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Canais de denúncia e NÃO a hipocrisia

canal_de_denuncias_fbSegundo pesquisa realizada pela Association of Certified Fraud Examiners, 46% das fraudes são detectadas por intermédio de canal de denúncia, e 57,7% dessas denúncias são originadas por funcionários, mesmo considerando que menos de metade das organizações possui uma ferramenta formal de reporte. Podemos inferir que a fraude não é aceita de forma passiva por aqueles que não a praticam, tentando inibi-las mesmo sem um canal apropriado para tal. Empresas que possuem esse instrumento observam 60% de redução nos montantes de fraudes detectadas, principalmente devido à identificação prematura das situações.

A criação de canais de comunicação para os funcionários e stakeholders mostra-se como uma forte ferramenta de compliance, sendo relevante tanto para possibilitar a denúncia de atos antiéticos como para retirada de possíveis dúvidas sobre dilemas éticos, colaborando para o desenvolvimento e fortalecimento do ambiente ético e para uma boa governança corporativa.

Principalmente quando o canal servir para reportar violações, é fundamental que a confidencialidade e confiabilidade seja reforçada e respeitada, pois, sem a primeira, o denunciante não se sentirá à vontade para relatar o que sabe ou mesmo desconfia. Esse receio pode advir do medo de represálias ou mesmo de ter seu nome vinculado ao fato delatado. Já a confiabilidade se expressa quando o denunciante tem a ciência e percebe que os atos denunciados serão investigados, gerando assim a percepção de que a organização efetivamente se preocupa e toma ações para mitigar atos antiéticos.

O canal de denúncia precisa ser efetivamente acessível, customizado para o público a que se destina, em uma organização em que seus funcionários não possuem acessibilidade à internet, por exemplo, é recomendável a disponibilidade do canal por via telefônica também, ou mesmo considerar a possibilidade de caixa postal. A comunicação adequada da ferramenta é de igual importância, uma vez que sua correta divulgação viabiliza a operacionalização, bem como a conscientização e orientação para a utilização correta do canal, para que não seja confundida como uma ferramenta de reclamações ou sugestões no tocante a assuntos que não interferem ao ambiente ético em si.

Ao implantar um canal de denúncia, a organização precisa estar preparada para lidar com o que Nietzsche chamou de “moralina”. Sem a intenção de simplificar sobremaneira o seu conceito, moralina é a forma de reduzir a moral e a ética a regras e meios de julgar e subjugar o outro por meio de uma pseudomoralidade. Ela pode se dar pela moralina de indignação, a qual, sem qualquer preocupação com uma análise neutra e racional, desqualifica o outro, muitas vezes na forma de hipocrisia.

Ainda há a moralina de redução que objetiva julgar o outro pelos seus maus atos e ideias imorais, classificando-o como inferior aos demais, ignorando seus atos benéficos até aquele momento. E, ela pode ainda se dar de forma inconsciente, pois não somos capazes de transmitir uma história, como se fosse texto xerocado.

Assim, cabe à organização, se precaver contra a possibilidade de fomentar a hipocrisia em sua gestão na forma de denuncismos. Para isso, ela precisa desenvolver os agentes que lidarão com as denúncias de tal maneira que não poderão julgar qualquer colaborador sem a devida análise, pautada na imparcialidade e respeito humano.

A partir daí algumas denúncias serão alvo de apuração e investigação e outras não, mas é importante a gestão e resolução dos incidentes relatados de forma independente, ou seja, quem recebe a denúncia não deve investiga-la, para que a ferramenta não seja considerada um embuste, sendo fundamental que os funcionários e stakeholders tenham a percepção de que o canal é seguro, que funciona e que dá resultados, para que assim a ferramenta tenha seu papel no reforço do compliance organizacional.

Prof. Dr. Renato Santos é Coordenador do MBA Gestão de Riscos e Compliance da Trevisan Escola de Negócios e formado em Direito, MBA Gestão de Pessoas, Mestre e Doutor em Administração na PUC-SP. Sócio-diretor da S2 Consultoria.

