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6 dicas para atingir seus objetivos em 2014

Então, 2014 está aí e, uma das belezas de um ano novo é o planejamento e vontade de fazer coisas novas acontecerem. Enquanto esta é uma ótima época para buscar energias para realizar novos planos, muitas vezes pode ser difícil manter e seguir estes planos por muitos meses, por 12 meses…

Além de minhas metas profissionais, tenho uma meta pessoal este ano: correr a São Silvestre (o que não é uma tarefa fácil para uma pessoa pouco adepta a exercícios, como eu).  Comecei resolvendo caminhar por uma longa praia, que liga duas cidades do Rio de Janeiro, em um total de 12 km. Embora na São Silvestre sejam 15km, e em tese estarei correndo, confesso que caminhar 12km em areia fofa de praia já foi uma boa conquista para a 1a semana do ano! Reuni algumas dicas para que eu consiga realizar esta prova e acredito que cada um possa usá-las para suas prórprias metas.

Dica # 1: Criar rotina e automatizar

Mudar hábitos é uma das coisas mais difíceis de se fazer. É fácil adquirir um mau hábito, mas complicado se livrar dele depois de algum tempo.

Uma das coisas que você pode fazer para se livrar de tentações é criar rotinas e/ou automatizar atividades. Por exemplo, você está tentando economizar mais dinheiro? Se nos últimos meses você gastou seu salário todo, não confie tanto que irá se lembrar de depositar R$ 50,00 na poupança todo mês (ou talvez se lembre mas pode acabar se convencendo de que começar mês que vem está ok…!). Para evitar que isso aconteça, configure uma transferência automática de sua conta corrente para sua conta poupança para ocorrer no dia ou um dia depois do dia de pagamento . Se for uma quantidade pequena, você não vai nem dar falta, mas verá a diferença no fim do ano.

No  meu caso, relacionado a atividades físicas, terei uma rotina de exercícios 3 vezes por semana, que será levada a sério como meu trabalho.

Dica # 2 : Seja realista.

Sejamos realistas. A maioria das pessoas não consegue passar de sedentário a atleta do dia para a noite. Se você normalmente não treina, é melhor começar devagar e não desistir, do que ter uma meta muita audaciosa que você só vai conseguir  bater por 5 dias. Que tal começar com um plano para se exercitar de 1 a 3 dias por semana?

Se o seu objetivo é escrever ou ler mais, coloque um alerta de telefone ou de calendário todos os dias que diga ” hora de ler/escrever! ” Procure não ignorar o alerta. Pare e execute sua tarefa nem que seja por um período curto e, em breve, você criará o hábito de ler/escrever/ fazer o que quer.

Dica # 3: Aproveite suas tarefas diárias para criar novos hábitos.

 Você já tem uma tarefa que deve fazer todos os dias, como ir para a faculdade, ir para o trabalho,  ou levar as crianças para a escola? Pense no que você pode adicionar a essa tarefa diária.

Por exemplo, você pode ir a uma academia por 30min no caminho do trabalho para a faculdade, ou pode aproveitar o tempo de locomoção entre os lugares para ouvir aulas de inglês, outros idiomas, ler (ou ouvir) um livro, entre outras coisas.

Dica # 4 : Mude seu ambiente, sua rotina

 Seu desejo de agradar a si mesmo pode ser seu pior inimigo.  Quando você chega em casa do trabalho/ aula, tudo o que quer é assitir um pouco da sua série favorita, e ir dormir, certo? Lamentamos, mas como diz a velha frase, se você continuar fazendo o que sempre fez, vai continuar obtendo os mesmos resultados que sempre obteve.

Se você vai levar a sério seus objetivos , fique longe de suas fraquezas.

No caso do exercício, uma boa ideia pode ser colocar seu tênis, pesos, o que tiver que te lembre de se exercitar ao lado de sua maior tentação (talvez a TV!).

Dica # 5: Assuma uma nova identidade

 Mais uma vez, se você tem um objetivo, ele não vai exigir de você só uma mudança física, mas mental também.

Por exemplo, é comum alunos ficarem 2 meses nos EUA para aprender inglês e uns aprendem bastante outros nem tanto. Ambos fizeram a mudança física, mas só alguns fazem também a mudança mental. Se você está em um novo país com o objetivo de aprender o idioma local, não ajuda ir com os amigos e falar português o tempo todo, ou ir sozinho e encontrar brasileiros ou latinos por lá. Você precisa ir, se possível ficar em uma casa de família onde as pessoas falem inglês, fazer amigos que falem inglês, ou seja, precisa fazer a mudançxa mental para conseguir maximizar seus resultados.

