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10 frases de Nelson Mandela para reflexão.

Faleceu ontem, na Africa do Sul, um dos maiores líderes que o mundo já conheceu – Nelson Mandela. Além de ter conseguido mover todo um povo em busca do seu ideal de libertação, conseguiu pacificamente, humildemente, inspirando as pessoas  e ensinando que, mesmo que sofressem injustiça, não deveriam devolver na mesma moeda.

Temos muito o que aprender com Mandela e reuni hoje algumas frases ditas por ele que devem nos inspirar e fazer pensar sempre. São frases provocadoras que podem nos fazer refletir sobre como levamos nossa vida, desenvolvemos nossa carreira, fazemos nossas escolhas, como cuidamos uns dos outros. Que cada um faça sua própria reflexão.

1- “Nascemos para manifestar a glória do Universo que está dentro de nós. Não está apenas em um de nós: está em todos nós. E conforme deixamos nossa própria luz brilhar, inconscientemente damos às outras pessoas permissão para fazer o mesmo. E conforme nos libertamos do nosso medo, nossa presença, automaticamente, liberta os outros. ”

2- “Ninguém nasce odiando outra pessoa pela cor de sua pele, por sua origem ,ou ainda por sua religião. Para odiar, as pessoas precisam aprender, e se podem aprender a odiar, podem ser ensinadas a amar. “

3- “O bravo não é quem não sente medo, mas quem vence esse medo.”

4- “Se você falar com um homem numa linguagem que ele compreende, isso entra na cabeça dele. Se você falar com ele em sua própria liguagem, você atinge seu coração.”

5- “Não há nada como regressar a um lugar que está igual para descobrir o quanto a gente mudou.”

6- “Sonho com o dia em que todos levantar-se-ão e compreenderão que foram feitos para viverem como irmãos.”

7- “Uma boa cabeça e um bom coração formam sempre uma combinação formidável.”

8- “Perdoem. Mas não esqueçam!”

9- “Há vitórias que são importantes apenas para aqueles que as conseguem.”

10- E, como estamos em uma faculdade, “A educação é a arma mais poderosa que você pode usar para mudar o mundo.”

 

RIP Nelson Mandela.

O 2o semestre chegou, e com ele muitos processos seletivos!

Julho, mês de férias, mas para quem vai participar de processos seletivos para trainee, a maratona esta só começando!

Estou aqui na Califórnia e, embora o tempo aqui seja tão maravilhoso quanto o que vemos nos filmes, tenho outros objetivos alem de olhar o céu azul: Visitar empresas como Google e Facebook, aprender tudo sobre carreira em Stanford, uma das melhores universidades do pais, e aprender novas técnicas para auxiliar vocês, alunos, na orientação de carreira.

Cheguei agora e não tenho grandes novidades ainda, por isso vou hoje responder duas perguntas que sempre me fazem:

1 – Qual é o perfil de candidato que as grandes empresas com os programas de trainee mais concorridos do mercado procuram?

Vamos lá!

Sempre começo as orientações e treinamentos dizendo que não há um perfil específico procurado por todas as empresas pois, mesmo quando várias citam algumas características comuns como habilidades de liderança e trabalho em equipe, essas mesmas características podem ser avaliadas de maneiras diferentes em empresas diferentes, e não seria nenhuma surpresa um candidato ser aprovado em uma e não na outra. Boa parte disso ira acontecer porque as empresas tem culturas diferentes, e vão usar seus filtros de acordo com sua cultura. E muito provável, por exemplo, que  o “foco em resultado”  seja avaliado de forma diferente na Ambev e na Natura, e não há nada de errado com isso.

Levando isso em consideração, seguem algumas características/ perfil que aparecem com freqüência nos processos seletivos:

Competências: habilidade de liderança, inovação, criatividade, trabalho em equipe, curiosidade, vontade de aprender, comprometimento, foco no resultado.

Antes de poder demonstrar as competências acima, o candidato já devera ter passado por um grande filtro que geralmente busca inglês avançado a fluente, excelente capacidade numérica e analítica, tempo de formatura, experiência internacional, entre outros.

