso.

Vale lembrar que um bom líder não teme novos líderes. Ele tem em mente que com um time coeso e motivado, vai poder extrair o melhor de cada talento, o que possibilita, por exemplo, que descentralize as decisões. Enquanto as pessoas certas estão nos lugares certos, resolvendo questões mais específicas, os líderes têm mais tempo para se concentrar no macro, ter visão de médio e longo prazos, levando o negócio pelo caminho desejado: é papel fundamental deles gerenciar o presente, esquecer seletivamente o passado e dar combustível para o futuro.

(Fonte: Administração: Gestão e Inovação)

Os canais de denúncias e de ouvidoria servem ao mesmo propósito?

Atualmente temos lido muito sobre os canais de denúncias e a sua importância para receber, examinar e encaminhar comunicações a respeito de possíveis situações de desvios de conduta e cometimento de atos ilícitos por parte de colaboradores ou terceiros, sobretudo após a edição das Leis Anticorrupção (12.846/13) e de Acesso à Informação (12.527/11).

Não raramente, a finalidade e os objetivos dos canais de denúncias e de ouvidoria são confundidos, ainda que em alguns casos, sirvam ao mesmo propósito. Daí a importância de destacarmos algumas particularidades sobre os citados canais.

Os canais de denúncias de irregularidades, previstos no código de conduta da organização, devem ser abertos e amplamente divulgados a colaboradores e terceiros. Servem ao propósito de acolher relatos, reclamações e denúncias, de modo a prevenir e combater fraudes e corrupção, e para a efetividade e transparência na comunicação e no relacionamento da organização com as partes interessadas.

Vale ressaltar que os canais de denúncias devem funcionar de forma independente e imparcial, com garantia de sigilo e confidencialidade do autor da mensagem ou denunciante, para promover, de forma tempestiva, as apurações e providências necessárias. Recomenda-se que o serviço seja executado por um terceiro de reconhecida capacidade.

Com respeito às ouvidorias, cujo surgimento nos remete à Suécia do século XIX, sob a expressão formal ombudsman, também adotada por aqui por algumas organizações, entendemos pelo canal que recebe e trata as reclamações de clientes que não foram solucionadas pelo atendimento habitual ou pelos canais de atendimento competentes (serviço de atendimento ao consumidor, por exemplo).

Por meio das ouvidorias, os clientes podem, ainda, propor soluções de melhoria e registrar elogios. Ou seja, as ouvidorias são “a voz dos consumidores dentro da empresa” e podem ser consideradas como a última instância para solução de conflitos entre a empresa/fornecedor e os clientes, já que possuem autonomia para, caso necessário, acionar as diversas áreas da estrutura corporativa. Importante destacar que as ouvidorias não substituem os canais convencionais de atendimento.

Apesar dos avanços observados nas estruturas dos canais de denúncias e das ouvidorias, quer sejam públicas ou privadas, muitos são os desafios a serem enfrentados em busca da integridade corporativa e da melhoria contínua.

Prof. Emerson Siécola de Mello é Advogado, diretor da Integrity Brasil e professor no MBA Gestão de Riscos e Compliance da Trevisan Escola de Negócios.

7 dicas para melhorar a produtividade de sua empresa

Uma organização é constituíprodutividade_fbda por pessoas e processos, logo, quanto maior a produtividade das pessoas e dos processos, maior a rentabilidade e menor a ociosidade. As empresas necessitam aumentar e aperfeiçoar os métodos que elevam a produtividade da sua equipe e dos processos para obter maior desempenho.

Confira abaixo algumas dicas para melhorar o ambiente de trabalho e a produtividade da sua empresa:

1) Identifique as falhas

Verifique quais e onde ocorrem as falhas que impactam negativamente a produtividade da empresa. Avalie o processo de trabalho, entenda onde e como o capital está sendo gasto. Contendo de forma clara estas informações, será possível automatizar os processos e cortar gastos desnecessários. O mapeamento de processos em uma pequena empresa é de suma importância, uma vez que descreve toda lógica de funcionamento da organização, portanto, para identificar as falhas, observe atentamente seus processos.