Procura-se: profissionais de governança

A crise e os escândalos recentes de corrupção fizeram com algumas áreas ligadas à governança corporativa tivessem forte demanda por profissionais especializados neste ano. Recrutadores ouvidos pela RI afirmam que há um forte crescimento na busca por pessoal para ocupar cargos de compliance, gerenciamento de riscos e auditoria. Segundo os especialistas, esses ramos de atuação tendem a demandar mais mão de obra, já que são fundamentais para atrair novos investimentos e consolidar a reputação das empresas.

Para Ricardo Munhoz, diretor executivo da Thomas Case & Associados, esse aumento se deve, principalmente, pelo momento que o mercado passa e a fragilidade que as organizações têm internamente nos processos. “Hoje, cada vez mais, as empresas se preocupam na proteção e no aprimoramento do valor e da reputação corporativa e com isso vem crescendo a procura pelos profissionais na área e empresas especializadas”, diz.

Felippe Lara, sócio da Boutique Executive Search, conta que desde o caso Enron – um dos maiores escândalos corporativos envolvendo fraudes, em 2001 – tem sentido uma preocupação maior com compliance. “Investimento nas estruturas de auditoria interna e a criação da área de risco vem acontecendo de forma mais frequente nas organizações. Porém, esse movimento ocorre de maneira lenta”, observa.

A demanda por esse tipo de serviço vem, em grande parte, por empresas de capital aberto e multinacionais. “Pelo nível de exigências que o mercado traz, essas companhias acabam tendo estruturas maduras de risco”, afirma Lara. Um dos setores com maior número de vagas para esses profissionais é o de Serviços Financeiros “Áreas de compliance, riscos e auditoria são valorizadas e fortemente necessárias nesse segmento, principalmente devido ao alto controle que o Banco Central faz das instituições e aos diferentes e constantes normativos que são enviados aos bancos”, explica Frederico Vanin, diretor de recrutamento da consultoria STATO. Além do mercado financeiro, Lara destaca as seguradoras e as empresas de cartão de crédito, pelo alto volume de transações, como as que possuem as estruturas mais robustas e as práticas mais sofisticadas entre todos os setores do mercado.

De acordo com Idésio Coelho, presidente do Instituto dos Auditores Independentes do Brasil (Ibracon), um ingrediente com potencial para aumentar ainda mais a demanda por auditoria é a necessidade de captação de recursos por empresas de todos os portes. “Dispor de demonstrações contábeis auditadas de maneira independente melhora a credibilidade, facilitando a obtenção de crédito. Ainda há espaço significativo para a entrada de pequenas e médias empresas no mercado de capitais, com benefício direto para as firmas de auditoria, em especial às de pequeno e médio portes”, avalia.

Remuneração. Apesar de variar de acordo com o negócio e o porte da empresa, a remuneração de profissionais dessas áreas varia de R$ 3 a R$ 9 mil nos níveis hierárquicos iniciais. Já para cargos de diretor, pode ultrapassar os R$ 20 mil. Segundo Frederico Vanin, da STATO, os salários devem aumentar ainda mais. “Compliance, por exemplo, é uma carreira relativamente nova nas organizações. Dado isso, no passado, profissionais Jurídicos ou de Auditoria foram deslocados para essa área, criando-a. Hoje, alguns profissionais já foram formados, porém ainda não há excedente de pessoas”, afirma.

Ricardo Munhoz, da Thomas Case & Associados, concorda com a perspectiva de alta devido a dois principais fatores: escassez de profissional qualificado pelo fato de ser uma área nova e também o crescimento no mercado, quando as empresas percebem a necessidade de processos mais seguros e confiáveis.

Empresas buscam ajuda para combater fraude e corrupção. O número de empresas no Brasil contratando auditores para investigar suspeitas de fraude e corrupção também aumentou.

“Pela primeira vez na história da minha carreira, tenho tido uma quantidade crescente por trabalhos de natureza preventiva. Só nos últimos 5 meses, crescemos 50% e tivemos um aumento no quadro de funcionários, como também um aumento de investimento na área”, conta Cynthia Catlett, sócia da área de Forensic Investigations & Disputes Services da Grant Thornton Brasil. 50% da receita da GT hoje é para trabalhos de prevenção, enquanto há 2 anos a proporção era menos de  10%.

