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Por que temos aversão ou medo de mudanças corporativas e organizacionais?

Aversão e medo de mudanças são comuns, mas podemos criar possibilidade de alteração no jeito de agir e pensar das pessoas, mas não é uma tarefa tão simples, e apresentamos alguns pensamentos e avaliações de especialistas renomados, portanto segundo Mark Twain, algumas das principais razões da aversão das pessoas às mudanças são: Medo; Sentimento de incapacidade; Necessidade de grande esforço; e Ausência de interesses pessoais.

E ainda segundo Daryl R. Conner em seu livro “Managing at the speed of Change”, comenta sobre o comportamento das pessoas frente à mudança, segundo levantamento do autor:

  • 10% Aceitam de imediato
  • 20% Aceitam com um pouco de convencimento
  • 40% Aceitam com muito convencimento
  • 30% Só aceitam depois que a mudança foi bem sucedida

Muitos devem estar se perguntando, então como podemos ser agentes destas mudanças, solução pré-fabricada não existe, mas existem profissionais com grande estimulo e vontade de profissionalizar a sua organização, então abaixo apresentamos algumas sugestões:

Os dirigentes e/ou gestores devem assumir papéis positivos dando o tom de sua conduta e se possível criar novas histórias, símbolos e rituais para substituir os atuais.

Devemos entender melhor o negócio e selecionar, promover e apoiar profissionais que adotam os novos valores e mais uma vez mudar ou alinhar o sistema de recompensas para que tenha coerência com os novos valores.

A grande missão é substituir normas não escritas por novas regras e regulamentos específicos e promover as subculturas com transferências de pessoas, rotação de cargos e/ou demissões, se assim se fizerem necessários.

Trabalhar com o consenso de grupos utilizando a participação dos funcionários/colaboradores e a criação de um clima de alto nível de confiança.

Em “O Principe” de Maquiavel:

“Nada é mais difícil de realizar, mais perigoso de conduzir, ou mais incerto quanto ao êxito, do que uma nova ordem das coisas, porque a inovação tem como inimigos todos os que prosperaram sob as condições antigas e, como tímidos aliados, os que podem se dar bem nas novas condições.”

E atualmente vivemos uma nova ordem das coisas, mudança de paradigmas, posturas, culturas e buscar alinhar o negócio com a inovação e sempre que possível sermos conservadores, mas sem travar os processos e a busca pelos resultados.

Em um treinamento fui questionado sobre como era à 20 anos atrás sem normas e procedimentos de controles internos, compliance, segurança da informação e riscos, e simplesmente respondi que:

“Há anos atrás tínhamos um MNI (Manual de Normas Internas) e não possuíamos um leque de informações, sistemas (tecnologias) e empresas do porte atual, o mundo mudou e necessitamos nos adaptar as mudanças, pois não são somente hardwares e software que ficam obsoletos, as pessoas também, e quem não acompanhar será reconhecido como “dinossauro”, portanto as mudanças estão aí e os desafios são nossos, já pensou nisso?”.

* Marcos Assi é consultor da MASSI Consultoria – Prêmio Excelência e Qualidade Brasil 2013, professor de MBA Trevisan Escola de negócios entre outras, autor dos livros “Controles Internos e Cultura Organizacional – como consolidar a confiança na gestão dos negócios” e “Gestão de Riscos com Controles Internos – Ferramentas, certificações e métodos para garantir a eficiência dos negócios”. www.massiconsultoria.com.br

Por que temos aversão ou medo de mudanças corporativas e organizacionais?

Aversão e medo de mudanças são comuns, mas podemos criar possibilidade de alteração no jeito de agir e pensar das pessoas, mas não é uma tarefa tão simples, e apresentamos alguns pensamentos e avaliações de especialistas renomados, portanto segundo Mark Twain, algumas das principais razões da aversão das pessoas às mudanças são: Medo; Sentimento de incapacidade; Necessidade de grande esforço; e Ausência de interesses pessoais.

E ainda segundo Daryl R. Conner em seu livro “Managing at the speed of Change”, comenta sobre o comportamento das pessoas frente à mudança, segundo levantamento do autor:

  • 10% Aceitam de imediato
  • 20% Aceitam com um pouco de convencimento
  • 40% Aceitam com muito convencimento
  • 30% Só aceitam depois que a mudança foi bem sucedida

Muitos devem estar se perguntando, então como podemos ser agentes destas mudanças, solução pré-fabricada não existe, mas existem profissionais com grande estimulo e vontade de profissionalizar a sua organização, então abaixo apresentamos algumas sugestões:

Os dirigentes e/ou gestores devem assumir papéis positivos dando o tom de sua conduta e se possível criar novas histórias, símbolos e rituais para substituir os atuais.

Devemos entender melhor o negócio e selecionar, promover e apoiar profissionais que adotam os novos valores e mais uma vez mudar ou alinhar o sistema de recompensas para que tenha coerência com os novos valores.

A grande missão é substituir normas não escritas por novas regras e regulamentos específicos e promover as subculturas com transferências de pessoas, rotação de cargos e/ou demissões, se assim se fizerem necessários.

Trabalhar com o consenso de grupos utilizando a participação dos funcionários/colaboradores e a criação de um clima de alto nível de confiança.

Em “O Principe” de Maquiavel:

“Nada é mais difícil de realizar, mais perigoso de conduzir, ou mais incerto quanto ao êxito, do que uma nova ordem das coisas, porque a inovação tem como inimigos todos os que prosperaram sob as condições antigas e, como tímidos aliados, os que podem se dar bem nas novas condições.”

E atualmente vivemos uma nova ordem das coisas, mudança de paradigmas, posturas, culturas e buscar alinhar o negócio com a inovação e sempre que possível sermos conservadores, mas sem travar os processos e a busca pelos resultados.

Em um treinamento fui questionado sobre como era à 20 anos atrás sem normas e procedimentos de controles internos, compliance, segurança da informação e riscos, e simplesmente respondi que:

“Há anos atrás tínhamos um MNI (Manual de Normas Internas) e não possuíamos um leque de informações, sistemas (tecnologias) e empresas do porte atual, o mundo mudou e necessitamos nos adaptar as mudanças, pois não são somente hardwares e software que ficam obsoletos, as pessoas também, e quem não acompanhar será reconhecido como “dinossauro”, portanto as mudanças estão aí e os desafios são nossos, já pensou nisso?”.

* Marcos Assi é consultor da MASSI Consultoria – Prêmio Excelência e Qualidade Brasil 2013, professor de MBA do MBA GRC da Trevisan Escola de Negócios, Centro Paula Souza, USCS, entre outras, autor dos livros “Controles Internos e Cultura Organizacional – como consolidar a confiança na gestão dos negócios” e “Gestão de Riscos com Controles Internos – Ferramentas, certificações e métodos para garantir a eficiência dos negócios”. www.massiconsultoria.com.br