2) Motive sua equipe

Sabe-se que a motivação é criada através da interação entre o colaborador e a situação em que ele está envolvido na empresa, sabe-se também que a motivação varia de pessoa para pessoa devido ao momento em que se está vivendo. Outro fator a ser observado, é que segundo o estudo de Edwin Locke a motivação é gerada no ponto de partida dos objetivos, quando o colaborador estabelece seus alvos e define a melhor forma de atingi-los, o mesmo permanece, independente das dificuldades que o trabalho apresente, motivado devido a satisfação que o resultado o proporcionará, e isso o conduz e motiva. Logo, a importância da empresa, que precisa manter e/ou elevar a produtividade, em se empenhar afim de proporcionar qualidade ambiente de trabalho, cuidar para que seja harmonioso através da organização, higiene, mobílias que dê conforto (Ex. uma boa cadeira), manutenção dos equipamentos de trabalho, prezar por um clima organizacional saudável, reconhecer o trabalho bem executado, ensinar a partir dos erros, entre outros.

3) Invista em treinamento

Para que empresa tenha alta produtividade é imprescindível que a mesma capacite sua equipe, atualize-os sempre, sobre as novas atividades, softwares, atendimento, ferramentas novas de trabalho, entre outros. O resultado será um trabalho melhor executado, excelentes resultados, diminuição de erros e conseguintemente de retrabalho. Muitos empreendedores acham que treinamento é oneroso e custa caro para a empresa, mas para esta afirmação devolvo outras perguntas, quanto custa um funcionário mal treinado? Quanto custa um funcionário que executa mal as suas funções e perde tempo na execução das suas rotinas? Esta é uma análise que se tem que fazer na hora de investir em treinamentos. Já dizia Derek Bok, ex-reitor da Universidade de Harvard, “se você acha que a educação é cara, experimente a ignorância”.

4) Faça planejamento

Um bom planejamento é primordial para os processos da empresa, quando não há planejamento as decisões a serem tomadas ficam incertos, e isso interfere diretamente na produtividade. E todo e qualquer planejamento que a empresa fizer, precisa e deve ser avaliado e moldado a realidade da empresa e do mercado no qual atua. A flexibilidade em um planejamento visa encontrar a melhor forma em fazer determinada ação, e não em abandonar o foco inicial. Atualmente existem ferramentas simples e gratuitas na web para fazer planejamento do seu negócio, além disso existem métodos simples e ágeis de planejamento que lhe ajudam a ganhar tempo na hora de planejar.

5) Crie estratégias

Importante que a empresa esteja preparada para variadas circunstancias, como crises, cortes no orçamento, entre outros, que necessitam de estratégias para suportar de forma saudável os altos e baixos que podem vir a ocorrer, do mesmo modo que o planejamento, as estratégias precisam ser realizadas e avaliadas e melhoradas.

Um bom exemplo de estratégia para melhorar a produtividade consiste em investir em tecnologias que permitam otimizar o tempo de operação, assim viabilizando que os colaboradores mantenha o foco no negócio. Softwares pagos ou gratuitos, por exemplo, com variadas plataformas que atendam ao empreendimento, podem favorecer a diminuição de tempo no atendimento assim aumentando a satisfação e melhorando o relacionamento com cliente.

6) Foco na produtividade das reuniões

As reuniões não podem ser improdutivas, e isso acontece muitas vezes quando: o foco, o assunto é esquecido ou modificado durante o curso da reunião, temas de menor relevância tomam maior tempo, discussões são criadas fora de um senso comum entre os que se reúnem, e assim reunião prevista para 20 minutos ultrapassa o horário, o questão que deveria ser resolvida, a meta a ser definida, a decisão a ser tomada entre outras coisas, não são resolvidas. Para reuniões eficientes e de alta produtividade, procure definir o delimitar o tema e se manter nele, faça uma pauta contendo os assuntos que deverão ser abordados, procure objetividade e clareza. Em algumas empresas existe o costume de fazer reuniões em pé, para que as pessoas mantenham-se focadas na pauta e não usem a reunião como um pretexto para procrastinação. Outras empresas penduram um cronômetro grande na sala de reunião para monitorar o tempo gasto com reuniões e mensurar este custo na operação. Ou pode-se eleger um colaborador para controlar o tempo pre-determinado para cada assunto e controlar a pauta. Portanto é essencial manter o foco, pois reunião é um investimento de tempo.