 

2 –    Por que é importante fazer algum tipo de curso de preparação para enfrentar estes processos de seleção?

Os processos seletivos estão cada vez mais concorridos, e não basta mais ser bom, mas e extremamente necessário demonstrar suas habilidades durante o processo seletivo.

Trabalho com recrutamento, seleção e treinamentos ha 10 anos. No inicio era a recrutadora e em 2007 “ mudei de lado”. Eu percebia que muitos candidatos, com excelentes CVs, não eram aprovados pois não estavam bem preparados. Ficavam muito nervosos, falavam alguma “ besteira” que muitas vezes prejudicava sua entrevista, eram imaturos. O que também me deixava muito incomodada e que os candidatos geralmente se inscrevem e participam primeiro do processo seletivo que mais querem, e por isso participam ainda sem experiência. Deveriam participar de outros antes, ou deveriam fazer “ simulados”.

Com a orientação e preparação para processos seletivos os candidatos conseguem tanto identificar e focar em empresas mais alinhadas com seu perfil, quanto se preparar melhor.  O objetivo da preparação não é contar os segredos das empresas, ou ensinar como devem se comportar em cada atividade (o que seria inclusive impossível), mas aumentar o autoconhecimento deles para que possam se destacar na hora certa.

O 2o semestre chegou !

Aproveitem tudo o que a Trevisan tem a oferecer através da área de carreira,  o Conexão Mercado.

Educação e trabalho – A busca do equilíbrio

A busca do equilíbrio na relação educação e trabalho têm aparecido nas notícias como relatos de experiências profissionais que os alunos precisam para ingressar no mercado profissional. A recente divulgação do índice de reprovação recorde no exame da OAB apresentados na ultima edição da prova, apontam uma crise no curso de Direito, já que a aprovação no exame é requisito obrigatório para que o bacharel em direito possa ingressar nos quadros da advocacia.
Segundo notícias do portal G1 “ A formação dos advogados está em discussão. A abertura de novos cursos está suspensa e o debate agora é sobre a qualidade do estágio. Uma das propostas que serão estudadas é a implantação de estágio obrigatório nos últimos anos do curso, mas a dúvida é como oferecer estágio de qualidade para tantos alunos.”
O estágio já é componente curricular obrigatório de todos os cursos de formação profissional, desde o nível do ensino médio, nos cursos profissionalizantes, até nos cursos de ensino superior como os tecnólogos e bacharéis.
Vamos ao ponto do estágio: Qual é o objetivo? Porque o ministro insiste na obrigatoriedade desse componente , já obrigatório, para os concluintes de Direito? O que o exame da OAB está explicitando?
Essa análise requer um olhar mais amplo sobre os cursos de formação que são oferecidos atualmente nas universidades brasileiras. O aumento de cursos e a facilidade de acesso ao nível superior, tem colocado no mercado de trabalho muitos jovens, diplomados, mas sem a necessária “vivência” na área, isso porque, muitos jovens tem combinado a formação superior com o trabalho que já tem atualmente e dificilmente abrem mão do salário para optar por uma vaga de estágio, com remuneração menor e menos segurança. Caso relatado de uma jovem profissional que atua na área de secretaria de uma instituição de ensino há mais de 6 anos. Ela ingressou em um curso tecnólogo de Gestão de Recursos Humanos, com a expectativa de aprender uma nova área e ter uma oportunidade. Durante o curso, até teve a possibilidade de encarar um estágio, mas o salário era duas vezes menor, não dava para encarar. Enfim, formou-se mas não pode atuar na área e agora amarga a lembrança de não ter agarrado a oportunidade, ou por medo do risco ou por pura falta de opção financeira.
Qual é o papel do estágio? Dar ao aluno a oportunidade de viver na prática os conceitos teóricos que estão sendo discutidos em sala de aula.
Para os futuros advogados, me parece fundamental essa experiência, já que para alguns especialistas, não basta apenas fazer um estágio, é preciso estagiar com qualidade, ter vivências enriquecedoras e isso servirá de base para um resultado mais eficiente na realização do Exame. O que hoje o resultado da OAB representa é um nível de formação muito distante da realidade. Ninguém sai pronto do curso universitário, a formação será alcançada ao longo da jornada e das experiências profissionais.
Se tivéssemos em todas as áreas de formação, exames estipulados e obrigatórios para o exercício da profissão, creio que essa discussão seria muito mais relevante.
A busca pelo equilíbrio entre a formação e o acesso ao mercado de trabalho, reside na discussão dos parâmetros curriculares oferecidos pelos cursos atualmente e as experiências vividas ao longo do curso pelos alunos e futuros profissionais.
Atender essas necessidades, experiências profissionais e conteúdos programáticos, se torna o maior desafio das instituições de ensino.