Nos escritórios de advocacia, o movimento de alta é o mesmo. “Temos sido procurados por um número cada vez maior de empresas buscando desde orientação, até treinamentos, revisão e elaboração de políticas e, em alguns casos, simulações”, afirma Renato Chiodaro, sócio do De Vivo, Whitaker e Castro Advogados. Atualmente, o escritório conta com 6 profissionais voltados predominantemente para essa prática, sendo que, há alguns anos, esse número era menos da metade.

Nesse cenário, o impacto da Lei Anticorrupção nas empresas é visível, segundo Renato Santos, especialista em ética empresarial e coordenador do MBA Gestão de Riscos e Compliance da Trevisan Escola de Negócios. “Há uma preocupação maior em se adequar à lei, a qual prevê duras penas, inclusive para as organizações que não demonstrarem possuir programas de integridade eficazes”, diz.

Na opinião de Santos, outro fator que contribui para aquecer a demanda é a clara visão de que o auditor “tradicional” não tem a atribuição e, consequentemente, não desenvolve competências para lidar com fraudes. “Essa diferenciação de atividades foi mais evidenciada depois do escândalo da Petrobras, uma vez que a empresa mesmo sendo auditada, não estava ‘blindada’ de fraudes”, destaca.

Profissionais especializados. Para atender a crescente demanda das organizações por gestores de alto nível que possuam sólida e ampla formação em gestão de riscos corporativos, a Trevisan Escola de Negócios elaborou o MBA Gestão de Riscos e Compliance.

Com inscrições abertas e início previsto para agosto, o curso destaca-se por fornecer uma visão integrada da gestão de riscos corporativos, em oposição à chamada “miopia de risco”, uma vez que seu conteúdo multidisciplinar relaciona tópicos como governança corporativa, riscos corporativos, controles internos, compliance, ética, governança de TI, auditoria baseada em riscos, fraudes, contabilidade e métodos quantitativos.

De acordo com Renato Santos, coordenador do curso, o MBA tem o objetivo de oferecer aos alunos uma sólida formação conceitual associada à aplicação prática, contribuindo de forma significativa para a sua vida profissional. “O principal diferencial é o Laboratório de Soluções de Riscos e Compliance, onde promovemos a discussão e pesquisas para produção nacional, considerando o contexto brasileiro, de ferramentas para mitigar riscos organizacionais”, afirma.

A maturidade, segundo Santos, é a primeira característica desse profissional, pois caso não a possua, pode gerar mais impactos negativos ao tratar uma fraude do que conviver com ela. “Uma fraude mal tratada pode gerar ações de danos morais, reclamações trabalhistas, exposição da imagem da organização, clima de desconfiança entre os colaboradores, entre outros impactos. Daí, esse profissional precisa possuir serenidade para liderar ações de prevenção e tratamento de fraude”, explica.

Ter boas noções de Direito, profundo conhecimento das ferramentas disponíveis no mercado e validadas pela legislação brasileira e, ainda, ter habilidade para analisar processos e números também são características importantes para quem deseja ocupar esses cargos.

Desafios. Em tempos de baixo crescimento e escândalos de corrupção, são grandes os desafios que esses profissionais enfrentam. Para Renato Santos, a principal dificuldade é trabalhar a ansiedade da alta administração da organização. Ele explica que isso acontece porque quando uma fraude ocorre ela afeta a lealdade que até então existia, ou que pelo menos acreditava existir e, com isso, há uma “ofensa pessoal” aos olhos dos gestores fraudados. Assim, quando ela é descoberta há uma tendência de se tomar decisões baseadas unicamente em emoções, o que diminui a chance de sucesso. “Em épocas de crise como a atual, essa ansiedade por resultados é potencializada, pois em ‘épocas de vacas gordas, a fraude corrói a gordura, em vacas magras, corrói o osso’”, ressalta.

Já Marcelo Braga, sócio da Search Consultoria em Recursos Humanos, destaca três situações de dificuldades que o profissional precisa lidar. A primeira é quando o profissional atua em uma empresa que teve problemas éticos expostos ao mercado e ele nunca conseguiu descobrir. “Nesse caso, os processos de controle da empresa ficam em xeque. Sua reputação é abalada, e obviamente sua própria empregabilidade”. A segunda é quando o profissional é recém-contratado para trabalhar em uma empresa que passou por problemas éticos. “Ele vai encontrar uma empresa em crise, time desmotivado, desconfiado, precisará ter uma forte liderança e ação rápida para estancar os problemas mais graves, transmitir confiança para o mercado, acionistas e funcionários e voltar a colocar a empresa em velocidade de cruzeiro”. A terceira situação é quando o profissional não passou por problemas, mas precisa certificar para acionistas e mercado que a empresa atua conforme as boas práticas.