7) Comunicação interna

A produtividade da empresa está diretamente relacionada com uma comunicação interna clara e objetiva. A partir do momento em que os atores da organização, gestores e colaboradores, aprendem a se comunicar ou melhoram sua comunicação, os processos tornam-se mais ágeis e eficientes, e a produtividade cresce. A comunicação ineficaz é um ponto fraco nas empresas, e precisa ser melhorado para que não haja retrabalho, por exemplo, quando as pessoas não entendem exatamente o que deve ser feito.

(Fonte: Minha Ideia de Negócio)

Ética corporativa na perspectiva sociológica

etica_sociologica_fbProf. Dr. Renato Santos

O discernimento do indivíduo sobre o certo e o errado é a percepção moral que tem quando depara com dilemas éticos que pautarão suas atitudes. O profissional precisa racionalizar seus atos; em outras palavras, ele necessita justificar para si e para os outros que determinada ação não é errada ou, caso o seja, amenizar a situação flexibilizando os padrões éticos.

“A moral é social. Só nos tornamos e só somos um agente moral se nos relacionamos com o outro” (PUTNAM, 2013, p. 822). Esse pressuposto decorre da lógica de que a maneira de agir, seguindo as normas sociais (compliance) ou as ferindo (fraude), está relacionada com elas.

No âmbito empresarial, os hábitos e escolhas dos indivíduos são direcionados por suas concepções morais pessoais, mas também sofrem transformações sob as circunstâncias impostas pela organização e pelo meio que as determina. A decisão correta muitas vezes é clara, mas a competição e as pressões institucionais levam até mesmo os gestores bem-intencionados a se comportarem de maneira antiética – considerando também o fato de que os interesses econômicos e os princípios éticos podem ser conflitantes.

Como se vê, são concepções sobre o comportamento ético que implicam considerar a importância dos fatores situacionais nos processos decisórios dos indivíduos. Nessa perspectiva, a compreensão dessas pressões situacionais se faz necessária para mitigar riscos na organização.

Espinoza defende a teoria de que o homem biologicamente tende a agir de modo cooperativo com o intuito de preservação da espécie, uma vez que, assim agindo, age para o bem coletivo e, por conseguinte, este proporcionará um ambiente passível de convívio. Como cientista comportamental, Taylor se focou na condição humana, desenhando uma intervenção comportamental com predisposições sociais. A esse respeito, ele interpretou “as instituições e a regulamentação institucional como um meio de se antecipar avanços posteriores em psicologia organizacional, sociologia organizacional e economia organizacional”.

A interpretação institucional baliza a ordem social por meio de uma programação coletiva ou “moralidade generalizada”, aspirando, entre outros objetivos, tornar os comportamentos individuais previsíveis. Daí a importância da compreensão do comportamento do indivíduo no contexto organizacional. E para entender a influência do ambiente no indivíduo, segundo a análise do comportamento, é necessária a compreensão dos seus três níveis influenciadores:

  • a espécie (filogenética) – a qual, por meio do comportamento imitativo e da modelagem, os membros de uma espécie tendem a desenvolver suscetibilidade a determinados padrões comportamentais segundo o modelo operante;
  • a vida do indivíduo (ontogenética) – refere-se a comportamentos que são selecionados pelo indivíduo por seu grau de importância em sua vida, não apenas por sobrevivência;
  • a cultura (práticas culturais) – são seleções baseadas em contexto social que dependem da participação de mais um indivíduo, possibilitando, por meio do comportamento verbal, o conhecimento do mundo (subjetividade) não só por experiência própria, mas também pela experiência dos outros, os quais não precisam sequer estar presentes fisicamente.

Ainda no terceiro nível (cultura), as relações entre práticas culturais e as contingências que as cercam apresentando a definição de metacontingência. A metacontingência contextualiza o comportamento do indivíduo no ambiente, considerando que aquele influencia e é influenciado por este; os homens em interação por meio do comportamento verbal constituem a cultura que constrói uma parte importante dos indivíduos, a subjetividade (diminuindo a importância da mentalidade como forma e meio de compreensão do indivíduo).

A relação social com a qual o indivíduo interage possui variadas formas, não se resumindo apenas à forma estritamente profissional, esta denominada “sociabilidade secundária”. É considerada “secundária” pois, primariamente, os indivíduos, antes mesmo de se tornarem cidadãos e trabalhadores, tiveram de ser constituídos como pessoas – estas são as relações primárias: parentesco, amizade, aliança.