Segredos de Aprendizagem

Segredos da aprendizagem: esse tema será discutido no próximo encontro no CIEE, dia 22 de março com educadores no teatro do CIEE. Quem não gostaria de saber todos os segredos do processo da aprendizagem? Diante de todos os avanços da ciência , hoje temos muito mais informações sobre o funcionamento do cérebro e dos processos de memória e aprendizagem. A proposta da palestra é apresentar dicas e ideias sobre como acontece o processo de aprendizagem. Afinal, qual é o papel do aluno e do professor nesse processo?
A revista VEJA – Ed. 2313 apresentou nessa semana, o artigo de Gustavo Ioschpe, sobre a visão evolutiva do aprendizado.Veja que pensamento interessante:
“ Apesar de séculos de tentativas de reforma educacional, a maioria das boas escolas de hoje não difere muito da Academia de Platão, de quase 2500 anos atrás. Um professor emocionalmente envolvido com seus alunos transmite eficientemente seus conhecimentos.”
Estar envolvido na sua profissão, torna você bom o suficiente para exercer com propriedade sua atividade profissional. Vejamos se isso não se expande para outras áreas também: O motivo de sucesso de uma empresa é o quanto as pessoas e seus líderes estão envolvidos no processo. Agora essa é a parte difícil de mensurar. Como podemos calcular o nível de envolvimento? Poderíamos pensar em métricas ou testes, mas não acredito que seriam suficientes para diagnosticar de verdade o envolvimento, parece que medir esse tipo de envolvimento é mais difícil é algo que está fora da superfície. É no dia a dia que podemos percebemos o quanto aquela atividade faz sentido para você.
No caso de professores, uma das maiores classes de trabalhadores do Brasil, encontrar professores emocionalmente envolvidos em seu trabalho passa a ser o grande desafio da escola. O resultado sempre aparece, pode demorar às vezes, ou ser mascarado. Um professor “bonzinho” não é aquele que é o mais bacana, não faz chamada, não cobra conteúdo, não cobra nada. O bom professor é aquele que inspira a confiança e vibra com as conquistas. Sabe que o processo de ensinar e aprender é parte de uma vida toda, mas se empenha para fazer parte dessa lembrança.Sabe que o vai ensinar, sabe transmitir o conteúdo de forma interessante, conhece as necessidades e as habilidades que precisam ser desenvolvidas nos alunos. Isso é um bom professor, emocionalmente envolvido na sua tarefa.
Na área da educação, apesar de todas as mudanças já proporcionadas pelo uso intensivo da tecnologia no ambiente escolar, é a pessoa do professor mesmo que ainda faz a diferença na sala de aula e na vida do aluno..
E parabéns aos professores emocionalmente envolvidos no processo, que fazem da educação a melhor parte da realidade da vida deles e dos alunos.