Comitês de Auditoria citam incerteza, volatilidade e ambiente regulatório como os principais desafios em 2015. Comitês de auditoria ao redor do mundo apontaram que a incerteza e a volatilidade econômica e política, compliance regulatório e o risco operacional representam os maiores desafios para as empresas em 2015, de acordo com pesquisa realizada pela KPMG com 1.500 membros de comitês de auditoria e de conselhos de administração em 35 países. No Brasil, que apresentou o quarto maior número de respondentes à pesquisa, o cenário é equivalente: 60% dos respondentes apontaram como principal desafio a incerteza e a volatilidade econômica e política, 41% o compliance regulatório e 24% o risco operacional (respostas múltiplas). Pelo segundo ano consecutivo, também afirmaram ser cada vez mais difícil – em virtude do tempo e expertise do comitê de auditoria – monitorar o gerenciamento dos principais riscos do negócio, além dos riscos relacionados às demonstrações financeiras.

Em âmbito global, três em cada quatro respondentes disseram que o tempo dedicado à execução de suas atividades no comitê de auditoria (ou no conselho de administração, quando inexistir o comitê) aumentou significativamente (24%) ou moderadamente (51%), e metade disse que a realização do trabalho tem se tornado mais difícil em virtude do tempo e expertise requeridos. No Brasil, mais de 80% dos respondentes disse que o tempo dedicado aumentou: significativamente (30%) ou moderadamente (52%). Muitos afirmaram ter ao menos alguma responsabilidade sobre aspectos significativos de monitoramento de riscos — além de assegurar a qualidade das demonstrações financeiras — tais como segurança cibernética (cybersecurity) e TI, compliance e regulatório, ou o processo ou estrutura de gerenciamento de riscos corporativos em si.

“A mensagem clara é que o comitê de auditoria e o conselho de administração não podem cuidar destes assuntos sozinhos,” disse o sócio líder do ACI Institute no Brasil e da prática de Risk Consulting da KPMG, Sidney Ito. “Assegurar a qualidade das demonstrações financeiras e a atuação do auditor independente já são atividades de grande responsabilidade por si só, e o monitoramento da efetividade do gerenciamento de riscos da empresa está claramente consumindo muito da agenda desses órgãos da governança atualmente.”

Ao serem questionados sobre quais assuntos deverão exigir maior atenção em 2015, os respondentes citaram a segurança cibernética e a velocidade das mudanças tecnológicas, os riscos operacionais, e o compliance regulatório. “Uma evolução positiva é o fato de os comitês de auditoria e os conselhos estarem reavaliando ou realocando seu tempo no monitoramento do gerenciamento de riscos, considerando a sua importância”, afirmou Ito.

Mais de um terço dos respondentes disse ter realocado recentemente tais atividades entre o conselho de administração e seus comitês (acima dos 25% do ano anterior), e 32% disseram que poderão considerar fazê-lo em um futuro próximo. No Brasil, 39% dos respondentes afirmaram ter realocado o monitoramento de riscos e 30% consideram fazê-lo em um futuro próximo. “Incluir o tema risco operacional e corporativo na agenda também contribui para um entendimento mais profundo do negócio.”

Fonte: Artigo Revista RI com o tema “Procura-se: profissionais de governança – por Isabella Abreu.

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Parcerias em Cenários Competitivos podem ser Soluções em ADM