Tomando a ética do pós-dever, na qual o homem é um ser individualista e narcisista, na busca insistente por satisfação dos seus desejos, mesmo que em detrimento dos deveres impostos pelos agentes de controle, como instituições religiosas, governamentais, econômicas e educacionais, não há que se propor uma ética com base em responsabilidade para o outro de forma inteiramente altruísta sem esperar algo em troca.

O conceito acima encontra guarida na Teoria da Dádiva, por ser um sistema geral de obrigações coletivas, imbuído de um elemento de incerteza estrutural na regra tripartida do dar-receber-retribuir, e por escapar da hiperpresença de uma obrigação coletiva que deveria se impor tiranicamente sobre a liberdade individual. Nesse contexto, não há que se falar em dever, pelo menos não explicitamente, mesmo que esse “dever”, embutido na própria relação tripartida do dar-receber-retribuir, seja mais consistente que um dever explícito.

Não há espaço para uma ética sustentada no altar dos valores superiores tendo como mote o sacrifício individual em nome da coletividade, mas sim uma ética indolor, suportada por um individualismo responsável, em que cada um respeita as regras morais necessárias para a boa convivência e a garantia de seus direitos, e menos sujeita aos indiciamentos compulsórios, eliminando o dever proferido por entes superiores. Sim, há que se falar em uma ética interesseira no sentido da busca por algo em troca, condição inerente ao trabalho no novo capitalismo, em que se pede aos trabalhadores que sejam ágeis, estejam abertos a mudanças em curto prazo, assumam riscos continuamente, dependam cada vez menos de leis e procedimentos formais.

A partir do conceito de “ética inteligente” de Lipovetsky, tem-se a abordagem de uma “integridade inteligente”, a qual não impõe que os interesses pessoais sejam coibidos completamente, mas que sejam mitigados conforme as circunstâncias concretas de uma maneira pragmática e realista. Discute e apresenta as vantagens em se manter a integridade, não apenas para a coletividade da qual faz parte, mas também, e principalmente, para seu próprio interesse. A abordagem não é apenas mais realista, mas também mais humana, uma vez que considera e respeita as necessidades do homem.

Se o indivíduo está na realidade padecendo de um vago estado interior chamado ausência de valores, então só poderemos solucionar o problema alterando esse estado – por exemplo, “reativando o poder moral”, “estimulando a força moral”, ou “fortalecendo a fibra moral ou o compromisso espiritual”. O que deve ser mudado são as contingências, se as consideramos responsáveis pelo comportamento inadequado ou pelos sentimentos que, como se considera, explicam o comportamento (SKINNER, 1983).

A ciência possui uma importante capacidade de descrição das contingências, isso porque ela possui tecnologia para descrever fatos e, com isso, potencializa a alteração do comportamento de uma pessoa a partir dessas descrições.

Quando esses fatos a descrever são morais, a abordagem científica se torna ainda mais efetiva que a filosófica, pois não se resume a uma abordagem binária entre certo e errado, mas considera a complexidade do ambiente e de suas contingências, buscando a compreensão e a exposição das consequências de determinadas ações, afetando a percepção moral do indivíduo.

A pressão organizacional pode influenciar de tal maneira a decisão do indivíduo entre fazer o que julga ser o certo e o que melhor lhe apraz em determinada situação que pode gerar na mais comum das pessoas honestas um comportamento criminoso.

As pressões ou motivos podem ser não apenas de ordem financeira, mas também de ordem social e política. As pressões não financeiras podem decorrer de disciplina pessoal ou de outros fatores situacionais. As pressões políticas e sociais ocorrem quando os indivíduos sentem que não podem aparentar seu fracasso devido a sua posição social ou a sua reputação. Alguns exemplos de situações envolvendo pressões não financeiras são: a necessidade de reportar resultados melhores que o desempenho real, frustração com o trabalho, um desafio para vencer o sistema ou mesmo o poder exercido pelo superior ou um colega de trabalho.

O uso do poder pode ser materializado por meio de metas coletivas ou objetivos pré-estipulados, mesmo que tacitamente, o que é fundamental para que exista a concessão de poder pelo liderado.

