Ensino Médio: Caminhos da educação brasileira

O Ensino Médio tem estado sob holofotes nos últimos tempos. A discussão começa com a avaliação do ENEM e passa pelos processos seletivos da USP e UNICAMP, mais tradicionais do Estado. O próprio currículo em jogo: formação para o trabalho x formação integral com destino à universidade. Uma velha discussão…
No dia 11/07/11, o Ministério da Educação divulgou pesquisa que informa que escolas privadas podem ter classes mais cheias do que as públicas e que não há perfil padrão entre as melhores no Enem. Estas informações foram publicadas na Folha de S. Paulo.
Mais importante que o número de alunos em sala é a relação de aprendizagem entre os alunos e professores. Não há um padrão, mas fica nítida a relação entre uma metodologia mais focada em resultados do que a formação do aluno ao longo do processo de escolarização.
Se por um lado as escolas lotam as salas de aula, por outro precisam oferecer uma metodologia alinhada com as novas necessidades de formação de um cidadão do século XXI e se utilizam de tecnologias para aprimorar essa relação com o aprendizado, capacitando docentes e alunos para a utilização dessas ferramentas.
Ao mesmo tempo, as avaliações como o ENEM e o tradicional vestibular da FUVEST, continuam sendo parâmetros para escolha e identificação de qualidade da escola.
Nesse sentido é preciso manter um equilíbrio para não saturar o aluno e desencadear um processo de “pânico” por conta de tantas avaliações.
Todo o processo de ensino médio deve ser orientado visando à formação completa do aluno tanto para uma boa escolha profissional como para uma formação integral de desenvolvimento humano e relacionamento.

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