Prof.Walter Lerner
Em ano de eleições nacionais e copa do mundo de futebol no Brasil,muitos acreditam em resultados positivos mas a maioria está muito cuidadosa em projetar resultados empresariais ou no mínimo cautelosos.Em primeiro lugar porque a situação mundial requer cuidados especiais e aqui no nosso país os custos dos nossos produtos e serviços estão cada vez maiores,enquantoos nossos impostos batem recordes.Pensem realisticamente no custo de morar,da saúde,da mobilidade urbana,da segurança,da alimentação…
Ter uma empresa ou um negócio em geral funcionando lucrativamente tornou-se um grandioso desafio e doravante não será mais fácil mantê-lo sem que pratiquemos uma excelente administração e nisto muitas vezes precisaremos de muita união interna e externa com gente capaz e confiável:parceiros.
Fala-se muito e principalmente em ambientes políticos sobre as facilidades para investimentos com ênfase ao desenvolvimento das pequenas e médias empresas.Mas, estarão estas em sua maioria preparadas com administrações profissionalizadas o suficiente para irem em frente com tanta competitividade e inovação desafiando-as nos novos tempos?Considerem milhões de negócios somando a economia formal com a informal,ilegal e cada vez maior em todos os setores e locais frequentados pelos consumidores,incluindo portas de escolas,pontos de ônibus,estações de trens e do metrô…
Um comércio bem sucedido será a locomotiva da indústria e ambos poderão ter fraquezas tradicionais que não poderão resolver sozinhos,por carência de recursos humanos e de tecnologias apropriadas a tornarem-se competitivos e lucrativos em comercialização de seus produtos e serviços.Unir-se a quem é confiável e que possui os recursos essenciais que podem faltar-lhe,pode ser uma saída interessante mas que requer uma cuidadosa análise prévia sobre viabilidade.
Hipótese de consultoria externa como parceria:Trata-se de um apoio externo contratado para apoiar uma organização no alcance de suas metas maiores de realização.Neste caso pagar-se-á pelo serviço negociado.
Como vantagem podemos citar a de uma visão externa mais favorável para interpretar os fenômenos da administração de natureza problemáticos de maneira fria,imparcial e experiente como um clínico geral diagnosticando o paciente e verificando resultados de exames médicos solicitados,antes de aviar suas receitas.A cura de doenças será uma consequência posterior ou imediata dependendo de cada caso.
Hipótese de compra de tecnologia do parceiro:Pode ser o caso de compra de tecnologia da informação,para a substituição de velhos sistemas operacionais,já muito lentos e improdutivos.Atuar em parceria pode representar adquirir as peças que faltam mas as pessoas a serem treinadas serão também de fundamental importância para uma efetiva inovação em qualquer hipótese de nova gestão nos negócios empresariais.Todos poderão ganhar com o aprendizado,incluindo os clientes.
Podemos elencar como exemplo significativo fatores importantíssimos que as melhores empresas industriais citam como vantagens ou benefícios das parcerias que realizam,mas será necessário o seguinte:
a-Ter bom projeto do produto ou serviço.Crescerá muito em competitividade tecnológica.
b-Produzir em escala,com custos racionais.E,eliminando a ociosidade.
c-Estabelecer normas e planos de produção.Ter a linha de produção seu custo de fluxos adequados.
d-Conseguir controlar a eficiência e alcançar a eficácia do fator humano.
e-Conseguir melhorar a eficiência do equipamento industrial reduzindo perdas,paradas,avarias e acidentes.
f-Aprimorar todo o sistema de produção e sua padronização,incluindo baixo estoque,baixo tempo de preparação de máquinas,reduzindo refugos e defeitos de alto custo.
g-Eliminar problemas nos processos produtivos tal como gargalos.
h-Educar os funcionários.
i-Trabalhar com meãs e indicadores de desempenho realísticos.
j-Trabalhar para a satisfação dos clientes pela qualidade,prazo de entrega,vida útil dos produtos e assistência técnica.
Caso a sua empresa entenda ser importante praticar estas recomendações,certamente será classificada sempre entre as melhores de seu ramo de atividade,pelo menos.
Contratos são necessários?Sim nestes casos de parcerias devem ser feitos contratos com apoio de assessoria jurídica,com muito cuidado e especificando todos os detalhes combinados para acontecerem e assim em caso de imprevistos ou dúvidas posteriores de percurso na execução,haverem condições lícitas para os esclarecimentos necessários,evitando-se litígios desnecessários e inconvenientes.Sempre o ideal será um bom acordo para benefício de todos os envolvidos.
No Brasil existe legislação apropriada para os casos de terceirizações,outsourcing e trabalho a domicílio que recomendamos sejam estudados com cuidado pelos interessados pois o desrespeito poderá custar caro aos infratores.
Boa sorte!
Adm.Prof.Walter Lerner