O poder é uma prática social, constituída historicamente, ou seja, por ser exercido de variadas formas, dependendo do contexto em que estiver inserido, não há como classificá-lo exaustivamente nem, tampouco, criar modelos para a sua aplicação. Entretanto, é possível identificá-lo e exercê-lo, e uma das maneiras em que esse exercício se dá, mesmo que de forma não exclusiva, é pela liderança.

A liderança se dá em qualquer prática social, e isso significa dizer que o poder pode ser exercido em qualquer relação interpessoal, e não necessariamente em uma instituição. Cada indivíduo pode exercer e sofrer a dominação na relação com outro indivíduo, dependendo do contexto e do papel em que está sendo influenciado (FOUCAULT, 1995).

Canais de denúncia e NÃO a hipocrisia

canal_de_denuncias_fbSegundo pesquisa realizada pela Association of Certified Fraud Examiners, 46% das fraudes são detectadas por intermédio de canal de denúncia, e 57,7% dessas denúncias são originadas por funcionários, mesmo considerando que menos de metade das organizações possui uma ferramenta formal de reporte. Podemos inferir que a fraude não é aceita de forma passiva por aqueles que não a praticam, tentando inibi-las mesmo sem um canal apropriado para tal. Empresas que possuem esse instrumento observam 60% de redução nos montantes de fraudes detectadas, principalmente devido à identificação prematura das situações.

A criação de canais de comunicação para os funcionários e stakeholders mostra-se como uma forte ferramenta de compliance, sendo relevante tanto para possibilitar a denúncia de atos antiéticos como para retirada de possíveis dúvidas sobre dilemas éticos, colaborando para o desenvolvimento e fortalecimento do ambiente ético e para uma boa governança corporativa.

Principalmente quando o canal servir para reportar violações, é fundamental que a confidencialidade e confiabilidade seja reforçada e respeitada, pois, sem a primeira, o denunciante não se sentirá à vontade para relatar o que sabe ou mesmo desconfia. Esse receio pode advir do medo de represálias ou mesmo de ter seu nome vinculado ao fato delatado. Já a confiabilidade se expressa quando o denunciante tem a ciência e percebe que os atos denunciados serão investigados, gerando assim a percepção de que a organização efetivamente se preocupa e toma ações para mitigar atos antiéticos.

O canal de denúncia precisa ser efetivamente acessível, customizado para o público a que se destina, em uma organização em que seus funcionários não possuem acessibilidade à internet, por exemplo, é recomendável a disponibilidade do canal por via telefônica também, ou mesmo considerar a possibilidade de caixa postal. A comunicação adequada da ferramenta é de igual importância, uma vez que sua correta divulgação viabiliza a operacionalização, bem como a conscientização e orientação para a utilização correta do canal, para que não seja confundida como uma ferramenta de reclamações ou sugestões no tocante a assuntos que não interferem ao ambiente ético em si.

Ao implantar um canal de denúncia, a organização precisa estar preparada para lidar com o que Nietzsche chamou de “moralina”. Sem a intenção de simplificar sobremaneira o seu conceito, moralina é a forma de reduzir a moral e a ética a regras e meios de julgar e subjugar o outro por meio de uma pseudomoralidade. Ela pode se dar pela moralina de indignação, a qual, sem qualquer preocupação com uma análise neutra e racional, desqualifica o outro, muitas vezes na forma de hipocrisia.

Ainda há a moralina de redução que objetiva julgar o outro pelos seus maus atos e ideias imorais, classificando-o como inferior aos demais, ignorando seus atos benéficos até aquele momento. E, ela pode ainda se dar de forma inconsciente, pois não somos capazes de transmitir uma história, como se fosse texto xerocado.

Assim, cabe à organização, se precaver contra a possibilidade de fomentar a hipocrisia em sua gestão na forma de denuncismos. Para isso, ela precisa desenvolver os agentes que lidarão com as denúncias de tal maneira que não poderão julgar qualquer colaborador sem a devida análise, pautada na imparcialidade e respeito humano.

A partir daí algumas denúncias serão alvo de apuração e investigação e outras não, mas é importante a gestão e resolução dos incidentes relatados de forma independente, ou seja, quem recebe a denúncia não deve investiga-la, para que a ferramenta não seja considerada um embuste, sendo fundamental que os funcionários e stakeholders tenham a percepção de que o canal é seguro, que funciona e que dá resultados, para que assim a ferramenta tenha seu papel no reforço do compliance organizacional.