Trabalhe nos seus PONTOS FORTES

A revista Exame da semana passada traz a lista dos 10 gurus mais influentes do mundo dos negócios. Eles fora os eleitos pelo Thinkers 50, ranking publicado a cada dois anos.  O número 1 da vez é  Clayton M. Christensen, professor de Negócios da Harvard Business School, considerado um dos maiores especialistas em inovação e crescimento das empresas, mas me chamou atençao estar nesta lista o nome do jovem Marcus Buckingham (apesar de ter se tornado uma tarefa quase impossível saber sua idade, dá para perceber que ele é bem mais jovem que os outros 9 eleitos da lista), que construiu sua carreira desenvolvendo a ideia de que conseguimos extrair o melhor de cada pessoa ao enfatizar seus pontos fortes, e não suas deficiências.

Seu primeiro trabalho nessa área foi publicado em 2001: Now, discover your strenghts (Descubra seus pontos fortes). Entre suas ideias, está a de que o sucesso só acontece quando abraçamos aquilo que há de único em nós, e o colocamos a serviço de nossos projetos.

No livro “Go put your strengths to work”, de 2007, Marcus cita seis passos para fazer com que seus pontos fortes trabalhem a seu favor.

Veja quais são:

1 – Acabe com os mitos – Durante muito tempo acreditamos que era preciso concentrar e gastar energia para desenvolver nossos pontos fracos, 87% das pessoas ainda acreditam nisso. A principal teoria de Marcus é que, precisamos saber driblar e conviver com os pontos fracos, mas são os fortes que nos trazem sucesso, e realização, por isso, é neles que devemos nos concentrar.  Você consegue aceitar esta nova visão?

2- Conheça seus pontos fortes – Como descrito no livro,  “pontos fortes são aquelas atividades específicas que eu faço bem constantemente e pelas quais eu sempre tenho interesse”.  Quais são os seus?

3- Liberte seus pontos fortes – Uma pesquisa feita entre funcionários Americanos fez a seguinte pergunta: “Quando você discute sua performance com seu gestor, com o que vocês gastam mais tempo, pontos fortes ou deficiências?” 35% responderam que gastam mais tempo com as deficiências; 40% disseram que não têm este tipo de discussão com os gestores; e somente 20% disseram utilizer mais tempo falando dos pontos fortes. Isso comprova que, de fato, a maioria das pessoas não tem seus pontos fortes valorizados no trabalho, mas e daí? Você tem duas opções: deixar para lá seus pontos fortes, ou encontrar maneiras de incorporá-los no seu dia-a-dia.

4 –  Dê menos ênfase a suas deficiências – Nós tendemos a valorizar pessoas que conseguem as coisas com mais sacrifício, por isso traz uma certa recompensa lutar contra os pontos fracos. Além do mais, parar de lutar contra eles pode parecer um sinal de fraqueza, desistência. Mas tem mesmo que ser assim?

5- Comunique-se – Que tal se, na próxima vez que tiver que dividir o trabalho de um projeto com seus colegas, vocês começarem por identificar o que cada um faz melhor e que gostaria de continuar fazendo?

6 – Crie hábitos fortes – Você pode gostar desta teoria de valorizar os pontos fortes ao ler o que ela pode fazer por você mas, na correria do dia-a-dia, você pode acabar se esquecendo e voltando aos antigos hábitos de fazer por fazer. Para que isso não aconteça, será preciso identificar e criar novos hábitos, que te farão pensar sempre nos seus pontos fortes e em como utilizá-los com mais frequência.

Se quiser saber mais, o livro “Go put your strengths to work” já tem a versão em português “Empenhe-se.  Ponha seus pontos fortes para trabalhar”.

Boa leitura!

 

Você quer ser águia?

Desde que decidi mudar o rumo da minha carreira, abrindo negócio próprio e “mudando de lado” – explicando melhor, antes eu entrevistava pessoas e  hoje auxilio aqueles que serão entrevistados ou participarão de processos seletivos – tenho encontrado grandes desafios e também enormes supresas. Uma delas tem sido conhecer pessoas maravilhosas, entre elas, o Sidnei Oliveira.