Dica # 6: FAZER

 Como diz Nuno Cobra (treinador do Ayrton Senna), para realizar um objetivo você só precisa de 5 letrinhas:   F  A  Z  E  R

Escolha seu principal objetivo para este ano e comece a FAZER o que for necessário para atingí-lo. Quando este estiver conquistado ou bem encaminhado, comece a executar outro. Passo a passo você tem uma grande chance de onquistar todos eles. Basta FAZER.

 UM 2014 DE MUITO SUCESSO!

Fernanda

Dinheiro traz felicidade?

Um tema que tem me chamado muito a atenção ultimamente é FELICIDADE, palavra que tem um significado muito parecido, mesmo em culturas diferentes: um sentimento de bem estar subjetivo – sua vida é boa?

A primeira vez vi  a palavra “Felicidade” como título de um livro fiquei bastante surpresa, pois o livro é do renomado economista Eduardo Giannetti, então fiquei pensando o que levaria um economista , professor, a escrever sobre o tema.

Desde de que vi este livro, muitos outros livros e artigos relacionados apareceram e, novamente, ainda aqui em minha temporada na Califórnia, tive a chance de assistir uma maravilhosa aula com o Prof. Kramer – “Living a happier and more meaningful life”(Vivendo uma vida mais feliz e mais significativa).

Abaixo, vejam alguns pontos das aulas que me chamaram bastante atenção. Embora alguns já sejam bastante conhecidos e falados, foi interessante ver que tem base científica que os prova:

 1- As pessoas se arrependem mais de coisas que não fizeram do que de coisas que fizeram e deram errado.

Steve Jobs fez uma pergunta em seu discurso aos formandos de Stanford que ficou famosa: O que você faria se hoje fosse o ultimo dia de sua vida? Seguindo a mesma linha, se pudesse voltar no tempo, o que faria? A grande maioria das pessoas faria algo que deixou de fazer (passar mais tempo com a família e os filhos, pedir desculpas, ir atrás de realizer seu sonho, etc).

2- 50% da sua felicidade é determinada pela genética.

Esse foi para mim o ponto mais assustador. Eu sempre me perguntei por que algumas pessoas parecem ter tudo e nunca estão satisfeitas e felizes, e outras estão sempre felizes com tão pouco. Bom, tive aí 50% da explicação. Por um lado, terei mais empatia por aqueles que nunca parecem estar felizes, talvez não seja culpa deles, mas por outro lado, isso não deve ser uma desculpa para que os infelizes de plantão. Os outros 50% ainda estão nas mãos de cada um de nós.

3- As pessoas tendem a ser mais felizes à medida que envelhecem.

Esse ponto não foi exatamente uma surpresa, mas também achei interessante. Em tese, quanto mais velho você é, melhor você navega nos altos e baixos da vida. Nem um nem outro te impactam mais com tanta intensidade e, ao contrário do que parece, isso não traz monotonia, e sim serenidade, possibilidade de transferir seus conhecimentos, e felicidade.

4- Dinheiro traz felicidade?

Por último, vamos falar diretamente do tema de nosso artigo. Existe uma pesquisa de 2010 da Princeton University que mostra que, a partir de um certo nível de renda* anual, o dinheiro já não faz mais tanta diferença no nível de felicidade das pessoas. Com esta quantidade de dinheiro, as pessoas deixam de se preocupar com necessidades básicas, e alguns superfluous, e deste valor em diante existe pouca diferença no nível de felicidade entre elas. Ao contrário do que imaginaríamos, pessoas muito ricas podem até começar a ficar infelizes, a não ser que encontrem uma forma inteligente e humana de investir seu dinheiro – como curiosidade, uma pessoa que faz isso muito bem é o Bill Gates.

Fica aqui a dica: trabalhar e ter seu dinheiro é muito importante, mas talvez você dependa de outras variáveis para ser uma pessoa feliz!

 

 

* Este valor nos EUA é US$ 75.000, o que não significa que o valor equivalente no Brasil seja aproximadamente R$ 160.000,00, pois talvez tenha que se levar em consideração poder de compra e outras variáveis.