Prof. Dr. Renato Santos é Coordenador do MBA Gestão de Riscos e Compliance da Trevisan Escola de Negócios e formado em Direito, MBA Gestão de Pessoas, Mestre e Doutor em Administração na PUC-SP. Sócio-diretor da S2 Consultoria.

Por que você deve fazer Ciências Contábeis? Descubra aqui

porque fazer ccÉ muito difícil, principalmente para os mais jovens, dar o principal passo na vida acadêmica e escolher qual curso fazer. São inúmeras opções e decidir por apenas uma delas para seguir parece extremamente arriscado.

Escolher uma profissão é desenhar um projeto de vida, analisar habilidades, questionar valores, o que se gosta de fazer e a qualidade de vida que se pretende ter.

Por isso, uma boa forma de escolher o curso ideal é analisar o que se espera do futuro, as suas próprias competências, o mercado de trabalho e as possibilidades de carreira para depois que você se formar.

Há muitos anos, a Contabilidade está entre uma das profissões que mais cresce no mundo. O mercado para a área está cada vez mais favorável, e as perspectivas são excelentes. De acordo com o Conselho Federal de Contabilidade (CFC), só no Brasil, existem mais 82 mil escritórios e 490 mil profissionais registrados e os salários podem chegar ao teto de R$ 15 a 30 mil reais por mês

Para trabalhar como contador é necessário a graduação em Ciências Contábeis e o registro no Conselho Regional de Contabilidade.

Conheça as principais vantagens de quem se forma no curso e descubra se ele é ideal pra você:

1ª.) Desemprego Zero: A taxa de empregabilidade nesta profissão é muito alta (90%), visto que cada empresa é obrigada por lei a ter um contador, por isso é raro encontrar um bom profissional contábil desempregado.

Estima-se hoje, aproximadamente, 20 milhões de negócios no Brasil. Nesta base existem, em média, 33 empresas para cada contabilista (técnico + contador) e 50 empresas para cada contador (bacharel em Ciências Contábeis).

2ª.) Mais de 30 especializações para escolher: A profissão contábil tem próximo de 30 especializações, abrindo um leque de escolha conforme o dom de cada um: além de contador, pode ser auditor interno, perito, consultor, controller, planejador tributário, auditor independente, analista financeiro, contador de custo, contador gerencial, empresário contábil, investigador de fraudes, professor, pesquisador, parecerista, conferencista, contador público, agente fiscal de renda, oficial contador, arbitragem, contador internacional, etc.

Curiosidade: Aqueles que apostam em concursos públicos e sonham com uma carreira estável e bem sucedida, podem ir para o cargo de Auditor-Fiscal, da Receita Federal do Brasil, e receber uma remuneração inicial de R$ 14.965.

3ª.) Não existe preconceito de idade: Na maioria das profissões acontece de barrarem bons profissionais a partir dos 40 anos. Mas na Contabilidade, as empresas sempre se interessam exatamente por profissionais contábeis que prestem serviços de boa qualidade e que possuam boa experiência principalmente na área fiscal, custos, auditoria, etc.

Se esses três fatores te convenceram de fazer o curso de Ciências Contábeis, venha para a Trevisan e faça parte de uma das áreas com maior taxa de empregabilidade do mundo!

Sobre o curso de Ciências Contábeis da Trevisan

A graduação da Trevisan apresenta as questões científicas, técnicas, sociais, econômicas e financeiras das empresas. Ao concluir o curso, os profissionais estarão capacitados no pleno domínio das responsabilidades funcionais envolvendo apurações, auditorias e perícias.

O principal diferencial e a eficiência do curso são comprovados através do alto índice de aprovação (82%) no exame de suficiência do Conselho Federal de Contabilidade – CFC, onde a média nacional é de 38%.

Desconfio que minha empresa esteja sendo fraudada. E agora?

fraudeempresa_fbSegundo pesquisas, 70% das empresas brasileiras vivenciaram fraudes internas no último ano de 2015. A dúvida que persiste é saber se as demais, do grupo dos 30%, não sofreram ou nem sequer sabem que sofrem com fraudes ocasionadas por seus colaboradores.