O conheci em um evento sobre Recursos Humanos e, como sempre indico a meus orientandos,  conversamos um pouco e trocamos cartões, mas confesso que naquele dia ainda não sabia bem quem ele era. O fato é que, ao pesquisar melhor sobre o Sidnei, constatei que ele é uma das pessoas mais entendidas sobre gerações, especialmente a Y, e desde então comecei a ir em palestras, comprar seus livros e tenho sempre aprendido algo com ele.

Estive no lançamento de seu último livro “Geração Y. Ser potencial ou ser talento? Faça por merecer”, e ele contou no bate-papo inicial uma história que está nas primeiras páginas do livro, que fala sobre a forma como a águia cria/ educa seus filhotes.

Em resumo, quando a águia percebe que seus filhotes já estão prontos e na verdade já nem cabem todos mais no ninho, ela atira o filhote para fora (lembrando que os ninhos de águia são geralmente nos pontos mais altos de penhascos) e ele começa a cair. Sem entender como a mãe desnaturada poderia fazer algo assim ele, de repente,  percebe que tem asas e que pode voar sozinho. Percebe ao mesmo tempo que a águia estava bem perto observando se ele voaria, mas o deixando tentar. O filhote fica muito feliz com sua nova habilidade e, chegando ao chão, recebe mais um desafio: agora é hora de encontrar sua própria comida, coisa que ele nunca tinha feito até então. Novamente, depois de muitas tentativas, consegue capturar um pequeno camundongo e se alimenta. Mais uma vez orgulhoso e certo de que era só por aquele dia, a águia diz: agora vamos voltar para o ninho! Ele fica feliz pois agora já sabe voar, a diferença é que ao cair ele aprendeu a abrir as asas e se equilibrar até chegar ao chão. Para voltar ele terá que subir e bater, bater muito as asas.  E então, achou fácil?

A boa notícia para este filhote é que ele tem uma excelente mãe, que o joga para os desafios quando ele está pronto, o acompanha, mas deixa tentar e aprender! Este não é o jeito mais fácil de crescer, mas certamente funciona.

Precisamos agradecer pela mãe, pai, chefe, irmão, colega, amigo, avó, tio e todos que são assim conosco. É muito mais fácil e confortável ter alguém olhando e fazendo tudo por nós, e existe um outro animal, que também tem asas, mas que as usam somente para manter seus filhotes protegidos. Esse nunca aprende a voar, mesmo tendo condições muito parecidas com a águia. Você sabe de qual ave estamos falando?

E aí, que animal você quer ser?

Ensino Médio: Caminhos da educação brasileira

O Ensino Médio tem estado sob holofotes nos últimos tempos. A discussão começa com a avaliação do ENEM e passa pelos processos seletivos da USP e UNICAMP, mais tradicionais do Estado. O próprio currículo em jogo: formação para o trabalho x formação integral com destino à universidade. Uma velha discussão…
No dia 11/07/11, o Ministério da Educação divulgou pesquisa que informa que escolas privadas podem ter classes mais cheias do que as públicas e que não há perfil padrão entre as melhores no Enem. Estas informações foram publicadas na Folha de S. Paulo.
Mais importante que o número de alunos em sala é a relação de aprendizagem entre os alunos e professores. Não há um padrão, mas fica nítida a relação entre uma metodologia mais focada em resultados do que a formação do aluno ao longo do processo de escolarização.
Se por um lado as escolas lotam as salas de aula, por outro precisam oferecer uma metodologia alinhada com as novas necessidades de formação de um cidadão do século XXI e se utilizam de tecnologias para aprimorar essa relação com o aprendizado, capacitando docentes e alunos para a utilização dessas ferramentas.
Ao mesmo tempo, as avaliações como o ENEM e o tradicional vestibular da FUVEST, continuam sendo parâmetros para escolha e identificação de qualidade da escola.
Nesse sentido é preciso manter um equilíbrio para não saturar o aluno e desencadear um processo de “pânico” por conta de tantas avaliações.
Todo o processo de ensino médio deve ser orientado visando à formação completa do aluno tanto para uma boa escolha profissional como para uma formação integral de desenvolvimento humano e relacionamento.