Férias e Formação

Lazer e aprendizado. Chegou o momento esperado pelos estudantes: as férias! Momento de relaxar das atividades do semestre e aproveitar o tempo com os amigos e a família. Esse momento envolve também alunos de graduação e de pós , o que representa um alívio na correria do dia a dia.
Será que dá para aproveitar melhor as férias?
Penso que esse é um ótimo momento para atualizar leituras, assistir filmes e peças que ajudem a entender contextos históricos e atualidades. Estamos vivendo momentos de mudança e é muito interessante pensar sobre o impacto disso no nosso cotidiano.
Algumas pessoas conseguem conciliar esses momentos de descanso da escola com o descanso do trabalho, aí sim é realmente relaxar para renovar as energias. Ou mesmo aproveitar as férias para buscar um novo trabalho, buscar mais realização profissional também.
Permita-se a renovação de ideias e de novas experiências. Viajar e conhecer novos lugares e novas pessoas, aproveitar cada momento.
Talvez você não esteja estudando e nem tenha férias nesse momento, mas aproveite o ritmo desse mês de julho e descubra novos programas, pelo menos no fim de semana, é uma ótima maneira de começar a criar um novo hábito.
Nosso cérebro funciona através de hábitos, quanto melhores nossos hábitos, mais sucesso na vida pessoal e profissional. Crie hábitos de estudo e de leitura, atividades físicas, alimentação e outros que ao longo da vida, podem trazer muitos benefícios.
“ Aprender é a única coisa que a mente nunca se cansa, nunca tem medo e nunca se arrepende” Leonardo da Vinci

As salas de cinema e a revolução dos estádios no Brasil

Nos próximos dois anos a indústria do entretenimento passará por mudança profunda no Brasil. Serão erguidos pelo menos 14 novos espaços de lazer contando os estádios de futebol que estão sendo reformados e construídos para a Copa de 2014 e os projetos próprios dos clubes Palmeiras e Grêmio. Isso significa que de uma hora para outra teremos mais de 700 mil lugares disponíveis nestes ambientes, oferecidos a partir dos mais altos padrões de conforto, segurança e qualidade, com possibilidade de utilização não só para o futebol, mas também para uma série de outras atividades esportivas, de lazer ou de negócios.

A arena multiuso, como é chamada esse tipo de instalação, representa um novo conceito para o padrão do entretenimento brasileiro. Mas é antes de tudo uma oportunidade importante de desenvolvimento do futebol como espetáculo. A média de público do último Campeonato Brasileiro foi de meros 15 mil espectadores, o que significa menos da metade da sua capacidade total utilizada. Segundo a Pluri Consultoria, esses mais de sete milhões de ingressos que não foram vendidos em 2011 representam mais de R$ 200 milhões não arrecadados pelos clubes mandantes. Para efeito de comparação, os jogos do Campeonato Inglês possuem público médio de 34 mil pessoas, ou seja, os estádios estão sempre com 92% de sua capacidade ocupada. Em termos de receita, cada clube inglês arrecada R$ 84,5 milhões na temporada, cerca de três vezes mais do que o clube brasileiro que mais arrecadou com bilheteria em 2011.

O resultado é que enquanto nos clubes europeus a receita com dias de jogos representa 20% do seu total, no Brasil esse número é de apenas 7%, indicando que ainda existe muito potencial de crescimento. O fator estádio novo por si só parece ser um grande motor de atração de público e de aumento da renda: o Arsenal da Inglaterra, que inaugurou seu moderno Emirates Stadium em 2006, viu a receita com dias de jogos crescer 69% em cinco anos. O clube é hoje o terceiro que mais arrecada com esse item na Europa, mesmo não tendo ganhado nenhum título no período, e expressivos 42% da sua receita são originados dos dias de jogos.

O fato, portanto, de o Brasil passar a ter estádios novos, construídos ou reformados a partir das mais altas exigências técnicas do mercado indica que o público de futebol deve aumentar bastante nos próximos anos. Até porque a renda per capita das famílias brasileiras apresentou forte expansão na última década – cresceu 23,5% de 2001 a 2009, o que significa mais dinheiro disponível no orçamento para gastos com entretenimento e lazer. Assim, deve aumentar não só a quantidade de público presente nos estádios brasileiros, mas também o gasto médio de cada torcedor. É um fenômeno parecido com o que ocorreu com as salas de cinema do País: há alguns anos eram espaços antigos, com baixa qualidade de exibição e consequentemente pouca presença de público; atualmente vendem quase 144 milhões de ingressos por ano (em 2002 esse número era de 90,8 milhões). E o mais interessante é que esse crescimento de público se deu ao mesmo tempo em que o valor do ingresso aumentou 71% no período, de acordo com dados da Ancine – Agência Nacional do Cinema.

Como em qualquer setor da economia, os consumidores estão dispostos a pagar mais por um serviço desde que haja um padrão adicional de qualidade, conforto e segurança. As novas arenas esportivas podem entregar esse valor superior de serviço ao grande público e se tornar de fato mais uma opção de lazer para a família brasileira.