O fato é que toda e qualquer organização está sujeita a essa desagradável situação, independentemente do tamanho e ramo de atividade, pois, onde existirem pessoas, há a possibilidade de ocorrer algum tipo de fraude.

A fraude pode ocorrer de três formas: Apropriação Indevida; Corrupção e Demonstrações Fraudulentas. Mas, independentemente da forma que se apresenta, a fraude é um ato de deslealdade entre o colaborador e seu empregador. E, como somos todos humanos, ações emocionais são comuns no tratamento dessa situação, já que estaremos lidando com a decepção na relação de confiança que tínhamos estabelecido com determinada pessoa ou grupo.

Por isso, vamos iniciar então com o que não se deve fazer:

• Partir do pressuposto que a sua suspeita é verdadeira. Se você insistir em condenar alguém, isso gerará um ambiente negativo de partida e pode provocar danos morais e, consequentemente, indenização trabalhista contra a empresa;

• Abordar o suspeito sobre a desconfiança e muito menos abordar os colegas ou superior direto no início da investigação. Caso contrário, isso poderá alertar os possíveis envolvidos para encobrir a fraude e prejudicar o processo. Além do mais, nunca sabemos qual a abrangência do fato;

• Ultrapassar os limites legais no processo de investigação da fraude, como por exemplo consultar a conta bancária do suspeito, pesquisar a declaração do imposto de renda, fazer “grampo” telefônico sem autorização do Poder Judiciário, entre outras ações;

• Punir sem provas pode gerar indenização futura por danos morais. Por mais que haja uma vontade de se fazer “justiça” pela traição sofrida, se munir adequadamente de evidências e comprovações documentais é fundamental para a tomada de decisão mais adequada.

Apresentamos a seguir uma série de ações que podem ajudar no esclarecimento de uma suspeita dentro da sua empresa:

Monitoramento das atividades: o spy-software é umprograma instalado no computador de propriedade da empresa que capta os dados utilizado pelos colaboradores. Essa é uma boa maneira de identificar se as suspeitas são verdadeiras ou não;

Cópia Forense de Dados: na mesma linha que a ação anterior, também pode-se realizar um espelhamento de Discos Rígidos (Hard Disk) nos computadores da empresa. A atitude preserva propriedades de acesso e registros recuperáveis do aparelho;

Análise dos arquivos eletrônicos: se o seu medo era que a pessoa tivesse excluído algum indício de fraude, essa análise ajuda muito. É possível ver e-mails profissionais existentes, recuperar e analisar arquivos excluídos coletados por meio do monitoramento e dos dados coletados e recuperados no HD.

Levantamento de informações de domínio público das pessoas físicas ejurídicas citadas;

Entrevista Forense: A entrevista busca entender a situação ou o processo em que se insere o fato, no caso a fraude, com base na lista previamente desenvolvida de dúvidas ou pontos a serem esclarecidos para maior esclarecimento sobre o caso.

Se, mesmo assim, você ainda ficou em dúvida sobre qual abordagem utilizar, a tabela abaixo é uma ótima elucidação dos pontos que acabamos de citar. Com objetivo de indicar possíveis ações para diferentes tipos de fraudes, apresentamos a tabela abaixo:

tabela-fraude

É importante lembrar que essa tabela é ilustrativa, sendo necessária a compreensão de cada caso e definição de uma estratégia adequada para cada um deles. Sabemos que lidar com fraudes envolve bem mais do que simplesmente olhar para uma tabela, mas se há uma única palavra de ordem para lidar com uma suspeita de na sua empresa é: serenidade!

Renato Almeida dos Santos é formado em Direito, MBA em Gestão de Pessoas, Mestre e Doutor em Administração pela PUC-SP. Foi executivo da área de Compliance e Prevenção a Fraudes Organizacionais em consultoria internacional de Gestão de Riscos por 12 anos. Ministrou diversos cursos e palestras no Brasil e Exterior (China). Anteriormente, trabalhou no Ministério da Defesa, como Oficial do Exército Brasileiro e na Duratex S/A, na área de Recursos Humanos. Coordenador do MBA de Gestão de Riscos e Compliance da Trevisan Escola de Negócios. Premiado pela CGU e Instituto Ethos e autor do livro “Compliance Mitigando Fraudes Corporativas”.

(Fonte: Endeavor Brasil)